Biotecnologia

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Question book-4.svg
Esta página ou secção cita fontes fiáveis e independentes, mas que não cobrem todo o conteúdo, o que compromete a verificabilidade (desde janeiro de 2018). Por favor, insira mais referências no texto. Material sem fontes poderá ser removido.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Biotecnologia.jpg

Biotecnologia é a tecnologia baseada na biologia, especialmente quando usada na agricultura, ciência dos alimentos e medicina. A Convenção sobre Diversidade Biológica da ONU possui uma das muitas definições de biotecnologia:[1]

A definição ampla de biotecnologia é o uso de organismos vivos ou parte deles, para a produção de bens e serviços. Nesta definição se enquadram um conjunto de atividades que o homem vem desenvolvendo há milhares de anos, como a produção de alimentos fermentados (pão, vinho, iogurte, cerveja, e outros). Por outro lado a biotecnologia moderna se considera aquela que faz uso da informação genética, incorporando técnicas de DNA recombinante.

A biotecnologia combina disciplinas tais como genética, biologia molecular, bioquímica, embriologia e biologia celular, com a engenharia química, tecnologia da informação, robótica, bioética e o biodireito, entre outras. Em função da amplitude da definição, por tentar ser um guarda chuva para inúmeras disciplinas já consolidadas,e pelas diversas promessas revolucionárias já feitas e não cumpridas, admite-se um carácter de marketing e de algo amorfo, sem identidade, à biotecnologia, o que vem dificultando o seu pleno entendimento pela sociedade.[2][3]

Histórico[editar | editar código-fonte]

A fabricação de cerveja foi uma das primeiras aplicações da biotecnologia

A história da biotecnologia é a junção da história de ciências já consolidadas, como biologia, química, bioquímica, microbiologia etc.... Isso é devido ao fato do termo biotecnologia ser um guarda chuva para todas as ciências , devido ao seu carácter amorfo e de marketing. Tenta-se passar como tradicional um termo com menos de quarenta anos de existência. A biotecnologia não está limitada a aplicações na área médica e de saúde. (ao contrário da engenharia biomédica, que inclui muita biotecnologia). Embora não seja normalmente considerada como biotecnologia, a agricultura claramente se encaixa na definição ampla de "usar um sistema biotecnológico para fazer produtos", de tal forma que o cultivo de plantas pode ser visto como o primeiro empreendimento de biotecnologia. As teorias têm considerado que a agricultura tornou-se a forma dominante de produção de alimentos desde a Revolução Neolítica.

Os processos e métodos de agricultura foram refinados por outras ciências mecânicas e biológicas desde a sua criação. Através dos primórdios da biotecnologia, os agricultores foram capazes de selecionar as melhores culturas adequadas, tendo os maiores rendimentos, para produzir alimentos suficientes para sustentar uma população crescente. Outros usos da biotecnologia foram necessários quando as culturas e os campos tornaram-se cada vez maiores e difíceis de manter. Organismos específicos e subprodutos de organismos foram utilizados para fertilizante, restauração de nitrogênio e controle de pragas. Durante o uso da agricultura, os agricultores têm, inadvertidamente, alterado a genética de suas culturas ao introduzi-las a novos ambientes e cultivando-as artificialmente com outras plantas, uma das primeiras formas de biotecnologia.

Culturas como as da Mesopotâmia, Egito e Índia desenvolveram o processo de fabricação de cerveja. É ainda feito pelo mesmo método básico de usar grãos maltados (contendo enzimas) para converter o amido de grãos em açúcar e em seguida, adicionando leveduras específicas para produzir cerveja. Neste processo, os carboidratos dos grãos são quebrados em álcoois tais como etanol. Mais tarde outras culturas produziram o processo de fermentação lática que permitiu a fermentação e preservação de outras formas de alimentos. A fermentação também foi utilizada nesta época para produzir pão levedado. Embora o processo de fermentação não foi totalmente compreendido até o trabalho de Pasteur em 1857, ainda é a primeira utilização da biotecnologia para converter uma fonte de alimento em outra forma.

