Rádio e Televisão de Portugal

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Rádio e Televisão de Portugal, S.A.
RTP.png
Slogan Portugal sempre ligado
Tipo Empresa de capitais públicos
Indústria Comunicação Social
Fundação 1935 com o nome de Emissora Nacional
1955 com o nome de Radiotelevisão Portuguesa
2004 com o nome de Rádio e Televisão de Portugal
Sede Lisboa,  Portugal
Locais Lisboa,  Portugal
Pessoas-chave Alberto da Ponte, CEO
Empregados 2.000
Produtos Rádio
Televisão
Lucro Aumento EUR 41,4 milhões (2012)
Faturamento Baixa EUR 259,0 milhões (2012)[1]
Página oficial http://www.rtp.pt/

A Rádio e Televisão de Portugal (RTP) MH IH é uma empresa estatal portuguesa que inclui a rádio e a televisão públicas. Antes do ano de 2004, a Radiodifusão Portuguesa (RDP) e a Radiotelevisão Portuguesa (RTP), empresas públicas de rádio e televisão respectivamente, estavam separadas e eram entidades jurídicas independentes e distintas. Em 2004, foram reestruturadas e fundidas numa única empresa pública, prestadora do serviço Público, a Rádio e Televisão de Portugal. Desde então, a sigla RTP passou a designar o grupo inteiro de Rádio e Televisão Públicas. A RTP é um dos canais de televisão mais vistos em Portugal, nos Açores e na Madeira. Diariamente, milhões de pessoas em todo o mundo põem os olhos na RTP, em países de língua oficial portuguesa como o Brasil; Cabo Verde; Guiné-Bissau; São Tomé e Príncipe; Angola; Moçambique; Timor-Leste; na R.A.E. de Macau na China, em Goa, Damão e Diu na Índia incluindo também em países onde há comunidades portuguesas numerosas, em França, Alemanha, Suíça, Luxemburgo, Grã-Bretanha, Estados Unidos, Canadá, África do Sul e Venezuela, através da RTPi. Atualmente a RTPi está presente em quase todos os países e regiões do Mundo, incluíndo, por exemplo, Santa Helena (ilha), Reunião (ilha), Seychelles, Curaçao, entre tantos outros territórios.[2]

História da Radiodifusão Portuguesa (RDP)[editar | editar código-fonte]

Oficialmente, a Emissora Nacional de Radiodifusão, usualmente designada Emissora Nacional, da qual a RDP é sucessora, foi fundada no dia 4 de Agosto de 1935, tendo iniciado as suas emissões regulares em 1 de Agosto.

Contudo, o primeiro passo para a sua constituição foi dado em 1930, aquando de um decreto que criou, na dependência dos CTT, a Direcção dos Serviços Radio eléctricos, autorizando, em simultâneo, a aquisição dos primeiros emissores de onda média e onda curta em Portugal.

Sede da Rádio e Televisão de Portugal em Cabo Ruivo, Lisboa.

Em 1932, entre Abril e Maio, realizaram-se as primeiras emissões experimentais em Onda Média e em 1934 o mesmo aconteceu relativamente à Onda Curta, que desde logo se assumiu como uma das vocações naturais da jovem estação emissora.

Três anos depois, a sua capacidade de emissão era alargada para atingir a diáspora portuguesa. Data dessa altura o lançamento de um programa de referência - a "Hora da Saudade" - destinado aos emigrantes no continente americano e aos pescadores da frota bacalhoeira.

Ainda em 1934, os estúdios eram transferidos de Barcarena para a Rua do Quelhas, em pleno coração de Lisboa, onde se mantiveram até meados dos anos 90. Nessa mesma rua, mas num outro edifício que outrora acolheu o histórico Rádio Clube Português, funcionava, até ao ano de 2007 o Museu da Rádio. Os estúdios de Barcarena em 1949 foram reutilizados para a realização das emissões do Programa B da Emissora Nacional, antecessora do canal Lisboa 2 da Emissora Nacional, do Programa 2 da Emissora Nacional, da Rádio Cultura e da actual Antena 2.

