Ó Paí, Ó
| Ó Paí, Ó | ||||
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Pôster oficial do filme. | ||||
| Brasil 2007 • cor • 96 min | ||||
| Gênero | ||||
| Direção | Monique Gardenberg | |||
| Coprodução | Globo Filmes Dueto Filmes Dezenove Som e Imagens Natasha Filmes | |||
| Roteiro | Monique Gardenberg | |||
| Elenco | ||||
| Distribuição | Europa Filmes | |||
| Lançamento | 30 de março de 2007 | |||
| Idioma | português | |||
| Cronologia | ||||
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Ó Paí, Ó é um filme de comédia musical brasileiro, lançado em 2007, dirigido por Monique Gardenberg e com roteiro baseado em uma peça de Márcio Meirelles. Tem como coordenador de trilha sonora Caetano Veloso. É estrelado por Lázaro Ramos e, em sua maioria, por atores do Bando de Teatro Olodum, grupo que também encenaram o texto no teatro. Wagner Moura, Dira Paes, Emanuelle Araújo e Stênio Garcia desempenham os demais papéis centrais.
O filme foi um sucesso de bilheteria, recebendo elogios do público e da crítica especializada, e tornando-se um dos maiores sucessos de 2007, levando quase 400 mil espectadores ao cinema.[1] O filme gerou uma série de televisão homônima e a sequência Ó Paí, Ó 2, lançado em 2024.
Sinopse
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A trama se passa em um animado cortiço do centro histórico do Pelourinho, em Salvador, durante os últimos dias do Carnaval. Os moradores compartilham uma paixão pelo Carnaval, mas também têm uma antipatia em comum: a síndica do prédio, Dona Joana (Luciana Souza). Todos tentam encontrar um lugar nos últimos dias da festa carnavalesca, seja trabalhando ou se divertindo.
Tudo se desenrola no último dia do Carnaval, até que Dona Joana, uma evangélica fervorosa, incomodada com a farra dos condôminos, decide acabar com a festa, fechando o registro de água do prédio. Os moradores - o aspirante a cantor Roque (Lázaro Ramos), o motorista de táxi Reginaldo (Érico Brás) e sua esposa Maria (Valdinéia Soriano), a travesti Yolanda (Lyu Arisson), a jogadora de búzios Raimunda (Cássia Vale), a dona de bar Neuzão (Tânia Tôko) e sua sobrinha sensual Rosa (Emanuelle Araújo), Carmen (Auristela Sá), que realiza abortos clandestinos e mantém um orfanato em seu apartamento, Psilene (Dira Paes) e a Baiana (Rejane Maia) - então se veem diante do desafio de lidar com a falta de água.
Elenco
[editar | editar código]- Lázaro Ramos .... Roque Nascimento dos Santos
- Stênio Garcia .... Seu Jerônimo
- Wagner Moura .... Boca
- Dira Paes .... Psilene
- Emanuelle Araújo .... Rosa
- Érico Brás .... Reginaldo
- Luciana Souza .... Dona Joana
- Tânia Tôko .... Neusão da Rocha
- Rejane Maia .... Baiana
- Lyu Arisson .... Yolanda
- Valdinéia Soriano.... Maria
- Jorge Washington .... Matias
- Cássia Vale .... Mãe Raimunda
- Auristela Sá .... Carmem
- Virgínia Rodrigues .... Bioncetão
- Edvana Carvalho .... Lúcia
- Leno Sacramento .... Raimundinho
- Cristóvão Silva .... Negócio Torto
- Vinícius Nascimento .... Cosme
- Felipe Fernandes .... Damião
- Cidnei Aragão .... Peixe Frito
- Mateus Ferreira da Silva .... Mateus
- Nauro Neves .... Lord Black
- Merry Batista .... Dalva
- Natália Garcez .... Lia
- Tatau .... Tatau
- Telma Souza .... feirante
- Jamile Alves .... professora
- Gustavo Mello .... guarda
- Nívea Pita .... fiel possuída
- Anselmo Costa .... radialista (voz)
Recepção
[editar | editar código]Cléber Eduardo criticou na Revista Cinética as passagens musicais no filme e o modo como a classe baixa baiana é representada.[2] Kadu Silva avaliou o filme com 3,5/5 no Ccine10 dizendo que é "um musical com sotaque brasileiro".[3]
Legado
[editar | editar código]Série de TV
[editar | editar código]A TV Globo lançou uma série baseada no filme, estrelada por Rames e com o mesmo elenco coadjuvante do filme. Matheus Nachtergaele entrou para o elenco, substituindo Wagner Moura.[4] O programa foi exibido entre outubro de 2008 e dezembro de 2009.
Sequência
[editar | editar código]Em outubro de 2022, foram iniciadas as gravações da sequência.[5] A sequência Ó Paí, Ó 2 foi lançada em novembro de 2023, com todo o elenco original retornando aos seus papéis.[6]
Referências
- ↑ Camargo, Paulo (30 de agosto de 2007). «A segunda chance de Ó Pai Ó». Gazeta do Povo. Consultado em 20 de setembro de 2015
- ↑ Cléber Eduardo. «Ó Paí Ó, de Monique Gardenberg (Brasil, 2007)». Revista Cinética. Consultado em 15 de novembro de 2016. Arquivado do original em 12 de fevereiro de 2021
- ↑ Kadu Silva. «Ó PAI Ó (Crítica)». CCine10. Consultado em 15 de novembro de 2016. Arquivado do original em 11 de janeiro de 2019
- ↑ «Matheus Nachtergaele é Queixão». Gshow. 3 de novembro de 2008. Consultado em 19 de abril de 2024
- ↑ «Em Salvador, Lázaro Ramos publica vídeo com primeiras gravações de Ó Paí Ó 2: 'Reencontro com meus irmãos e irmãs '». G1. Consultado em 28 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 29 de agosto de 2023
- ↑ «Ó Paí, Ó 2». Brasil: AdoroCinema. Consultado em 30 de novembro de 2023
Ligações externas
[editar | editar código]- Filme completo no canal do YouTube da Europa Filmes
- Filmes do Brasil de 2007
- Caetano Veloso
- Filmes de comédia musical do Brasil
- Filmes com temática LGBT de 2007
- Filmes com temática LGBT do Brasil
- Bahia em ficção
- Filmes em língua portuguesa
- Filmes dirigidos por Monique Gardenberg
- Filmes da Globo Filmes
- Filmes gravados em Salvador
- Filmes de comédia da década de 2000
- Filmes ambientados em Salvador
- Filmes sobre afro-brasileiros
- Filmes sobre afro-brasileiros LGBT
- Ó Paí, Ó (franquia)
- Filmes baseados em peças de teatro