Por milhares de anos, os seres humanos têm utilizado cruzamentos seletivos para melhorar a produção de colheitas e do gado para usá-los como alimento. Na criação seletiva, os organismos com características desejáveis ​​são acasalados para que produzam descendentes com as mesmas características. Por exemplo, esta técnica foi usada com o milho para produzir colheitas maiores e mais doces.

No início do século XX os cientistas obtiveram uma maior compreensão da microbiologia e exploraram formas de fabricação de produtos específicos. Em 1917, Chaim Weizmann usou pela primeira vez uma cultura microbiológica pura em um processo industrial, o da fabricação de amido de milho com Clostridium acetobutylicum, para produzir acetona, que o Reino Unido desesperadamente precisava para a fabricação de explosivos durante a Primeira Guerra Mundial.

A biotecnologia também levou ao desenvolvimento de antibióticos. Em 1928, Alexander Fleming descobriu o fungo Penicillium. Seu trabalho levou à purificação do antibiótico penicilina por Howard Florey, Ernst Boris Chain e Heatley Norman. Em 1940, a penicilina tornou-se disponível para uso medicinal para o tratamento de infecções bacterianas em seres humanos.[4]

Considera-se que o campo da biotecnologia moderna tenha começado em grande parte em 16 de junho de 1980, quando a Suprema Corte dos EUA determinou que um micro-organismo geneticamente modificado poderia ser patenteado no caso Diamond vs Chakrabarty.[5] Ananda Chakrabarty, nascido na Índia, trabalhando para a General Electric, tinha desenvolvido uma bactéria (derivada do gênero Pseudomonas) capaz de quebrar o petróleo bruto, o qual ele propôs utilizar no tratamento de derramamentos de petróleo.

Estimava-se que a receita do setor deveria crescer 12,9% em 2008. Outro fator que influencia o sucesso do setor de biotecnologia é o aperfeiçoamento da legislação sobre direitos de propriedade intelectual, incluindo aplicação de sanções, em nível mundial, assim como uma reforçada demanda por produtos médicos e farmacêuticos para lidar com a população norte-americana doente e envelhecida.[6]

A crescente demanda por biocombustíveis tende a ser uma boa notícia para o setor de biotecnologia. O Departamento de Energia dos Estados Unidos estima que o uso do etanol nos Estados Unidos poderia reduzir o consumo de combustíveis derivados do petróleo em 30% por volta de 2030. O setor de biotecnologia permitiu que o setor agrícola dos EUA aumentasse rapidamente o fornecimento de milho e soja - os principais insumos dos biocombustíveis - através do desenvolvimento de sementes geneticamente modificadas que são resistentes a secas e pragas. Ao aumentar a produtividade agrícola, a biotecnologia tem um papel crucial na garantia de que as metas de produção de biocombustíveis sejam cumpridas.[7]

Cristais de insulina.

Antes dos anos 1970, o termo biotecnologia era utilizado principalmente na indústria de processamento de alimentos e na agroindústria. A partir daquela época, começou a ser usado por instituições científicas do Ocidente em referência a técnicas de laboratório desenvolvidas em pesquisa biológica, tais como processos de DNA recombinante ou cultura de tecidos. Realmente, o termo deveria ser empregado num sentido muito mais amplo para descrever uma completa gama de métodos, tanto antigos quanto modernos, usados para manipular organismos visando atender às exigências humanas. Assim, o termo pode também ser definido como, "a aplicação de conhecimento nativo e/ou científico para o gerenciamento de (partes de) microorganismos, ou de células e tecidos de organismos superiores, de forma que estes forneçam bens e serviços para uso dos seres humanos.[8]

Há muita discussão - e dinheiro - investidos em biotecnologia, com a esperança de que surjam drogas milagrosas. Embora tenham sido produzidas uma pequena quantidade de drogas eficazes, no geral, a revolução biotecnológica ainda não aconteceu na indústria farmacêutica. Todavia, progressos recentes com drogas baseadas em anticorpos monoclonais, tais como o Avastin da Genentech, sugerem que a biotecnologia pode finalmente ter encontrado um papel a desempenhar nas vendas farmacêuticas.[9]

