BR-262

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BR-262.svg
BR-262
BR 262.jpg
Limite leste Vitória, ES
Interseções
Limite oeste Corumbá, MS

A BR-262 é um rodovia transversal brasileira que interliga os estados do Espírito Santo, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

Começa em Vitória no estado do Espírito Santo, passa por cidades importantes como Belo Horizonte, Araxá, Uberaba, Três Lagoas e Campo Grande e termina junto à fronteira com a Bolívia, em Corumbá no estado de Mato Grosso do Sul.

Percorre 195,5 km no estado do Espírito Santo, 999,8 km no estado de Minas Gerais, 316,7 km no estado de São Paulo e 783 km no estado de Mato Grosso do Sul. O trecho paulista ainda não é reconhecido, apesar de aparentemente o traçado ser coincidente com o da SP-300 no trecho entre Nhandeara e Ilha Solteira.

Entre Betim, na região metropolitana de Belo Horizonte, e João Monlevade, a BR-262 e a BR-381 se unem, formando uma única rodovia.

O trecho de Betim a Nova Serrana já está no término da duplicação. São 84 km de rodovia duplicada.

História[editar | editar código-fonte]

Trecho da rodovia BR 262 dentro do município de Luz, Minas Gerais.

Até 1964, no sistema antigo de numeração das rodovias federais, a atual BR-262 era conhecida como BR-31.

O asfaltamento do trecho entre Belo Horizonte e Vitória foi concluído em 1968.

O trecho entre Campo Grande e Corumbá foi concluído anos depois em 1986.

Em 2009, a BR-262/381 registrou 280 mortes em 9.614 acidentes, 138 pessoas morreram e 2.159 ficaram feridas em 2.975 acidentes somente no percurso entre Belo Horizonte e Governador Valadares.[1] [2]

Em 2010, 17 pessoas morreram em menos de 72 horas, no trecho entre Belo Horizonte e Governador Valadares entre os dias 23 e 25 de junho. Ao todo a BR-262/381 registrou 334 mortes em 9.890 acidentes.[2]

Em abril de 2011 a ponte sobre o rio das Velhas entre a barreira da Policia Rodoviaria Federal e a chegada em Belo Horizonte, no km 455, cedeu, bloqueando totalmente a passagem, forçando os motoristas a fazer rotas alternativas por Santa Luzia, Caeté/Sabará ou Ouro Preto/Mariana. Uma ponte provisória de estrutura metálica foi montada para atender o problema e, seis meses após a queda, em setembro de 2011, a nova ponte ficou pronta. Ela é mais segura e mais larga que sua antecessora, construída nos anos 90 pelo extinto DNER (Departamento Nacional de Estradas de Rodagem).[carece de fontes?]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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