João Batista

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João Batista
Nome nativo יוחנן המטביל
Nascimento Desconhecido
Reino Herodiano
Morte Desconhecido
Maquero
Etnia Judeu
Progenitores Mãe:Isabel
Pai:Zacarias
Ocupação eremita, profeta
Causa da morte decapitação

João Batista (2 a.C.–28 d.C.) foi um pregador itinerante cujo aparecimento se deu na Judeia provável lugar de nascimento e na Galileia (c. 28 d.C.) na época de Herodes; João teve muitos seguidores e pregava aos judeus dizendo que deveriam exercer a virtude e a retidão e usava o batismo como símbolo de purificação da alma em seu movimento messiânico.[1] Sua historicidade é controversa, mas, essa história é apoiada no escritor e historiador Flávio Josefo em sua obra Antiguidades judaicas.[2][3][4][5][6][7][8][9]

Etimologia do nome e títulos[editar | editar código-fonte]

Como sendo de origem semítica é de suma importância verificar a etimologia do nome que; para os semitas é mais do que um título em si, o nome carrega um significado, geralmente fazendo referência à Divindade que cultuam como pode-se observar, a seguir com João não é diferente:

João—no latim "Iōhannēs"—no grego "Iōánnēs" (Ἰωάννης)—no aramaico "Jochanan" (ܝܘܚܢܢ)—no hebraico "yōḥānān" (יוחנן) que por sua vez é o diminutivo de Yəhôḥānān (חנן + יהוה= YHWH mais o verbo Hanan) significando Yhwh Misericordiosoeste nome aparece no Antigo Testamento em especial na figura do Sumo Sacerdote do Segundo Templo, Johanan (Iorranã) em Jeremias 42:8—por volta de 400 a.C.


Batista—étimo grego "βάπτισμα" (baptismo= Batisma) o sufixo (ma) enfatiza que ocorreu a imersão (imergiu), “βαπτίζειν” (baptizein) para imergir; do verbo "βαπτίζω" (baptizó) imergir—ele imerge {ele batiza}.[10][11][12]


Por raciocínio lógico, a partir destes fatos subentende-se que; o significado do nome João Batista, seja algo como—YHWH Misericordioso Abençoador.


Como um personagem importante em suas Religiões os títulos mais conhecidos são os de Profeta e Santo, como exemplos: o Cristianismo; o Catolicismo; o Protestantismo e o Evangelicalismo... Judaísmo messiânico, Judaísmo nazareno, Fé Bahá'í, Islão e o Mandaeanísmo...[13] dentre os títulos no Cristianismo inclui-se o de; João, o precursor no cristianismo oriental.

João Batista no Cristianismo[editar | editar código-fonte]

São João Batista
João Batista pregando no deserto por Anton Raphael Mengs, 1760
O Precursor, Profeta e Mártir
Nascimento 2 a.C.
Morte 27 (28 anos)
Padroeiro Niterói (Brasil), Turim (Itália), Terra Nova e Labrador do Canadá do Nordeste do Brasil e da Cidade de Florença na Itália.
Gloriole.svg Portal dos Santos
São João Batista com seu cajado e a seu lado o carneiro.

São João Batista assim os cristão o chamam, foi segundo O Evangelho de Lucas; filho do sacerdote Zacarias de classe sacerdotal e de Isabel prima de Maria da família de Aarão. Para maioria das denominações cristãs é o único Santo cujo nascimento e martírio (24 de Junho e 29 de Agosto) são evocados em duas solenidades, não só, no meio cristão há diversos estudo elaborados sobre o tema que colocam-no como uma das figuras fundamentais da BíbliaJoão e o batismo de Jesus o Cristo[14] com este ato; colocando Jesus no centro de toda história bíblica do Novo Testamento; como sendo o Messias tão aguardado, que deu início à Literatura apocalíptica do Fim dos tempos.[15][16][17][18][19]

Infância e educação[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Nascimento de João Batista
Giampietrino. A Virgem Amamentando o Menino e São João Batista Criança em Adoração, c. 1500-20

João nasceu numa pequena aldeia chamada Aim Karim, a cerca de seis quilômetros lineares de distância a oeste de Jerusalém.[carece de fontes?] Segundo interpretações do Evangelho de Lucas, era um nazireu de nascimento. Outros documentos defendem que pertencia à facção nazarita de Israel, integrando-a na puberdade, era considerado, por muitos, um homem consagrado. De acordo com a cronologia neste artigo, João teria nascido no ano 7 a.C.; os historiadores religiosos tendem a aproximar esta data do ano 1º, apontando-a para 2 a.C..

