Tibério Semprônio Graco (cônsul em 177 a.C.)

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Tibério Semprônio Graco foi censor, duas vezes cônsul e celebrou dois triunfos,[1] e foi o pai dos irmãos Graco. O nome do seu pai era Públio.[2]

Após a morte de Cipião Africano, Tibério casou-se com sua filha Cornélia Africana.[3] Tibério e Cipião não eram amigos, e muitas vezes discordavam, mas a família de Cipião considerou Tibério digno de casar-se com Cornélia.[3]

Conta a lenda que Tibério encontrou duas serpentes em sua cama, e que os adivinhos o proibiram de matar as duas e deixar as duas escaparem, mas que ele deveria matar apenas uma e deixar a outra: se ele matasse a serpente macho, ele morreria, mas se fosse a fêmea, Cornélia morreria.[3] Como ele amava sua esposa e era mais velho, matou a serpente macho, e morreu logo em seguida.[4]

Tibério e Cornélia tiveram doze filhos.[4] Destes, apenas três sobreviveram: uma filha, que se casou com Cipião Emiliano Africano, e os irmãos Graco, Tibério e Caio.[5] Caio era nove anos mais novo que Tibério.[6]

Referências

  1. Plutarco, Vidas Paralelas, Vida de Tibério Graco, 1.1
  2. Cícero, De Officiis, II, 12.43
  3. a b c Plutarco, Vidas Paralelas, Vida de Tibério Graco, 1.2
  4. a b Plutarco, Vidas Paralelas, Vida de Tibério Graco, 1.3
  5. Plutarco, Vidas Paralelas, Vida de Tibério Graco, 1.5
  6. Plutarco, Vidas Paralelas, Vida de Caio Graco, 1.2