Usina Hidrelétrica de Balbina

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Balbina
Nome: Balbina
Capacidade: 250 MW
Barragem
- Altura 51,00 m
- Extensão 2826 m
Área alagada: 2360 km2
Localização: Presidente Figueiredo / AM
Rio: Uatumã
Período de construção: 1985-1989
Proprietário: Eletrobras Amazonas Energia
Usina Hidrelétrica de Balbina.

A Usina Hidrelétrica de Balbina está localizada no rio Uatumã (Bacia Amazônica), município brasileiro de Presidente Figueiredo, precisamente no distrito de Balbina, no estado do (Amazonas. Cada uma das 5 unidades geradoras tem capacidade de geração de até 55 MW de energia elétrica, totalizando 275 MW.

A usina é criticada por ter um alto custo e ter causado o maior desastre ambiental da história do Brasil.[1]

Cquote1.svg Usina de Balbina, no Amazonas, é erro histórico Cquote2.svg
critica de Alexandre Kemenes, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia.

Inaugurada no final da década de 1980, a usina é citada como um erro histórico por cientistas e gestores pela baixa geração em relação à área alagada, e pelas conseqüências disso. Balbina é apontada como problemática também no que diz respeito à emissão de gases de efeito estufa, considerados causadores do aquecimento global.

A liberação de dióxido de carbono e metano é superior à de uma usina térmica de mesmo potencial energético. Além de Balbina, de acordo com o relatório Emissões de Dióxido de Carbono e de Metano pelos Reservatórios Hidrelétricos Brasileiros[2], do Ministério da Ciência e da Tecnologia, outras duas hidrelétricas brasileiras, Usina Hidrelétrica de Samuel (RO) e Usina Hidrelétrica de Três Marias (MG), têm emissões maiores que termelétricas de mesmo potencial.

Com um lago de 2.360 quilômetros quadrados, o potencial energético da usina é de 250 megawatts. Com uma área semelhante, a Hidrelétrica de Tucuruí, também na Amazônia, produz cerca de 8.370 megawatts, por exemplo. Balbina é a pior usina brasileira[carece de fontes?], avalia o professor Luiz Pinguelli Rosa, da Coppe.

[editar] Danos ao meio ambiente

“O índice de emissão de Balbina é dez vezes maior que o de uma termelétrica a carvão. Ela emite 3 toneladas de carbono por megawatt-hora; em uma térmica esse índice é de 0,3 tonelada de carbono por megawatt-hora”[3], compara Alexandre Kemenes, pesquisador do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (Inpa). Os valores de carbono consideram tanto o dióxido de carbono (CO2) quanto o metano (CH4).

[editar] Ver também

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