Lousã

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Lousã
Brasão de Lousã Bandeira de Lousã
Câmara Municipal e igreja matriz da Lousã.jpg
Câmara municipal e igreja matriz da Lousã.
Localização de Lousã
Gentílico Lousanense
Área 138,40 km²
População 17 604 hab. (2011)
Densidade populacional 127,2  hab./km²
N.º de freguesias 4
Presidente da
câmara municipal
Luís Antunes (PS)
Fundação do município
(ou foral)
1513
Região (NUTS II) Centro
Sub-região (NUTS III) Pinhal Interior Norte
Distrito Coimbra
Antiga província Beira Litoral
Orago São Silvestre
Feriado municipal 24 de Junho (São João)
Código postal 3200 Lousã
Sítio oficial www.cm-lousa.pt
Municípios de Portugal Flag of Portugal.svg

A Lousã (pronúncia em português: [lowˈzɐ̃] ( ouvir)) é uma vila portuguesa no distrito de Coimbra, região Centro e sub-região do Pinhal Interior Norte.

Informação geral[editar | editar código-fonte]

Situa-se na zona de transição entre as duas dinâmicas de desenvolvimento que demarcam a sub-região: de um lado, as terras mais «urbanas», mais próximas da capital regional; do outro, as mais afastadas, com carácter mais «rural». De entre os concelhos da sub-região com variação demográfica positiva, o concelho da Lousã é o que possui a mais elevada (18%), superior aos valores médios da região (3,4%) e do país (4,6%).

É sede de um município com 138,40 km² de área[1] e 17 604 habitantes (2011),[2][3] subdividido em 4 freguesias.[4]. O município é limitado a norte por Vila Nova de Poiares, a nordeste por Arganil (numa escassa centena de metros), a leste por Góis, a sudeste por Castanheira de Pera, a sul por Figueiró dos Vinhos e a oeste por Miranda do Corvo.

Educação[editar | editar código-fonte]

Além disso, a Lousã tem uma extensa rede escola pública[5] e uma Pousada da Juventude.[6] Há também uma escola profissional (pública igualmente). Respeito ao ensino privado, há vários centros.[7]

Usos do solo municipal[editar | editar código-fonte]

O território municipal está dividido nestes termos:[8]

História[editar | editar código-fonte]

Pré-história[editar | editar código-fonte]

Os primeiros sinais da presença humana na Lousã datam do período "Paleolítico Inferior", há cerca de meio milhão de anos.

Recentemente foram descobertos dezenas de sítios com artefactos em pedra talhada (nomeadamente bifaces, Machados de Mão e grandes Lascas corticais, atribuídas à indústria Acheulense).[9]

Estes novos sítios arqueológicos e os seus artefactos aportam novos conhecimentos para a compreensão da Pré-história no concelho da Lousã e dos grupos de caçadores recolectores que por aqui habitavam.

Inicialmente, dizem-nos que o sítio arqueológico estudado da Quinta do Conde de Foz de Arouce não é um caso isolado no concelho da Lousã e que existem inúmeros paralelos ao longo do Rio Ceira, nos mais diversos terraços e a diferentes altitudes.

Os artefactos recolhidos demonstram, através do historial de pesquisas na Quinta do Conde de Foz de Arouce (ver tese de mestrado "Contribuição para o Estudo da Pré História do Vale do Ceira: As indústrias líticas da Quinta do Conde de Foz de Arouce") e do seu estudo, que eram objectos funcionais utilizados, principalmente, para o descarne de animais selvagens.

Tanto as grandes lascas corticais, como os machados de mão e os bifaces, são ferramentas de descarne extremamente eficazes e identificadas como sendo da cultura Acheulense.

Pelo tamanho e peso dos artefactos, poderemos deduzir que foram elaborados a pensar no descarne de animais de grande porte como, por exemplo, Elefantes (Elephas (Palaeoloxodon) antiquus e Palaeoloxodon antiquus), Rinocerontes (Coelodonta antiquitatis e Stephanorhinus kirchbergensis), Hipopótamos (Hippopotamus antiquus) entre outra mega fauna pleistocénica já extinta e documentada, durante o período de elaboração desta tecnologia, por toda a Península Ibérica, sendo uma importante fonte de subsistência para os caçadores recolectores que por aqui deambulavam.

