Orlando furioso

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Ruggiero Resgatando Angelica por Jean Auguste Dominique Ingres.
Ruggiero Resgatando Angelica por Jean Auguste Dominique Ingres.

Orlando furioso ("Orlando louco" ou "A Loucura de Orlando") é um poema épico escrito por Ludovico Ariosto em 1516. Ele é uma "gionta", uma continuação do Orlando innamorato (Orlando enamorado) de Matteo Maria Boiardo, mas distancia-se completamente da outra obra no tocante ao fato de não preservar os conceitos humanísticos da cavalaria errante. Adentrando o Cinquecento, o século XVI, ele trata estes temas apenas superficialmente. Uma obra de seu tempo, Orlando mostra mais claramente a assim chamada "cultura da contradição" a qual também caracterizou alguns trabalhos contemporâneos de Erasmus e Rabelais. Cerca de três séculos mais tarde, Hegel considerou que as muitas alegorias e metáforas não serviam meramente para refutar o mito da cavalaria, mas também para demonstrar a falácia dos sentidos e julgamento humanos.

Índice

[editar] Sinopse

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Página da edição de 1565 do Orlando Furioso de Francesco Franceschi.
Página da edição de 1565 do Orlando Furioso de Francesco Franceschi.

Orlando furioso começa com um relato da derrota do Duque Namo na guerra de Charlemagne. Angelica escapa e encontra Rinaldo procurando seu cavalo, Bayardo. Angelica foge de Rinaldo, e encontra o sarraceno Ferrau. Rinaldo e Ferrau lutam, depois fazem uma trégua e compartilham um cavalo para procurar Angelica. Ferrau busca seu elmo e encontra o fantasma de Angelica. Angelica foge e adormece numa gruta onde é despertada por um cavaleiro que se lamenta, Sacripante. Angelica manipula Sacripante e ele planeja violentá-la. Angelica engravida de Sacripante e finalmente encontra Bayardo.

[editar] Ópera

No barroco, o poema foi a base de muitas óperas, entre as quais Orlando Furioso de Antonio Vivaldi e Alcina, Ariodante e Orlando de Händel são as mais proeminentes. As obras de John Milton e Cervantes também se referem ao épico.

[editar] Referências

[editar] Ligações externas


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