A Emissora Nacional foi essencialmente definida à imagem das congéneres europeias. Concebida num quadro político interno e externo em que as rádios nacionais desempenhavam sobretudo um papel de veículo dos interesses do Governo, esta característica acentuou-se ainda mais no caso português em função do regime autoritário que vigorou até 1974.

Em 1940, libertou-se da tutela dos CTT, iniciando-se, nessa altura, o modelo de implantação regional no continente e ilhas.

Baseada num modelo sóbrio de apresentação e recorrendo a locutores de alta qualidade, a Emissora Nacional, embora assumindo sistematicamente o seu papel de órgão de propaganda do chamado Estado Novo, soube desenvolver uma cultura própria que influenciou fortemente a sociedade e marcou decisivamente a história da rádio em Portugal.

Da dinâmica inicial, que se estendeu ao longo dos anos 50, surgiram as orquestras da Emissora Nacional - Sinfónica, Típica e Ligeira - o Centro de Formação de Artistas da Rádio, onde se revelaram alguns dos grandes nomes da música portuguesa, o teatro radiofónico, de que são paradigma os folhetins e programas, com destaque para o "Domingo Sonoro" e os "Diálogos da Lelé e do Zequinha" que ficaram na memória colectiva dos portugueses.

Os programas mais emblemáticos da Emissora Nacional foram os seguintes: o programa «Serão para Trabalhadores», programa de variedades iniciado em 1941 e transmitido às segundas-feiras ao serão, onde se divulgava o melhor da música ligeira portuguesa da época e o programa mais longevo da estação, pois durou até ao 25 de Abril de 1974; o programa «Retiro da Severa», mais tarde conhecido como «Fados e Guitarradas», transmitido de 15 em 15 dias, em directo do Retiro da Severa e mais tarde em directo do estúdio, ás 10 horas de Domingo; a «Meia Hora de Recreio», programa infantil da estação dedicado aos mais pequenos; os «Serões da Emissora Nacional» e a «Hora de Variedades», programas consagrados á divulgação da música erudita; o «Diário da Emissora Nacional», o único bloco informativo da estação, que mais tarde passou a ser o «Diário Sonoro»; o «Domingo Sonoro», durante a 2ª Guerra Mundial programa semanal de síntese informativa, e depois programa de teatro radiofónico e entretenimento, onde passavam os diálogos de «A Lélé e o Zéquinha», protagonizados por Irene Velez e Vasco Santana.

A EN iniciou as suas emissões em Frequência Modulada (FM) em 1955.[3]

A EN, sendo um dos maiores meios de propagando do Estado Novo, com a revolução a Emissora Nacional é ocupada, e são nomeados militares para todos os cargos relevantes. Passadas as maiores vicissitudes do período revolucionário, as estações de rádio são nacionalizadas em Dezembro de 1975, com excepção da Rádio Renascença. E é criada a EPR - Empresa Pública de Radiodifusão, que concentra todas as estações.

Em 1976, a nova empresa adopta o nome de Radiodifusão Portuguesa EP, ficando depositária da obrigação de prestar um serviço público de rádio. Em termos de produção, a empresa organiza-se em 4 canais nacionais e 3 regionais para o continente (RDP Norte, RDP Centro e RDP Sul) e 2 regionais para as ilhas (RDP Madeira e RDP Açores), mantendo as emissões internacionais em Onda Curta.

Em 1979, procede-se a uma profunda reorganização interna resultando na criação da Rádio Comercial que, juntamente com os programas emitidos a partir dos centros regionais, entra em concorrência directa com os operadores privados no mercado publicitário.

Entre 1992 e 1994 a RDP inicia nova fase de transformação que conduzirá a um modelo próximo do actual. A Rádio Comercial é privatizada e retira-se a publicidade de todos os canais, deixando-se, assim, o mercado publicitário exclusivamente aos operadores privados. É elaborado um plano com o objectivo de concentrar serviços até então dispersos por vários edifícios da capital no recém-adquirido edifício das Amoreiras, em Lisboa, que passa a abrigar os sectores técnico e de produção, enquanto se alienam progressivamente outras instalações. Desenvolve-se ao mesmo tempo uma política de redimensionamento dos efectivos, de renovação do parque de emissores e de actualização em todos os domínios.

Em 1994, cria-se a Antena 3, a estação jovem do grupo. E no mesmo ano, a RDP é transformada em sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, deixado de ser uma Empresa Pública.

