Celso de Carvalho (músico)

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Celso de Carvalho (24 de Janeiro de 1950 - 10 de Agosto de 1998), DE SEU NOME COMPLETO Celso Rosa Belo de Carvalho, foi um músico português.

Percurso[editar | editar código-fonte]

Violoncelista, filho de um também violoncelista homónimo (Celso Costa Belo de Carvalho) que integrou sucessivamente as Orquestras Sinfónica do Porto e Sinfónica da Emissora Nacional.

Também Celso era violoncelista e tocava Contra-Baixo, Baixo, Piano, entre outros instrumentos.

Pertenceu ao grupo Plexus, que também integrava outros nomes como Carlos Zíngaro, Luís Pedro Fonseca, Jorge Valente e José Alberto Teixeira Lopes. Em 1969, lançaram o EP "Paraíso Amanhã" (RCA), com supervisão e direcção musical de José Cid e António Moniz Pereira. Nesse disco, Celso de Carvalho tocava violoncelo, violoncelo eléctrico e baixo.

Pertenceu à Banda do Casaco tendo participado em todos os discos gravados pelo grupo.

Em 1997 lançou a solo o disco "Celsianices", uma edição de autor do qual foram apenas prensados 30 exemplares, numerados e assinados.

Participou em gravações de estúdio ou em concertos de diversos artistas nacionais e estrangeiros como o Quarteto 1111, José Afonso, Rão Kyao, Filipe Mendes, António Pinho Vargas, Steve Potts, Gunther Hampel, Marcos Resende, Né Ladeiras, Jerry Marotta, António Emiliano, Chico Buarque, Ramuntcho Matta, Amélia Muge, Ala dos Namorados ou Francisco Filipe Martins (guitarra de Coimbra; com os violas Rui Pato e Humberto Matias).

Morreu a 10 de Agosto de 1998, após luta contra um cancro, deixando dois filhos, Mila Belo (atriz, cantora e locutora) e Pedro Belo.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]