Ponte Maurício de Nassau
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Nota: Para outros significados de Nassau, veja Nassau (desambiguação).
| Ponte Maurício de Nassau | |
|---|---|
A ponte Maurício de Nassau |
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| Nome oficial | Ponte Maurício de Nassau |
| Via | |
| Cruza | rio Capibaribe |
| Localização | Recife, PE, Brasil |
| Mantida por | Prefeitura da Cidade do Recife |
| Design | |
| Maior pilar | |
| Maior vão livre | |
| Estilo arquitetônico | {{{arquitetura}}} |
| Comprimento total | |
| Largura | |
| Altura | |
| Tráfego | |
| Altura máxima | |
| Início da construção | 1640 (a atual é de 1917) |
| Término da construção | |
| Data de abertura | 28 de fevereiro de 1643 |
| Data de fechamento | |
| Data de Demolição | {{{demolição}}} |
| Pedágio | |
| Data de destruição | {{{destruição}}} |
| Material | |
| Coordenadas | 8°3'50 S 34°52'31 O |
A Ponte Maurício de Nassau localiza-se na cidade do Recife e interliga os bairros do Recife e Santo Antônio.
[editar] História
A ponte teve sua construção iniciada em 1640 pelo arquiteto Baltazar de Affonseca, por ordem do conde Maurício de Nassau, feita em madeira, e inaugurada em 28 de fevereiro de 1644, sendo considerada a primeira ponte de grande porte do Brasil e a mais antiga da América Latina.[1] Sua construção foi criticada pela Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais por ter sido considerada dispendiosa demais para uma côlonia. A inaguração se deu no dia 28 de fevereiro de 1643 e a ponte foi chamada à época de Ponte do Recife.[2] Nas suas cabeceiras havia dois arcos: o arco da Conceição, do lado do bairro do Recife, e o arco de Santo Antônio do lado do bairro homônimo.
A ponte sofreu reformas em 1683 e 1742 e foi substituída por uma ponte completamente de ferro em 1865 tendo recebido, no ato da reinauguração, o nome de Ponte Sete de Setembro. A segunda ponte teve pouca durabilidade, pois a maresia corroeu ferro da estrutura.[3]
Em 1917, a ponte foi reconstruída, dessa vez com a estrutura de concreto armado. Durante a obra de reconstrução foram retirados os arcos que existiam na ponte original,[4] e, no ato da reinauguração, recebeu o nome que tem atualmente. Nas colunas da ponte atual há quatro grandes estátuas de bronze e duas placas com os dizeres[3] .:
| Na entrada desta ponte, a primeira feita no Brasil e levantada neste local por Maurício de Nassau, o fundador da cidade, existiu o arco da Conceição, com uma das portas que se fechava, edificada em 1645 e demolida em 1913, por exigência do trânsito. |
As estátuas ali colocadas são:
- Uma mulher usando capacete à Minerva, em atitude de quem discursa;
- A deusa Deméter-Ceres, padroeira dos campos cultivados;
- Uma mulher com uma torre na cabeça e coroa de louros, com o caduceu de Mercúrio na mão direita, tendo aos pés um canhão e sacos de mercadorias;
- A estátua da Justiça, com espada e balança.
Atualmente a ponte serve ao trânsito de carros e interliga a Avenida Marquês de Olinda à Rua Primeiro de Março.[5]
Referências
- ↑ Pontes do Centro do Recife Pernambuco.com. Página visitada em 3 de agosto de 2008.
- ↑ Nesse dia teria ocorrido a lenda do Boi voador.
- ↑ a b Ponte Maurício de Nassau Fundação Joaquim Nabuco. Página visitada em 3 de agosto de 2008.
- ↑ Pontos Turísticos do Recife City Brasil. Página visitada em 3 de agosto de 2008.
- ↑ Pontes do Recife Pernambuco de A a Z. Página visitada em 3 de agosto de 2008.
- FRANCA, Rubem. Monumentos do Recife. Recife:Secretaria de Educação e Cultura, 1977.383p. il.
- GONÇALVES, Fernando Antonio. O Capibaribe e as pontes: dos ontens bravios aos futuros já chegados. Recife: Comunigraf, 1997. 86p.