Gilead Sciences

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Gilead Sciences (NASDAQ: GILD) é uma empresa de biofarmacologia americana, sediada em Foster City, Califórnia.

A Gilead Sciences investiga, desenvolve e comercializa medicamentos inovadores direcionados para áreas em que ainda existem necessidades médicas não preenchidas,[1] nomeadamente para doenças potencialmente fatais.[2]

Fundada em em 1987 na Califórnia a Gilead tornou-se num período de 25 anos, numa companhia biofarmacêutica com um portfolio de produtos em rápida expansão, com uma forte vertente de investigação e desenvolvimento mantendo operações em três continentes, América do Norte, Europa e Austrália e assegurando a distribuição dos seus medicamentos para o resto do mundo através de parcerias e acordos de licenciamento com outras empresas.

A Gilead tem centrado a sua atividade em áreas terapêuticas com elevada necessidade de resposta, nomeadamente a infeção por VIH, hepatites virais crónicas, infeções fúngicas invasivas, oncologia, doenças inflamatórias, respiratórias e cardiovasculares.

Em Portugal[editar | editar código-fonte]

A Gilead está em Portugal desde 2001 disponibilizando medicamentos de utilização hospitalar para o tratamento da infeção por VIH/SIDA, das hepatites virais crónicas B e/ou C, das infeções fúngicas invasivas e da fibrose quística. Tem também contribuído para a viabilização de alguns projetos de investigação, desenvolve programas educacionais e ações de formação destinadas a profissionais de saúde e outros intervenientes no sector da saúde.[3]

Remédio contra Coronavírus[editar | editar código-fonte]

A Gilead desenvolveu um remédio chamado ''Remdesivir'', que seria a princípio para combater o Ebola [4]. Posteriormente, foi descoberto que tal medicamento servia para tratar o Coronavírus. [5] Entretanto, foi registrada a patente do Remdesivir, com o nome de “droga mágica”, pela Wuhan New Crown Virus Pneumonia. A Gilead alegou que o pedido de patente do Instituto de Pesquisa em Vírus Wuhan foi depositado mais de três anos após a apresentação do pedido pela Gilead. [6] Gilead declarou: “A empresa não tem o direito de interferir se o escritório de patentes concede patentes a pesquisadores chineses. Atualmente, o foco da Gilead é determinar o mais rápido possível a segurança potencial de Remdesivir para a infecção 2019-nCoV. Eficácia e agilize os cronogramas de produção para futuras necessidades potenciais de suprimento.“ [6]

A Gilead disse que solicitou em 2016 uma patente chinesa sobre o uso do remdesivir contra os coronavírus e está aguardando uma decisão. A família dos coronavírus inclui o novo coronavírus, ou 2019-nCoV, responsável pelo surto em Wuhan[7] A Gilead declarou que o pedido de patente do Instituto de Pesquisa em Vírus Wuhan foi depositado mais de três anos após o envio da Gilead, e a consideração desse pedido será baseada no conhecimento conhecido atual da droga sintética. Alega ainda que não é possível comentar os detalhes do pedido de patente do pesquisador, pois o pedido de patente não será publicado até 18 meses depois.[7]

Referências

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