Como era prática ritual entre os judeus, o seu pai Zacarias teria procedido à cerimónia da circuncisão, ao oitavo dia de vida do menino. A sua educação foi grandemente influenciada pelas acções religiosas e pela vida no templo, uma vez que o seu pai era um sacerdote e a sua mãe pertencia a uma sociedade chamada "as filhas de Araão", as quais cumpriam com determinados procedimentos importantes na sociedade religiosa da altura.

Aos 6 anos de idade, de acordo com a educação sistemática judaica, todos os meninos deveriam iniciar a sua aprendizagem "escolar". Em Judá não existia uma escola, pelo que terá sido o seu pai e a sua mãe a ensiná-lo a ler e a escrever, e a instruí-lo nas actividades regulares.

Aos 14 anos há uma mudança no ensino. Os meninos, graduados nas escolas da sinagoga, iniciam um novo ciclo na sua educação. Como não existia uma escola em Judá, os seus pais terão decidido levar João a Engedi (atual Qumram) com o fito de este ser iniciado na educação nazarita.

Engedi era a sede ao sul da irmandade nazarita, situava-se perto do Mar Morto e era liderada por um homem, reconhecido, de nome "Ebner".

João terá efectuado os votos de nazarita que incluíam abster-se de bebidas intoxicantes, o deixar o cabelo crescer, e o não tocar nos mortos. As ofertas que faziam parte do ritual foram entregues em frente ao templo de Jerusalém como caracterizava o ritual.

Segundo o relato bíblico (Mateus 3,4), João também trajava veste simples (de pêlo de camelo, um cinto de couro em torno de seus lombos) e alimentava-se de "gafanhotos (ou alfarrobas[20]) e mel silvestre" - considerando que o termo "gafanhoto" é referido também como tal planta[21] (Ceratonia siliqua), uma árvore de fruto adocicado comestível, nativa da região mediterrânica, onde provavelmente vivia o personagem bíblico, conhecida ainda como Pão-de-João ou Pão-de-São-João,[22] figueira-de-pitágoras e figueira-do-egipto.[23]

Morte dos pais e início da vida adulta[editar | editar código-fonte]

O pai de João, Zacarias, terá morrido no ano 12 d.C.. João teria 18-19 anos de idade, e terá sido um esforço manter o seu voto de não tocar nos mortos. Com a morte do seu pai, Isabel ficaria dependente de João para o seu sustento. Era normal ser o filho mais velho a sustentar a família com a morte do pai. João seria filho único. Para se poder manter próximo de Engedi e ajudar a sua mãe, eles terão se mudado, de Judá para Hebrom (o deserto da Judeia). Ali João terá iniciado uma vida de pastor, juntando-se às dezenas de grupos ascetas que deambulavam por aquela região, e que se juntavam amigavelmente e conviviam com os nazaritas de Engedi.

Isabel terá morrido no ano 22.d.C e foi sepultada em Hebrom. João ofereceu todos os seus bens de família à irmandade nazarita e aliviou-se de todas as responsabilidades sociais, iniciando a sua preparação para aquele que se tornou um “objectivo de vida” - pregar aos gentios e admoestar os judeus, anunciando a proximidade de um “Messias” que estabeleceria o “Reino do Céu”. De acordo com um médico da Antioquia, que residia em Písia, de nome Lucas, João terá iniciado o seu trabalho de pregador no 15º ano do reinado de Tibério. Lucas foi um discípulo de Paulo, e morreu em 90. A sua herança escrita, narrada no "Evangelho segundo São Lucas" e "Actos dos Apóstolos" foram compiladas em acordo com os seus apontamentos dos conhecimentos de Paulo e de algumas testemunhas que ele considerou. Este 15º ano do reinado de Tibério César terá marcado, então, o início da pregação pública de João e a sua angariação de discípulos por toda a Judeia em acordo com o Novo Testamento.