Estes artefactos não foram realizados por seres humanos plenamente modernos (Homo sapiens) mas sim por uma espécie de hominídeo já extinta, que é encontrado associado a esta cultura tecnológica e que perdurou durante mais de um milhão de anos, sendo a tecnologia dominante durante a maioria da evolução humana.[carece de fontes?]

Período romano[editar | editar código-fonte]

Do período romano encontramos exemplos que o provam, como restos funerários, utensílios de vidro e metal, moedas e até vestígios das comunicações terrestes romanas.[10] Sabe-se que a zona do vale do rio Ceira e na Serra da Lousã houve explorações mineiras de metais como o ouro.[10]

Período germânico e muçulmano[editar | editar código-fonte]

Desde o começo das invasões germânicas até 943 não há mais informação; nesse ano tem-se memória de um tratado entre Zuleima Abaiud e o abade Mestúlio do Mosteiro de Lorvão, e nele menciona-se o topónimo Arauz que está relacionado com o Castelo de Arouce.[10][11][12]

Reconquista[editar | editar código-fonte]

Castelo de Arouce (Castelo da Lousã).

Depois da conquista permanente pelo Reino de Leão da cidade de Coimbra em 1064, a repovoação do território fez-se mais intensa.[12][13] Atribui-se ao alcaide Sesnando Davides a ordem de fortificar e de reconstruir as edificações, entre elas o Castelo de Arouce (Castelo da Lousã).[13][13] Do domínio muçulmano, há várias lendas que explicam a fundação do Castelo e outras sobre a vila.[14] Em 1151 o rei Afonso Henriques deu-lhe carta de foral.[15]

Idade Moderna e Contemporânea[editar | editar código-fonte]

Em 1513 recebeu uma nova carta de foral pelo rei Manuel I.[15]

Mas foi no século XVIII quando a Lousã começou a modernizar-se, estes avanços puseram-na vanguarda frente a outras vilas.[10] Os episódios mais marcantes deste processo foi a chegada em 1906 do comboio, melhorando desta maneira as comunicações terrestes seguindo a política de inovação e desenvolvimento iniciada pelo ministro Fontes Pereira de Melo e em 1924 a chegada da energia elétrica.[10] Contudo, houve duas pausas neste processo que foram as Guerras Napoleónicas na qual em 1811 teve lugar o Combate de Foz de Arouce (sendo Foz de Arouce uma povoação do concelho da Lousã), e a Guerra Civil Portuguesa, que fizeram de Portugal um país atrasado tecnológica e industrialmente frente a outras nações europeias.[10][16]

O perímetro urbano antigo ia desde o fim da Serra até onde hoje situa-se mais ou menos a câmara municipal, depois do século XIX espalhou-se por toda a bacia da Lousã.[10] Em 1888 começou a funcionar o hospital, o matadouro em 1893, o teatro velho, a nova igreja matriz em 1874, etc.[10]

Transportes e comunicações[editar | editar código-fonte]

A Lousã pelo geral tem boas comunicações terrestes, estando ligada pela EN342 a Miranda do Corvo, a Vilarinho e a Góis, pela EN17 (Estrada da Beira)[8] a Coimbra e Vila Nova de Poiares, pela EN236 a Castanheira de Pera. Além disso há outras estradas municipais entre as aldeias. Tem um aeródromo (apenas está disponível para voos visuais e para aviões ligeiros com um peso inferior a 5700 kg)[17] e a rede de autocarros Metro Mondego, a qual está a suplantar temporariamente o serviço anteriormente coberto pelos comboios que foi desmantelado e que está a ser reconvertido em metro, porém as obras estão congeladas.[18][19][20]

Brasão[editar | editar código-fonte]

  • O preto simboliza a honestidade e a terra;[21]
  • As espigas em ouro representam a agricultura local;[21]
  • A roda móvel simboliza a notável indústria do papel;[21]
  • Os rios são representados por riscas onduladas de cor azul e prata;[21]
  • A coroa mural de quatro torres é a que levam as vilas.[21]
Vista da Lousã desde a Serra da Lousã.

