Santo Antônio do Grama

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Município Santo Antônio do Grama
"Grama"
Bandeira desconhecida
Brasão  Santo Antônio do Grama
Bandeira desconhecida Brasão
Hino
Fundação 1953
Gentílico gramense
Prefeito(a) Alcione Ferreira de Albuquerque Lima (PP)
(2013–2016)
Localização
Localização  Santo Antônio do Grama
Localização Santo Antônio do Grama em Minas Gerais
Santo Antônio do Grama está localizado em: Brasil
Santo Antônio do Grama
Localização Santo Antônio do Grama no Brasil
20° 18' 42" S 42° 35' 52" O20° 18' 42" S 42° 35' 52" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Zona da Mata IBGE/2008[1]
Microrregião Ponte Nova IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Abre Campo, Jequeri, Urucânia, Rio Casca
Distância até a capital 220 km
Características geográficas
Área 129,810 km² [2]
População 4 090 hab. Censo IBGE/2010[3]
Densidade 31,51 hab./km²
Clima Não disponível
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,693 médio PNUD/2000[4]
PIB R$ 24 523,226 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 5 631,05 IBGE/2008[5]
Página oficial

Santo Antônio do Grama é um município brasileiro do estado de Minas Gerais.

História[editar | editar código-fonte]

O núcleo do povoado, que deu origem à cidade do Grama, foi uma clareira revestida de grama, banhada por riachos, em área montanhosa. O local tornou-se o preferido pelos boiadeiros, tropeiros e mascates, gente que circulava pelos caminhos de Minas, nas vilas e arraiais sem localização fixa, e que abasteciam os mercados com produtos de origem rural e artesanal. A construção de uma capela por iniciativa do fundador do povoado, Antônio Luiz de Freitas, deu origem a um distrito em 1886. O município foi criado em 1953, em terras desmembradas de Além Paraíba.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Sua população recenseada em 2010 era de 4.090 habitantes.

Situada próximo ao Rio Casca, é uma cidade tranquila rodeada por cadeias de montanhas. Ótimo para quem procura um bom descanso, tendo ótimas cachoeiras para se refrescar, além de uma população alegre e hospitaleira. O acesso pode ser tanto pela rodovia BR-262, quanto pelo estrada de Ouro Preto.

Municípios vizinhos: Ponte Nova, Abre-Campo, Rio Casca, Jequeri, Urucânia.

Turismo[editar | editar código-fonte]

A melhor época para se visitar o local é na Festa do Peão, que acontece geralmente no mês de setembro. Nessa festa, acontece a tradicional cavalgada pelas ruas da cidade e além disso a cidade recebe visitantes provenientes das cidades vizinhas, uma vez que a festa acontece em uma data atípica das festas da região.

Uma outra ocasião em que a cidade recebe vários visitantes são nas festas de fim de ano. Onde os jovens que tem parentes na cidade retornam para visitas, tornando a cidade uma verdadeira cidade de turismo.

O Carnaval gramense já é uma tradição no coração de todos os habitantes, marcada pela apresentação do Batuque "Vai quem quer" seguida por blocos carnavalescos. Além da tipíca apresentação de bandas de renome regional na praça. O carnaval é sem duvida a segunda melhor festa do calendário gramense, ficando atrás apenas da Festa de Peão.

A cidade, marcada pela influência católica, apresenta uma rica programação na Semana Santa, com encenações na praça da Igreja Matriz e procissões.

Economia[editar | editar código-fonte]

A economia é práticamente rural.A cidade ainda tente vários empregados na Usina de Açúcar e Álcool Jatiboca, a cerca de 16Km de Santo Antônio do Grama, no municipio de Urucânia. Bem como dos empregos da Prefeitura e da aposentadoria de muitos habitantes da cidade, entre outros empregos ligados a agricultura, pecuária e reflorestamento. Nessa pequena cidade observa-se também um elevado número de comércios por número de habitantes, uma vez que o comércio local torna-se uma das principais atividades da cidade em função de acontecer muitas vezes a falta de emprego para atender a população.

Na cidade, também observa-se a migração de um elevado número da população jovem para cidades de maior expressão econômica, com a finalidade de estudarem ou trabalharem.

Cultura[editar | editar código-fonte]

A Cidade conta ainda com uma rica cultura, o que é comum em cidades interioranas de Minas Gerais. Vão desde a presença marcante dos resquícios de cultura africana como o Congado, como a tradicional e bem fundamentada fidelidade ao cristianismo demonstrado em eventos como procissões, romarias entre outras. Além disso abre passagem para demonstração da arte gramense com eventos como a exposição de fotos nostálgicas e a predominação de uma educação que estimula a criatividade e o empreendedorismo.

Outro fato que há de ser denotado é a existência de um folclore rico. Histórias como a lenda da Onça Tané, Afonsinho e os 40 garrafões, enche de orgulho e inflamam o peito e o coração de todos os gramenses.

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil. Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial. Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Página visitada em 5 dez. 2010.
  3. Censo Populacional 2010. Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (29 de novembro de 2010). Página visitada em 11 de dezembro de 2010.
  4. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil. Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2000). Página visitada em 11 de outubro de 2008.
  5. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Página visitada em 11 dez. 2010.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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