Classificação e código por cores[editar | editar código-fonte]

Em Janeiro de 2004, uma reunião da Comissão Europeia de Biosciences e Technology, da Universidade de York, no Reino Unido, definiu uma classificação dos vários ramos da biotecnologia utilizando um código de cores e reconheceu que qualquer plataforma em biotecnologia que desenvolvesse produtos biológicos poderiam derivar de uma união do " branco " Verde "e" Cinza "da biotecnologia. Em 2005, no 12 º Congresso Europeu de Biotecnologia fico definido a classificação de 4 mecanismos para a identificação dos ramos em biotecnologia, sendo elas:

  • Biotecnologia branca (Industrial): é a biotecnologia aplicada a processos industriais. Um exemplo é a concepção de um organismo para produzir um produto químico útil. Outro exemplo é o uso de enzimas como catalisadores industriais para produzir ou destruir produtos químicos (ex: poluentes perigosos ). A biotecnologia branca tende a consumir menos recursos do que em processos tradicionais utilizados para produzir bens industriais.
  • Biotecnologia vermelha (Saúde): é a que tem relação com a cor do sangue e está relacionada aos processos médicos e de saúde como o desenho de organismos capazes de produzir antibióticos ou moléculas importantes como a insulina, e a engenharia de tratamentos genéticos através de manipulação genética.
  • Biotecnologia verde (Agrícola): tem a cor da maioria das plantas e está relacionada aos processos agrícolas. Um exemplo é o desenvolvimento de plantas transgénicas que crescem em ambientes específicos, na presença (ou ausência) de produtos químicos.tem como objetivo produzir soluções para as questões agrícolas mais sustentáveis e com baixa agressão ao meio ambiente e ao ser-humano, quando comparada a agricultura industrial tradicional. Um exemplo é a engenharia de uma planta que seja capaz de expressar um pesticida natural, evitando a necessidade de aplicação externa de pesticidas.
  • Biotecnologia cinza (Meio ambiente): pesquisas relacionadas a manutenção de condições ambientais e remoção de contaminantes, fermentação clássica e bioprocessos. Em Bringing Genomes to Life na Dinamarca. [10] [11]

O investimento e produção econômica de todos esses tipos de biotecnologia é denominado "bioeconomia".

Profissionais da área de biotecnologia[editar | editar código-fonte]

Os profissionais da biotecnologia possuem formação universitária variada entre as quais: biólogo, médico, bioquímico, agronomo, veterinário, engenheiros diversos, zootecnista, farmacêutico e mesmo o bacharel em biotecnologia etc.. Geralmente são pós-graduados, após três ou quatro anos de exercício profissional, sob supervisão ocasional de profissional experimentado na área de biotecnologia. Cada profissional da biotecnologia ( biólogo, químico, bioquímico, farmacêutico, biomédico, etc...), possui seu próprio conjunto de regulamentações/legislações para atuação na área de biotecnologia, chancelados pelos respectivos conselhos profissionais (ou ordem profissional, no caso de Portugal) e de acordo com o currículo efetivamente cursado/realizado, ou a pós graduações cursadas ou à experiência profissional na área.

De fato, A Classificação Brasileira de Ocupações do Ministério do Trabalho (CBO), que indica a família de ocupações 2011-Profissionais da biotecnologia com três ocupações (bioengenheiro, biotecnologista e geneticista), não discrimina quais profissionais ou diplomas são requeridos para exerce-las: ''Por tratar-se de área multidisciplinar, as formações que dão acesso à profissão são variadas, tais como ramos de engenharia que atuam na fabricação de equipamentos e na produção de materiais, biologia, medicina, bioquímica, agronomia, veterinária, zootecnia, dentre outras.''[12]