Em 1995, a RDP África surge como um novo canal vocacionado para os países africanos de língua portuguesa.

O esforço de modernização prossegue e a empresa entra decisivamente na era da digitalização. A partir 1998, Portugal passa a dispor, progressivamente, do sistema DAB - Digital Audio Broadcasting - projecto pioneiro no país, inteiramente desenvolvido pela RDP, mas de reduzida visibilidade e adesão popular.

Em 2000, a RDP é incluída na Portugal Global, SGPS - a holding criada para agrupar os média estatais, holding essa que viria a ser extinta em 2003 no âmbito da reestruturação que se avizinhava para o sector.

A prometida reorganização ocorre no início de 2004, com a criação da Rádio e Televisão de Portugal, SGPS, holding que reúne RDP e RTP, e a partilha de instalações e serviços na nova sede conjunta da Avenida Marechal Gomes da Costa, em Lisboa, e em algumas delegações regionais. Paralelamente a isto, a taxa de radiodifusão sonora, até aí financiamento exclusivo da RDP, passa a estar afecta aos dois operadores de serviço público, e são suprimidas as emissões locais da RDP Norte, Centro e Sul.

História da Radiotelevisão Portuguesa[editar | editar código-fonte]

Entre 1954 e 1955, o Gabinete de Estudos da então Emissora Nacional estuda o projecto para o início de uma rede de televisão nacional, sendo um dos principais impulsionadores Marcelo Caetano, que aconselhou Salazar nesse sentido. Por iniciativa do Governo, foi constituída a RTP - Radiotelevisão Portuguesa, S.A.R.L., a 15 de Dezembro de 1955, sociedade anónima com o capital social de 60 milhões de escudos, tripartido entre o Estado, emissoras de radiodifusão privadas e particulares.[4]

As emissões experimentais da RTP iniciaram-se em 4 de Setembro de 1956, às 21h30, a partir da Feira Popular, em Lisboa. No entanto, as emissões regulares, só se iniciariam a partir de 7 de Março de 1957, às 21h30.[5]

No dia 20 de Outubro de 1959, a RTP tornou-se membro da UER - União Europeia de Radiodifusão - e em meados dos anos 60 do século XX passou a ser transmitida para todo o país.

No dia 25 de Dezembro de 1968 comemorou-se o Natal com a criação do segundo canal da RTP em UHF (a partir de 16-10-1978 designado por RTP2).

Mais tarde, dois canais regionais iniciaram a sua actividade nos arquipélagos dos Açores e da Madeira, na década de 70: a RTP Madeira, em 6 de Agosto de 1972 e RTP Açores, em 10 de Agosto de 1975.

Após o 25 de Abril de 1974, o estatuto da empresa concessionária da radiotelevisão foi alterado. Em 1975, a RTP foi nacionalizada, transformando-se na empresa pública Radiotelevisão Portuguesa, pelo Decreto-Lei n.º 674-D/75, de 2 de Dezembro.

Em 1976 a RTP inaugura novas instalações situadas na Avenida 5 de Outubro, em Lisboa.

A RTP iniciou as emissões regulares a cores no 7 de Março de 1980, depois de algumas experiências técnicas, contudo grande parte da população ainda não dispunha de equipamentos a cores.

No dia 10 de Junho de 1992, iniciaram-se as transmissões da RTP Internacional.

Em 14 de Agosto de 1992, a RTP transformou-se em sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos - a Radiotelevisão Portuguesa, S.A..

No dia 7 de Janeiro de 1998, iniciaram-se as emissões regulares da RTP África, destinada aos habitantes dos lusófonos, como: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique e São Tomé e Príncipe.

O 11 de Maio de 2000, a RTP - juntamente com a Radiodifusão Portuguesa (RDP) e a Agência Lusa - passa a fazer parte da sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos denominada Portugal Global, SGPS, S.A..

A Portugal Global foi extinta em 22 de Agosto de 2003, tendo sido feita a reestruturação do sector empresarial do Estado na área do audiovisual. Entre outras alterações, transformou-se a antiga Radiotelevisão Portuguesa, SA, sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos, numa nova sociedade gestora de participações sociais, denominada Rádio e Televisão de Portugal, SGPS, SA. Foi ainda criada uma sociedade anónima de capitais exclusivamente públicos designada Radiotelevisão Portuguesa - Serviço Público de Televisão, SA.