Esta data choca com os acontecimentos cronológicos. O ano 15 do reinado de Tibério ocorreu no ano 29 d.C.. Nesta data, quer João Baptista, quer Jesus teriam provavelmente 36 a 37 anos de idade. Desta forma, considera-se que Lucas tenha errado na datação dos acontecimentos.

Influência religiosa[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Ministério de João Batista

É perspectiva comum que a principal influência na vida de João terá sido o registros que lhe chegaram sobre o profeta Elias. Mesmo a sua forma de vestir com peles de animais e o seu método de exortação nos seus discursos públicos, demonstravam uma admiração pelos métodos antepassados do profeta Elias. Foi muitas vezes chamado de “encarnação de Elias” e o Novo Testamento, pelas palavras de Lucas, refere mesmo que existia uma incidência do Espírito de Elias nas acções de João.

O Discurso principal de João era a respeito da vinda do Messias. Grandemente esperado por todos os judeus, o Messias era a fonte de toda as esperanças deste povo em restaurar a sua dignidade como nação independente. Os judeus defendiam a ideia da sua nacionalidade ter iniciado com Abraão, e que esta atingiria o seu ponto culminar com a chegada do Messias. João advertia os judeus e convertia gentios, e isto tornou-o amado por uns e desprezado por outros.

Importante notar que João não introduziu o baptismo no conceito judaico, este já era uma cerimónia praticada. A inovação de João terá sido a abertura da cerimónia à conversão dos gentios, causando assim muita polémica.

Numa pequena aldeia de nome “Adão” João pregou a respeito “daquele que viria”, do qual não seria digno nem de apertar as alparcas (as correias das sandálias). Nessa aldeia também, João acusou Herodes e repreendeu-o no seu discurso, por este ter uma ligação com a sua cunhada Herodíades, que era mulher de Filipe, rei da Ituréia e Traconites (irmão de Herodes Antipas I). Esta acusação pública chegou aos ouvidos do tetrarca e valeu-lhe a prisão e a pena capital por decapitação alguns meses mais tarde.

O batismo de Jesus[editar | editar código-fonte]

Batismo de Cristo Por Gregorio Fernández

João batizava em Pela, quando Jesus se aproximou, na margem do rio Jordão. A síntese bíblica do acontecimento é resumida, mas denota alguns fatores fundamentais no sentimento da experiência de João. Nesta altura João encontrava-se no auge das suas pregações. Teria já entre 25 a 30 discípulos e batizava judeus e gentios arrependidos. Neste tempo os judeus acreditavam que Deus castigava não só os iníquos, mas as suas gerações descendentes. Eles acreditavam que apenas um judeu poderia ser o culpado do castigo de toda a nação. O baptismo para muitos dos judeus não era o resultado de um arrependimento pessoal. O trabalho de João progredia [carece de fontes?].

Os relatos Bíblicos contam a história da voz que se ouviu, quando João batizou Jesus, dizendo “este é o Meu filho amado no qual ponho toda a minha complacência”. Refere que uma pomba esvoaçou sobre os dois personagens dentro do rio, e relacionam essa ave com uma manifestação do Espírito Santo. Este acontecimento sem qualquer repetição histórica tem servido por base a imensas doutrinas.

Prisão e morte[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Decapitação de João Batista

O aprisionamento de João ocorreu na Pereia, a mando do Rei Herodes Antipas I no 6º mês do ano 26 d.C.. Ele foi levado para a fortaleza de Maqueronte, onde foi mantido por dez meses até ao dia de sua morte. O motivo desse aprisionamento apontava para a liderança de uma revolução. Herodias, por intermédio de sua filha, tradicionalmente chamada de Salomé, conseguiu coagir o Rei na morte de João, e a sua cabeça foi-lhe entregue numa bandeja de prata.

Os discípulos de João trataram do sepultamento do seu corpo e de anunciar a sua morte ao seu primo Jesus.

João Batista no Judaísmo[editar | editar código-fonte]

Flávio Josefo um historiador do século I relacionou a derrota do exercito de Herodes frente a Aretas IV (Rei da Nabateia) se deveria ao facto da prisão e morte de João Baptista – um homem consagrado que pregava a purificação pelo Baptismo.