Com base nisto tem-se que os profissionais em biotecnologia, no Brasil, são capacitados para desenvolver dispositivos biológicos e produtos derivados destes, manipulam material genético, sintetizando sequências de DNA, construindo vetores, modificando genes in vivo e in vitro, manipulando expressão gênica e gerando organismos geneticamente modificados. Analisam genoma, sequenciando-o, identificando genes e marcadores genéticos; aplicam técnicas de reprodução e multiplicação de organismos; produzem compostos biológicos e desenvolvem equipamentos, dispositivos e processos de uso biotecnológico.[12]

Em recente levantamento, um coletivo de bacharéis em biotecnologia confirmou que esta graduação e esta área de trabalho encontram se extremamente vinculadas a pesquisa científica : menos de vinte por cento dos entrevistados estavam empregados fora da area acadêmica ou empreendendo, sendo que apenas metade destes estava exercendo o cargo com a denominação de biotecnologos e a outra metade exercendo a profissão em áreas que per se não são consideradas como biotecnologia. Este levantamento também confirmou outro levantamento feito pela UFCE acerca do pouco mercado não acadêmico de biotecnologia e sua concentração no estado de SP. O levantamento da UFCE também aponta um alto grau de desistência do curso.[13]

Considerações[editar | editar código-fonte]