Artesanato e produtos tradicionais[editar | editar código-fonte]

Um pote de uma marca de Mel da Lousã.

A vila da Lousã carateriza-se pela sua "mistura" da modernidade com a tradição; os trabalhos artesanais são: a fabricação de cestos, trabalhos em xisto,[22] bijuteria, trabalhos em madeira e em papel, cerâmica e costura.

Além dos trabalhos artesanais a Lousã também é conhecida pelos seus vinhos, pelos seus licores (o mais conhecido a nível português é o Licor Beirão),[23] pela sua mel DOP da Serra,[24] pelos seus doces e pelas suas plantas.

População[editar | editar código-fonte]

Número de habitantes [25]
1864 1878 1890 1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
9 535 10 415 10 868 11 685 12 622 11 944 12 905 14 525 15 442 13 900 12 369 13 020 13 447 15 753 17 604

(Obs.: Número de habitantes "residentes", ou seja, que tinham a residência oficial neste concelho à data em que os censos se realizaram.)

Número de habitantes por Grupo Etário [26]
1900 1911 1920 1930 1940 1950 1960 1970 1981 1991 2001 2011
0-14 Anos 3 981 4 570 3 504 4 196 4 498 4 369 3 539 3 230 3 079 2 443 2 480 2 780
15-24 Anos 1 942 2 182 2 374 2 489 2 499 2 637 2 397 1 815 1 927 2 096 2 120 1 789
25-64 Anos 4 538 4 680 4 951 5 593 6 067 6 633 6 473 6 025 5 926 6 562 8 466 9 878
= ou > 65 Anos 893 886 744 1 069 1 234 1 411 1 491 1 680 2 088 2 346 2 687 3 157
> Id. desconh 0 40 49 28 69

(Obs: De 1900 a 1950 os dados referem-se à população "de facto", ou seja, que estava presente no concelho à data em que os censos se realizaram. Daí que se registem algumas diferenças relativamente à designada população residente)

Freguesias[editar | editar código-fonte]

Freguesias do concelho da Lousã.

O concelho da Lousã está dividido em 4 freguesias:

Património arquitectónico[editar | editar código-fonte]

  • Pelourinho da Lousã (Monumento Nacional)[31]
  • Castelo da Lousã (Monumento Nacional)[32]
  • Casa do Arco ou Casa dos Magalhães Mexias
  • Casa dos Lopes Quaresma
  • Fábrica de Papel do Boque[33]
  • Palácio dos Salazares ou Casa da Viscondessa de Espinhal /Palácio dos Viscondes do Espinhal[34]
  • Casa de Baixo
  • Casa de Santa Rita
  • Casa do Fundo de Vila
  • Casa dos Condes de Foz de Arouce ou Casa da Foz de Arouce[35][36]
  • Aldeias serranas do concelho da Lousã[37]
  • Pelourinho de Serpins[38]
  • Capela da Misericórdia da Lousã
  • Casa da Rua Nova Ou Casa de Cima
  • Igreja paroquial de Vilarinho ou Igreja de São Pedro
  • Capela de Santa Rita
  • Casa do Comendador Montenegro ou Casa de São Pedro[39]
  • Casa de S. Bento, do Regueiro ou de Júlio de Lemos
  • Casa da Quinta de Baixo ou Casa da Quinta de S. José
  • Capela do Reguengo
  • Casa da Lagartixa
  • Centro de Saúde da Lousã[40][41]
  • Novo Centro de Saúde da Lousã[42]
  • Casa dos Feios de Carvalho

Património natural e cultural[editar | editar código-fonte]

Cultura[editar | editar código-fonte]

  • Museu Etnográfico Dr. Louzã Henriques[49]
  • Museu Municipal Professor Álvaro Viana de Lemos[50]
  • Casa-Museu Carlos Reis[51] (por inaugurar)

Povoações gémeas[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

  • Vista Parcial - Lousã Vista parcial noturna da Lousã
  • [1] - Combate de Foz de Arouce
  • [2] - Folha técnica do Aeródromo Comandante José Varela
  • [3] - Voos VFR Aeródromo Comandante José Varela
  • [4] - Lei da Reorganização das Freguesias (2013)
  • [5] - Site das Aldeias do Xisto
  • [6] - Site da Cooperativa da Apicultura da Mel DOP da Serra da Lousã

