Biologia forense

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A Biologia Forense é a especialidade da biologia que abrange a área criminal. A mesma inclui subáreas que envolvem a botânica, genética, entomologia, ornitologia, toxicologia, patologia, biologia molecular envolvendo técnicas baseadas em DNA ou proteína.

Os biólogos forenses podem examinar o sangue além de outros fluidos corporais, cabelos, ossos, insetos, plantas e animais para auxiliar na identificação de suspeitos criminosos e apoiar as investigações criminalisticas. A tecnologia é uma grande aliada no laboratório e no campo e biólogos forenses recolhem e analisam evidências biológicas que podem ser encontradas em armas, veste e outros objetos para identificar o tempo e a causa da morte por exemplo (Marcel, 2015).[1]

Além de contribuir na resolução de crimes, o biólogo forense também trabalhar na investigação relacionada a contaminação ambiental por empresas, ameaças a saúde humana e animal, investigar tráfico de animais e diversos outros crimes envolvendo a fauna e flora (Morais, 2017).[2]

É necessário que os biólogos forenses mantêm registros ricos e detalhados além de escreverem relatórios sobre os achados biológicos. O cuidado e detalhe é de fundamental importância para a área devido a erros que podem ser cometidos por descuidos levando a evidências se tornarem inúteis no tribunal. Biólogos forenses sênior podem ser testemunhas em tribunais sobre suas investigações (Marcel, 2015).

Biólogos forenses podem se especializarem em diversas áreas tais como:[1]

  • Análise de DNA ou Genética forense
  • Antropologia forense
  • Patologia forense
  • Entomologia forense
  • Botânica Forense
  • Química forense
  • Ornitologia forense
  • Palinologia forense
  • Toxicologia forense e diversas outras.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b «Biologia Forense – Áreas de atuação, salário e empregos». 13 de outubro de 2015. Consultado em 22 de fevereiro de 2018. 
  2. «Como você pode atuar na Biologia Forense?». 1 de maio de 2017. Consultado em 22 de fevereiro de 2018.