Centro de Produção da RTP em Chelas, Lisboa, inaugurado em 2007.

A 5 de Janeiro de 2004, a RTP2 deu lugar a um novo canal denominado 2:. Ainda em 2004, é criado o canal noticioso da RTP, a RTPN, é também criado o canal dedicado aos programas que fizeram história na RTP, a RTP Memória.

Em 2007, a RTP comemora os seus 50 anos de emissões em Portugal, inaugurando, O novo Complexo de estúdios de Chelas, junto às instalações da RTP e RDP inauguradas em 2004. Este complexo possui meios técnicos actuais e modernos prontos para o arranque da emissão da TDT (Televisão Digital Terrestre). Este complexo tem 4 estúdios de 800, 400, 200 e 100 metros quadrados devidamente equipados. É também adquirido um enorme carro de exteriores totalmente equipado para emissão em HDTV High Definition Television (Televisão de Alta Definição).

Igualmente, em 2007, a Rádio e Televisão de Portugal, SGPS, SA, é transformada em Rádio e Televisão de Portugal, SA. Sendo incorporadas nesta, a Radiodifusão Portuguesa, SA; Radiotelevisão Portuguesa - Serviço Público de Televisão, SA; e Radiotelevisão Portuguesa - Meios de Produção, SA.

No dia 19 de Março de 2007, a 2: retomou a designação original, RTP2, com nova identidade.

A 19 de Setembro de 2011, a RTPN torna-se a RTP Informação.

Museu da Rádio e Televisão de Portugal[editar | editar código-fonte]

A área museológica conta com mais de 5.000 peças distribuídas entre o núcleo museológico da Madeira, a Colecção Museológica, a Reserva Visitável e a Reserva Técnica. A colecção beneficia, também, do contributo dos espólios, nomeadamente, de Fernando Pessa, Maria Leonor e Pedro Moutinho, figuras incontornáveis da história da rádio e da televisão.

O projecto museológico visitável da RTP nasceu em outubro de 2009 e têm assegurado o seu melhor empenho e dignidade. Este projecto visa proteger, preservar e divulgar os aparelhos de realização, difusão e recepção da história da rádio e televisão, sem esquecer alguns dos momentos mais marcantes da produção de conteúdos radiofónicos e televisivos que se assumem como um tributo à excelência do Serviço Público e ao trabalho de todos os profissionais da Rádio e Televisão de Portugal.

O projecto museológico visitável da RTP possibilita uma interacção do visitante com o passado, através da recriação de um estúdio de rádio dos anos 50 e um contacto com o presente através de um moderno estúdio de televisão onde o visitante pode gravar a sua própria emissão.

A RTP disponibiliza ainda, o acesso ao Museu Virtual.

Canais de Rádio[editar | editar código-fonte]

Com sede em Lisboa, a RDP divide-se pelos e centros regionais do Porto, Coimbra, Faro, Ponta Delgada e Funchal. Actualmente a RDP é contituída pelos seguintes canais:

  • Antena 1, rádio generalista;
  • Antena 2, rádio cultural;
  • Antena 3, rádio dedicada ao público jovem e às novas tendências da música;
  • RDP Internacional, rádio de ligação dos portugueses e lusofalantes de todo o mundo, a Portugal;
  • RDP África, rádio que aproxima e promove a integração dos países africanos de língua oficial portuguesa;
  • RDP Antena 1 - Madeira, rádio generalista da Região Autónoma da Madeira;
  • RDP Antena 3 - Madeira, rádio, da Região Autónoma da Madeira, dedicada ao público jovem e às novas tendências da música;
  • RDP Antena 1 - Açores, rádio generalista da Região Autónoma dos Açores;
  • Rádio Lusitana, rádio disponível no portal da RTP (www.rtp.pt);
  • Rádio Vivace, rádio disponível no portal da RTP (www.rtp.pt);
  • Rádio Antena 1 Vida, rádio disponível no portal da RTP (www.rtp.pt);
  • Antena 3 Dance, rádio disponível no portal da RTP (www.rtp.pt);
  • Antena 3 Rock, rádio disponível no portal da RTP (www.rtp.pt);.
  • Antena 1 Fado, rádio disponível no portal da RTP (www.rtp.pt);

A RDP assegura ainda o funcionamento do Museu da Rádio, e a manutenção e actualização dos arquivos sonoros.