  • O trabalho é exercido em ambientes fechados e controlados de laboratórios de diferentes áreas de conhecimento e aplicações. O trabalhador está sujeito a ruídos, a baixas temperaturas, a riscos biológicos e químicos relacionados a manipulação de substâncias tóxicas e a radiações.As atividades são supervisionadas ocasionalmente, os profissionais trabalham, majoritariamente, na condição de trabalho assalariado o horário de trabalho é diurno e, eventualmente, há plantões em turno, no caso de laboratórios de pesquisa.[12]
  • No Brasil, a Classificação Brasileira de Ocupações, do Ministério do Trabalho, descreve que a classificação da família Biotecnologista 2011- 05-10-15 como '' não compreende biólogos e afins'', porém, o biólogo, a exemplo de outras profissões, possuem o respaldo de atuação na biotecnologia garantidos por legislação/resolução própria, neste caso, a RESOLUÇÃO Nº 227, DE 18 DE AGOSTO DE 2010 do CFBio[12]. Outros profissionais podem se registrar no Ministério do Trabalho como Biotecnologista, não está restrito a apenas ao bacharel em biotecnologia, inclusive, a própria CBO deixa isso claro, conforme descrito acima.[12]
  • Deve-se ressaltar que existem duas correntes de pensamento: uma indica com veemência que a biotecnologia não é exclusiva de uma única profissão e que não existe uma formação que seja a melhor para essa área, e portanto, diversas profissões podem atuar na área de biotecnologia, sendo ou não considerados formalmente biotecnologistas.Outra corrente de pensamento indica que o bacharel em biotecnologia recebe uma formação acadêmica especifica para este campo de atuação fundamentada na interdisciplinariedade. É importante mencionar que o conteúdo da proposta no PL 3747/2015 entra em conflito com a CBO: O PL afirma categoricamente que a profissão de biotecnologista será exercida apenas por bacharéis em biotecnologia, reguardados os direitos de exercício aqueles profissionais outros que exercem a biotecnologia por cinco anos ininterruptos anteriores a data da lei.Por outro lado a CBO afirma de forma categórica que não existe um formação específica para atuação em biotecnologia, considerando as diferentes legislações de diferentes profissionais que resguardam o exercício profissional na área de biotecnologia.[12][14]
  • O projeto de lei que regulamenta a profissão de Biotecnologista e cria os Conselhos Federais e Regionais de Biotecnologia corresponde ao PL 3747/2015 e aguarda parecer e aprovação na câmara do deputados, de acordo com esforços políticos da LinaBiotec, Liga de Bacharéis em Biotecnologia. Para uma corrente de pensamento, esse projeto de lei em questão pretende regulamentar as atividades em biotecnologia dando maior segurança aos processos e uniformidade nacional as empresas de maneira a torna-las mais competitivas. Para outra corrente de pensamento, isto é desnecessário, uma vez que já existem conselhos, regulamentações e segurança a estas empresas, inclusive, atualmente os profissionais formados em biotecnologia podem recorrer a outros Conselhos (ou Ordem de profissionais em Portugal) . Existe ainda uma terceira corrente de pensamento que indica que tal Conselho poderia até existir, na forma de Conselho dos profissionais de biotecnologia, incluindo todos os profissionais acima citados, bastando a comprovação de atuação em biotecnologia por cinco anos ininterruptos, independente da data da lei, o que tornaria essa uma iniciativa multiprofissional e não mais uma iniciativa de um único bacharelado. A diferença de pensamento entre esta terceira corrente e a atual proposta, portanto, é que na atual proposta, após certo tempo, apenas bacharéis em biotecnologia fariam parte do Conselho de biotecnologia, e na terceira corrente, essa limitação não ocorreria e todos os profissionais envolvidos na biotecnologia fariam parte deste Conselho por todo o tempo de existência dele. A importância de um Conselho, seja o de um futuro conselho de biotecnologia ou seja outro quaisquer é permitir o exercício de atividades remuneradas com um piso salarial definido, emitir parecer técnico e assumir responsabilidade técnica em produtos e processos. Deve-se ressaltar que profissões como zootecnia vem por mais de 30 anos aguardando ter sua profissão registrada em um Conselho próprio.[14]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. "Convenção sobre Diversidade Biológica (Artigo 2. Utilização de Termos)." Nações Unidas. 1992. Recuperado em 28 de julho de 2015.
  2. «Biotechnology: What it is, what it is not, and the challenges in reaching a national or global consensus». July 2004. Consultado em 6 de janeiro de 2018  Verifique data em: |data= (ajuda)
  3. «Doubts About the Promised Bounty of Genetically Modified Crops». New York Times. 29 de outubro de 2016. Consultado em 6 de janeiro de 2018 
  4. Thieman, W.J.; Palladino, M.A. (2008). Introduction to Biotechnology. [S.l.]: Pearson/Benjamin Cummings. ISBN 0-321-49145-9 
  5. "Diamond v. Chakrabarty, 447 U.S. 303 (1980). No. 79-139." United States Supreme Court. 16 de junho de 1980. Página visitada em 4 de maio de 2007.
  6. VoIP Providers And Corn Farmers Can Expect To Have Bumper Years In 2008 And Beyond, According To The Latest Research Released By Business Information Analysts At IBISWorld. Los Angeles (March 19, 2008)
  7. The Recession List — Top 10 Industries to Fly and Fl... (ith anincreasing share accounted for by ...), bio-medicine.org
  8. Bunders, J.; Haverkort, W.; Hiemstra, W. "Biotechnology: Building on Farmer's Knowledge". Macmillan Education, Ltd, 1996. ISBN 0-333-67082-5
  9. Henco, A. International Biotechnology Economics and Policy: Science, Business Planning and Entrepreneurship; Impact on Agricultural Markets and Industry; Opportunities in the Healthcare Sector. ISBN 978-0-7552-0293-5.
  10. «Colours of Biotechnology». Elsevier Biotechnolgy. Consultado em 11 de abril de 2017 
  11. «The Colours of Biotechnology: Science, Development and Humankind». ELECTRONIC JOURNAL OF BIOTECHNOLOGY. Consultado em 11 de abril de 2017 
  12. a b c d e f Classificação Brasileira de Ocupações, último acesso em 17 de abril de 2017.
  13. Sustec Jr, Profissõ Biotec (2017). Profissionais de biotecnologia: cenário pós diplomação. São Carlos: [s.n.] 
  14. a b Forte, Danilo (25 de novembro de 2015). «Regulamentação da profissão de biotecnologista». Congresso Nacional Brasileiro. Consultado em 20 de dezembro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Biotecnologia
Commons
O Commons possui imagens e outras mídias sobre Biotecnologia