Referências

  1. Instituto Geográfico Português (2013). «Áreas das freguesias, municípios e distritos/ilhas da CAOP 2013» (XLS-ZIP). Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), versão 2013. Direção-Geral do Território. Consultado em 28/11/2013. 
  2. INE (2012). Censos 2011 Resultados Definitivos – Região Centro (Lisboa: Instituto Nacional de Estatística). p. 101. ISBN 978-989-25-0184-0. ISSN 0872-6493. Consultado em 27/07/2013. 
  3. INE (2012). «Quadros de apuramento por freguesia» (XLSX-ZIP). Censos 2011 (resultados definitivos). Tabelas anexas à publicação oficial; informação no separador "Q101_CENTRO". Instituto Nacional de Estatística. Consultado em 27/07/2013. 
  4. «Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro: Reorganização administrativa do território das freguesias» (PDF).  Anexo I. Diário da República, 1.ª Série, n.º 19, Suplemento, de 28/01/2013.
  5. «Home». escolas.aglousa.com. Consultado em 2016-04-06. 
  6. «Pousadas de Juventude». www.pousadasjuventude.pt. Consultado em 2016-04-06. 
  7. «Rede Escolar - Município da Lousã». www.cm-lousa.pt. Consultado em 2016-04-06. 
  8. a b «Caraterização do Concelho - Município da Lousã». www.cm-lousa.pt. Consultado em 2016-04-06. 
  9. «À procura do canivete suíço da Pré-História». Consultado em 30 de Agosto de 2016. 
  10. a b c d e f g h «História da Lousã - Município da Lousã». www.cm-lousa.pt. Consultado em 2016-04-06. 
  11. «Castelo da Lousã». Aldeias do Xisto. Consultado em 2016-04-06. 
  12. a b «Castelos e Muralhas do Mondego». www.castelosemuralhasdomondego.pt. Consultado em 2016-04-07. 
  13. a b c «Castelos e Muralhas do Mondego». www.castelosemuralhasdomondego.pt. Consultado em 2016-04-07. 
  14. «Castelos e Muralhas do Mondego». www.castelosemuralhasdomondego.pt. Consultado em 2016-04-07. 
  15. a b «Discurso do Presidente da Câmara» (PDF). Lousã, 2013: 500 anos de Foral Manuelino, 862 anos de municipalismo. Câmara Municipal da Lousã. Consultado em 7 de abril de 2016. 
  16. LOPES, Maria Antónia. Sofrimentos das populações na terceira invasão francesa. De Gouveia a Pombal. 2011.
  17. «Aerodromo Comandante José Varela». Pistas em Portugal - O Roteiro. Consultado em 7 de abril de 2016. 
  18. «Home». www.metromondego.pt. Consultado em 2016-04-07. 
  19. «Coimbra: Ainda o metro, quatro anos depois». JN. Consultado em 2016-04-07. 
  20. «Autarcas de Coimbra e da Lousã ameaçam abandonar sociedade Metro Mondego - País - RTP Notícias». www.rtp.pt. Consultado em 2016-04-07. 
  21. a b c d e f g «Brasão - Município da Lousã». www.cm-lousa.pt. Consultado em 2016-04-07. 
  22. «Loja do Xisto». Rede de Lojas das Aldeias do Xisto. Câmara Municipal da Lousã. Consultado em 8 de abril de 2016. 
  23. «Idade Legal | Licor Beirão». Licor Beirão. Consultado em 2016-04-08. 
  24. «LOUSAMEL - Cooperativa Agrícola de Apicultores da Lousã e Concelhos Limítrofes CRL». www.lousamel.pt. Consultado em 2016-04-08. 
  25. Instituto Nacional de Estatística (Recenseamentos Gerais da População) - https://www.ine.pt/xportal/xmain?xpid=INE&xpgid=ine_publicacoes