Canais de Televisão[editar | editar código-fonte]

Actualmente a RTP é constituída pelos seguintes canais:

Logótipo Canal Descrição Slogan Formato Fundação Teletexto
RTP1.png RTP1 canal dedicado ao Humor, Ficção e Informação Portugal Sempre Ligado 16:9 7 de janeiro de 1957 (57 anos) Sim
RTP2.jpg RTP2 canal dedicado à cultura, ao conhecimento, à informação especializada, aos conteúdos europeus e à programação para crianças Quem vê, Quer ver 16:9 25 de dezembro de 1968 (45 anos) Sim
RTP M.jpg RTP Madeira canal generalista da Região Autónoma da Madeira Madeira Sempre Ligada 4:3 6 de agosto de 1972 (41 anos) Sim
Logo RTP Açores.png RTP Açores canal generalista dos Região Autónoma dos Açores Açores Sempre Ligados 16:9 10 de agosto de 1975 (38 anos) Sim
Logo RTP Internacional.png RTP Internacional canal dedicado às comunidades portuguesas fora de Portugal Sente Portugal 16:9 10 de junho de 1992 (21 anos) Sim
Logo RTP África.png RTP África canal dedicado às comunidades lusófonas africanas Vários Mundos uma só Língua 16:9 7 de janeiro de 1998 (16 anos) Não
Logo RTP Memória.png RTP Memória canal dedicado a programas antigos Um novo olhar! 4:3 4 de outubro de 2004 (9 anos) Não
Logo RTP Informação.png RTP Informação canal de informação e de magazines Jornalismo de Confiança 16:9 19 de setembro de 2011 (2 anos) Não
RTP Mobile canal especifico da RTP para as plataformas móveis A RTP na palma da sua mão 16:9 Não
RTP1 HD ou RTP HD canal especifico da RTP para as plataformas móveis 16:9 Não

Canais Extintos[editar | editar código-fonte]

Canal Descrição Slogan Substituto Formato Fundação Fecho Teletexto
NTV canal de informação, com especial enfoque na região Norte, e de magazines Vemo-nos aqui RTPN 4:3 15 de outubro de 2001 (12 anos) 31 de maio de 2004 (9 anos) Não
RTPN canal de informação e de magazines N de Notícias RTP Informação 4:3 31 de maio de 2004 (9 anos) 19 de setembro de 2011 (2 anos) Não

Canais Futuros[editar | editar código-fonte]

  • RTP A, canal de linguagem gestual, que ao contrário dos outros canais, vai transmitir a programação da RTP1, onde o ecrã será invertido, onde na pequena janela em vez de aparecer a linguagem gestual, vai aparecer o programa.
  • RTP Música, canal de música que dará destaque aos músicos portugueses e lusófonos;[6]
  • RTP Desporto, canal dedicado aos desporto Português e lusófonos

Canais Temporários[editar | editar código-fonte]

Estruturas da RTP[editar | editar código-fonte]

Presidentes do Conselho de Administração[editar | editar código-fonte]

Diretor-Geral de Conteúdos[editar | editar código-fonte]

( Durante 9 anos (2002 - 2011) a RTP não teve o cargo de Diretor-Geral)

Diretores de Informação de Televisão[editar | editar código-fonte]

Diretores de Informação de Rádio[editar | editar código-fonte]

Diretores de Programas RTP1[editar | editar código-fonte]

Diretores de Programas RTP2[editar | editar código-fonte]

Diretores de Programas RDP[editar | editar código-fonte]

Provedores RTP[editar | editar código-fonte]

Provedor Telespetador[editar | editar código-fonte]

Provedor do Ouvinte[editar | editar código-fonte]

Profissionais da RTP[editar | editar código-fonte]

Serenella Andrade na feira Normédica, na Exponor, com o antigo microfone da RTP.

Figuras históricas da RTP[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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