Flávio Josefo refere também que o povo se reunia em grande número para ouvir João Baptista, e Herodes temeu que João pudesse liderar uma rebelião, mandando-o prender na prisão de Maqueronte e de seguida matou-o.

João Batista no Espiritismo[editar | editar código-fonte]

Para alguns Espíritas, Elias reencarnou como João Batista. Mais tarde, teve outras experiências reencarnatórias como sacerdote druida entre o povo celta, na Bretanha. Depois como o reformador Jan Hus (1369-1415), na Boêmia. Na França foi Hippolyte Léon Denizard Rivail (1804-1869), o qual utilizava o pseudônimo Allan Kardec como codificador do Espiritismo. Sua última existência corpórea se deu no Brasil como Alziro Zarur (1914-1979), fundador da LBV, entidade de cunho espiritualista-universalista. Outra corrente afirma ter sido Oceano de Sá (1911-1985), fundador da Cidade Eclética, reconhecido como tal por diversas escolas sérias e reconhecidas mundialmente, embora o mesmo não assumisse publicamente pois nunca achou necessário e não queria tirar proveito algum de tal reconhecimento. Tais divergências quanto às reencarnações de João Batista se tornam uma questão de fé, dada a impossibilidade de serem atestadas cientificamente.

Nabi Yahya no Islão[editar | editar código-fonte]

Conhecido como Nabi Yahya ibn Zakariya—Profeta João o filho de Zacarias—ambos são reconhecidos como sendo Profetas do islão, os muçulmanos acreditam ter sido uma testemunha de Alá que profetizou a vinda de ʿĪsā (Jesus). Dentro da sua tradição os islâmico acredita que Yahya foi um dos profetas que Maomé conheceu na noite de Mi'raj, de acordo com o Alcorão, Yahya era benevolente, sábio, puro e gentil com os pais, que diligentemente praticava os mandamentos do Torá.[24][25]

João Batista na Fé Bahá'í[editar | editar código-fonte]

Os bahá'ís consideram que João foi um profeta de Deus que, como todos os outros profetas, foi enviado para instilar o conhecimento de Deus, promover a unidade entre as pessoas do mundo e mostrar às pessoas a maneira correta de viver, segundo os Bahá'ís ele era um profeta menor.[26][27]

Cronologia[editar | editar código-fonte]

Pelos cálculos de James Ussher, Herodes, cognominado “o Grande” passou a governar a Galileia aos vinte e cinco anos de idade, subordinado ao seu pai Antípatro, em 47 a.C.. Em 46 a.C., após corromper o governador romano da Síria Sexto Júlio César [28] Herodes tornou-se governador da Celessíria.

Após a morte de seu pai em 43 a.C., da revolta contra os romanos de Aristóbulo II e seus filhos, a partir de 42 a.C., e da invasão dos partas em 40 a.C., Herodes conseguiu o apoio de Marco António, e se tornou rei da Judeia em 37 a.C., recebendo, depois, de Augusto, várias províncias adjacentes. Herodes morreu por volta do dia 25 de novembro do ano 4 a.C., após haver sido declarado rei por trinta e sete anos (desde 40 a.C.) e tendo reinado, de facto, por trinta e quatro anos.

Houve vários censos feitos no Império Romano durante o reinado de Augusto. O segundo censo ocorreu em 8 a.C., e o terceiro censo em 14 d.C.. Segundo Ussher, o censo referido na Bíblia e que permite a datação do nascimento de Jesus não foi nenhum destes, mas um decreto de Augusto de 5 a.C. que ordenava a taxação de todo o Império Romano, e que ocorreu quando Cyrenius (Públio Sulpício Quirino, que fora cônsul romano sete anos antes) era governador da Síria.

