Agares

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Agares segundo Collin de Plancy no «Dictionnaire infernal», Paris, 1863.
Selo de Agares

Agares (ou Agreas[1]) é a segunda entidade de uma lista de 72 descritas pela primeira vez na Arte da Goécia, excerto de um grimório medieval conhecido como A Chave Menor de Salomão.

Agares, segundo o excerto, é um duque (ou grão-duque[2]) na hierarquia infernal, e manda nas partes orientais do inferno e em 31 legiões de demônios.

Ainda segundo o excerto, Agares supostamente tem o poder de causar terremotos, de conceder a capacidade de encontrar pessoas fugitivas e o dom de línguas, sentindo particular prazer na hora de ensinar expressões pejorativas, imorais e proibidas; também tem o poder de destituir dignidades, tanto temporais quanto sobrenaturais.[3][4]

Agares é representado como um ancião decrépito e mau-encarado, montado num crocodilo e com um falcão pousado no punho,[3][4] sendo esta a forma que o goécio assume quando se manifesta fisicamente aos goetas nas evocações.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referencias[editar | editar código-fonte]

  1. Mathers, Samuel. «The Lesser Key of Solomon: Goetia». SHEMHAMPHORASH. Consultado em 19 de fevereiro de 2008 
  2. Collin de Plancy, Thomas. «Dictionnaire Infernal». Consultado em 19 de fevereiro de 2008 
  3. a b Peterson, Joseph. «Lemegeton Clavicula Salomonis, or Lesser Key of Solomon». Ars Goetia. Consultado em 15 de abril de 2007 
  4. a b Weyer, Johann. «De praestigiis daemonum». Pseudomonarchia Daemonum. Consultado em 15 de abril de 2007 


Fontes[editar | editar código-fonte]