Associação tenofovir/emtricitabina

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Associação tenofovir/emtricitabina
Alerta sobre risco à saúde
Identificadores
Número CAS
PubChem 11954236
Código ATC J05AR03
Farmacologia
Via(s) de administração Oral
Classificação legal


POM (UK) -only (US)

Riscos na gravidez
e lactação
B (EUA)
Exceto onde denotado, os dados referem-se a
materiais sob condições normais de temperatura e pressão

Referências e avisos gerais sobre esta caixa.
Alerta sobre risco à saúde.
Pílulas do Truvada.

A associação tenofovir/emtricitabina é uma associação medicamentosa utilizada no tratamento e prevenção do vírus da imunodeficiência humana (HIV). São combinados trezentos miligramas de disoproxil fumarato de tenofovir com duzentos miligramas de emtricitabina.

Sob o nome comercial Truvada, do laboratório farmacêutico Gilead Sciences, nas formas farmacêuticas gel ou pílula,[1] foi aprovada nos Estados Unidos pela Food and Drug Administration em 2004.

Em novembro de 2010 foi anunciado que a combinação de medicamentos pode reduzir em 44% o risco de contaminação em homens. No caso, o medicamento é ingerido antes da contaminação, como forma de prevenção em pacientes de grupo de risco.[2]

Em julho de 2012, a FDA (agência do governo norte-americano que regula remédios e alimentos no país) anunciou a aprovação do Truvada como pílula preventiva para pessoas não contaminadas pelo vírus HIV — tratamento conhecido como profilaxia pré-exposição (PrEP ) — inicialmente para pessoas que convivem em grupos de risco, como prostitutas e parceiros de pacientes infectados.[3][4]

A combinação contendo Truvada e efavirenz (Sustiva) é também conhecida pela marca Atripla.

Indicações[editar | editar código-fonte]

O Truvada pode ser utilizado para o tratamento de infecção pelo HIV (juntamente com outros medicamentos) por adultos e crianças, desde que tenham o peso maior do que 17 quilos.[5]

O medicamento também é indicado para diminuir o risco de infecção pelo HIV em adultos que tenham risco de contrair o vírus, lembrando que o uso de preservativos não deve ser excluído, mas sim complementado.[6]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Cientistas desenvolvem géis antiaids». Consultado em 10 de fevereiro de 2009. 
  2. O Globo. «Pílula diária ajuda a impedir infecção por HIV em homens». Consultado em 23 de novembro de 2010. 
  3. «EUA aprovam pílula anti-Aids para não infectados pelo HIV». O Globo. Consultado em 17 de julho de 2012. 
  4. «EUA aprovam primeira pílula 'anti-Aids'». Folha de S. Paulo. Consultado em 17 de julho de 2012. 
  5. «Truvada (tenofovir/emtricitabina)». www.euroclinix.net. Consultado em 6 de maio de 2018. 
  6. «Truvada é seguro para prevenir vírus da aids, aponta estudo». VEJA.com 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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