Ainda segundo Ussher, Jesus nasceu no ano seguinte a esta ordem de Augusto de cobrar impostos, e no mesmo ano em que Herodes morreu. João Batista nasceu seis meses antes, em 5 a.C.[29]

Referências

  1. Batismo por imersão#cite note-2
  2. Josefo. Antiquitatum iudaicarum XVIII, 5,2: ed. Karl Ernst Richter, S. 141; ed., Benedikt Niese, p. 161, linhas 20-21 (archive.org) em Grego antigo e Latim; em Inglês por William Whiston (gutenberg.org)
  3. «The Works of Flavius Josephus». www.sacred-texts.com (em inglês). Consultado em 10 de junho de 2018. 
  4. «Sacrament | religion». Encyclopedia Britannica (em inglês) 
  5. «John the Baptist - New World Encyclopedia». www.newworldencyclopedia.org (em inglês). Consultado em 7 de junho de 2018. 
  6. «St. John the Baptist | Facts, Feast Day, & Death». Encyclopedia Britannica (em inglês) 
  7. Wetterau, Bruce; Wetterau, Bruce (1993). World history: a dictionary of important people, places, and events from ancient times to the present (em inglês). New York: H. Holt. ISBN 080502350X 
  8. «JOHN THE BAPTIST - JewishEncyclopedia.com». jewishencyclopedia.com. Consultado em 7 de junho de 2018. 
  9. «John the Baptist - The Encyclopedia of Mormonism». eom.byu.edu (em inglês). Consultado em 7 de junho de 2018. 
  10. «Strong's Greek: 908. βάπτισμα (baptisma) -- (the result of) a dipping or sinking». biblehub.com. Consultado em 10 de junho de 2018. 
  11. «Strong's Greek: 907. βαπτίζω (baptizó) -- to dip, sink». biblehub.com. Consultado em 10 de junho de 2018. 
  12. «Conjugação do Verbo Imergir». Conjugação 
  13. «Mandaeanism | religion». Encyclopedia Britannica (em inglês) 
  14. «Few would doubt the basic fact Jesus was baptized by John - Google Search». www.google.com (em inglês). Consultado em 7 de junho de 2018. 
  15. Powell, Mark Allan (1998). Jesus as a Figure in History: How Modern Historians View the Man from Galilee (em inglês). [S.l.]: Westminster John Knox Press. ISBN 9780664257033 
  16. «Nascimento do Sagrado Glorioso Profeta, Precursor e Batista João». Orthodox Church of America 
  17. «CATHOLIC ENCYCLOPEDIA: St. John the Baptist». www.newadvent.org. Consultado em 7 de junho de 2018. 
  18. «John the Baptist - Biblical Studies - Oxford Bibliographies - obo» (em inglês) 
  19. «John the Baptist - Encyclopedia of The Bible - Bible Gateway». www.biblegateway.com. Consultado em 7 de junho de 2018. 
  20. ITIS Relatório Página: Ceratonia siliqua
  21. [1]
  22. «Marke der Woche: Der monegassische Johannisbrotbaum)» 
  23. Houaiss, Antônio (2005). Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa. IX. Lisboa: Temas & Debates 
  24. Alcorão. Sura 19:7-15.
  25. Universe, The Creator of (9 de janeiro de 2018). The Holy Quran (O Alcorão Sagrado) Portuguese Languange Edition Ultimate. [S.l.]: Jannah Promedia 
  26. «Bahá'í Reference Library - Epistle to the Son of the Wolf». reference.bahai.org. Consultado em 10 de junho de 2018. 
  27. «Lights of Guidance (second part)». bahai-library.com (em inglês). Consultado em 10 de junho de 2018. 
  28. Autores modernos divergem sobre a relação de Júlio César com Sexto, que era seu aliado. Segundo alguns autores, eles eram primos distantes, porém outros ...
  29. James Ussher, The Annals of the World [em linha]

Fontes e Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • A Bíblia NT – Versão dos Capuchinhos.
  • Calvocoresse, Peter, Who's Who in the Bible, Londres: Penguin Books, 1988
  • Cohn-Sherbok, Dan, A Concise Encyclopedia of Judaísm, Oxford: Oneworld, 1988
  • Comay, Joan, Who's Who in Jewish History After the Period of the Old Testament, Londres: Weidenfeld and Nicolson, 1974
  • Rolef, Susan Hattis (editora), Political Dictionary of the State of Israel, 2ª edição, Jerusalém: Jerusalem Publishing House, 1993
  • Goodman, Philip, The Yom Kippur Anthology, Filadélfia: The Jewish Publication society in America 1971 (referências a Hashanah Anthology e The Shavuot Anthology, do mesmo autor).
  • Greenberg, Rabi Irving, The Jewish Way, Living with the Holidays, Nova Iorque: Summit Books, 1988

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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