Nirvana
|
Países |
||
| Sri Lanka Camboja • Laos Myanmar • Tailândia |
||
|
História |
||
|
Budismo pré-sectário |
||
|
Doutrina |
||
|
Saṃsāra • Nibbāṇa |
||
No Budismo, Nirvana (Sânscrito: निर्वाण; Pāli: निब्बान; Prácrito: णिव्वाण) é o estado de libertação do sofrimento (ou dukkha) segundo o pensamento dos monges shramana (em Pāli, "Nibbāna" significa "sopro", "soprar", ou até "ser assoprado"), é o estado atingido pelos Arahant. De acordo com a concepção budista, o Nirvana seria uma superação do apego aos sentidos, do material e da ignorância; tanto como a superação da existência, a pureza e a transgressão do físico.
Siddhartha Gautama, o Buda, ou na maioria das tradições budistas, também conhecido como Supremo Buda (Sammāsambuddha) descreveu o Nirvana como um estado de calma, paz, pureza de pensamentos, libertação, transgressão física e de pensamentos, a elevação espiritual, e o acordar à realidade. O Hinduísmo também usa Nirvana como um sinônimo para suas ideias de moksha e fala-se a respeito em vários textos hindus tântricos, bem como na Bhagavad Gita. Os conceitos hindus e budistas de Nirvana "não devem ser considerados equivalentes".
Com esse estado de liberação, quebra-se a roda do karma, interrompendo o processo de contínuos renascimentos.
No entanto, a meta mais elevada do Budismo não é Nirvana, mas Bodhi.
A palavra significa literalmente "apagado" (como em uma vela) e refere-se, no contexto budista, a imperturbável serenidade de espírito após o fogo do desejo, aversão e delusão terem sido finalmente extintos.1
Referências
- ↑ Richard Gombrich, Theravada Buddhism: A Social History from Ancient Benāres to Modern Colombo. Routledge