  26. INE - http://censos.ine.pt/xportal/xmain?xpid=CENSOS&xpgid=censos_quadros
  27. «Freguesia de Foz de Arouce e Casal de Ermio». Junta de Freguesia de Foz de Arouce e Casal de Ermio. Câmara Municipal da Lousã. Consultado em 8 de abril de 2016. 
  28. «Freguesia das Gândaras». Junta de Freguesia das Gândaras. Câmara Municipal da Lousã. Consultado em 8 de abril de 2016. 
  29. «Freguesia da Lousã e Vilarinho». Junta de Freguesia da Lousã e Vilarinho. Câmara Municipal da Lousã. Consultado em 8 de abril de 2016. 
  30. «Freguesia de Serpins». Junta de Freguesia de Serpins. Câmara Municipal da Lousã. Consultado em 8 de abril de 2016. 
  31. «DGPC | Pesquisa Geral». www.patrimoniocultural.pt. Consultado em 2016-04-09. 
  32. «DGPC | Pesquisa Geral». www.patrimoniocultural.pt. Consultado em 2016-04-09. 
  33. «DGPC | Pesquisa Geral». www.patrimoniocultural.pt. Consultado em 2016-04-09. 
  34. «DGPC | Pesquisa Geral». www.patrimoniocultural.pt. Consultado em 2016-04-09. 
  35. «DGPC | Pesquisa Geral». www.patrimoniocultural.pt. Consultado em 2016-04-09. 
  36. «Quinta de Foz de Arouce Vinhas Velhas de Santa Maria». PÚBLICO. Consultado em 2016-04-09. 
  37. ALVES, Luiz, et al. Ecomuseus E Desenvolvimento Local: O Caso Do Ecomuseu Tradições Do Xisto (Serra Da Lousã). Desarrollo local sostenible, 2014, no 20.
  38. «DGPC | Pesquisa Geral». www.patrimoniocultural.pt. Consultado em 2016-04-09. 
  39. «DGPC | Pesquisa Geral». www.patrimoniocultural.pt. Consultado em 2016-04-09. 
  40. «Contactos :: USF Serra da Lousã». www.usf-serradalousa.com. Consultado em 2016-04-09. 
  41. «Na Serra da Lousã são os médicos que ficam na fila». www.jornaldenegocios.pt. Consultado em 2016-04-09. 
  42. «Novo Centro de Saúde da Lousã já funciona mas com “serviços mínimos”». Jornal Médico. Consultado em 2016-04-09. 
  43. GAMA PEREIRA, L. C.; SEQUEIRA, A. J. D.; GOMES, E. M. C. A deformação varisca do Maciço Hespérico na região da Serra da Lousã (Portugal Central). Caderno Lab. Xeológico de Laxe, 2004, vol. 29, p. 203-214.
  44. a b «Caminho do Xisto da Lousã 1» (PDF). Rota dos Moinhos. Câmara Municipal da Lousã. Consultado em 9 de abril de 2016. 
  45. a b «Caminho do Xisto da Lousã 2» (PDF). Rota das Aldeias do Xisto da Lousã. Câmara Municipal da Lousã. Consultado em 9 de abril de 2016. 
  46. EUROPEIA, UNIÃO. DIAGNÓSTICO SOCIAL DO CONCELHO DA LOUSÃ. 2004.
  47. «Praias Fluviais e Piscinas do Concelho da Lousã assumem-se como espaços de eleição nos meses de Verão - Município da Lousã». www.cm-lousa.pt. Consultado em 2016-04-09. 
  48. «Rede de Praias Fluviais». www.praiasfluviais.com. Consultado em 2016-04-09. 
  49. «Roteiro museus». roteiromuseus.ccdrc.pt. Consultado em 2016-04-09. 
  50. «Roteiro museus». roteiromuseus.ccdrc.pt. Consultado em 2016-04-09. 
  51. Santos, Diana (2004). «Testemunhos da permanência de um gosto» (PDF). Obras de Carlos Reis no Museu Municipal de Torres Novas. Revista da Faculdade de Letras do Porto. Consultado em 9 de abril de 2016. 
  52. «Lousã "irmã" de Prades» (PDF) (em espanhol). Consultado em 7 de abril de 2016. 
O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Lousã