Claudionor Germano

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
Question book.svg
Esta biografia de uma pessoa viva não cita as suas fontes ou referências, o que compromete sua credibilidade. (desde fevereiro de 2019)
Ajude a melhorar este artigo providenciando fontes confiáveis e independentes. Material controverso sobre pessoas vivas sem apoio de fontes confiáveis e verificáveis deve ser imediatamente removido, especialmente se for de natureza difamatória.
Encontre fontes: Google (notícias, livros e acadêmico)
Claudionor Germano
Informação geral
Nome completo Claudionor Germano da Hora
Nascimento 10 de agosto de 1932 (86 anos)
Recife, PE, Brasil
País Brasil
Gênero(s) Frevo, MPB
Extensão vocal Barítono
Gravadora(s) Rozenblit

RCA Victor

Polydisc

Claudionor Germano da Hora (Recife, 10 de agosto de 1932) é um cantor brasileiro.
Claudionor é irmão do artista plástico Abelardo da Hora e do médico escritor Bianor da Hora, e pai do também cantor de frevo Nonô Germano.

O seu trabalho sempre esteve relacionado a composição e interpretação do Frevo, sendo um dos principais intérpretes de Capiba e Nelson Ferreira.[1]

Claudionor Germano foi o intérprete nacional que mais gravou um mesmo compositor, tendo gravado 132 canções de Capiba.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Claudionor Germano iniciou sua carreira artística em 1947, na Rádio Clube de Pernambuco, compondo um conjunto musical denominado Ases do ritmo.

Em 1948 o grupo foi escolhido o melhor grupo vocal do ano em Pernambuco.

Claudionor iniciou carreira-solo, sem, no entanto, desligar-se dos Ases do Ritmo.

Depois do seu contrato com a Rádio Clube, também foi contratado pela Rádio Jornal do Commercio e pela Rádio Tamandaré.

Em 1951 gravou com os Ases do Ritmo o samba Eu não posso viver sem mulher, de Victor Simon e David Raw, e a marcha Vai ser pra mim, de José Roy, Vladimir de Melo e Orlando Monello.

Em 1955 a gravadora pernambucana Rozenblit, através do selo Mocambo, lançou o disco com sua interpretação de Boneca, frevo-canção de Aldemar Paiva e José Menezes, e, em 1957 o Frevo nº 3, de Antônio Maria. Até então dividia os discos com outros intérpretes, utilizando-se de apenas um lado.

Em 1966 partipou do I Festival Internacional da Canção, na TV Rio, do Rio de Janeiro, com A canção do amor que não vem, de Capiba.

Voltou a participar em 1967 (São os do Norte que vêm, de Capiba e Ascenso Ferreira - quinto lugar) e em 1968 (Por causa de um amor, de Capiba).

Em 1979 participou do festival recifense Frevança.

Em 1990 e 1995 participou do Recifrevo.

Discografia[editar | editar código-fonte]

LP[editar | editar código-fonte]

  • O que eu fiz... e você gostou - Carnaval cantado de Nelson Ferreira - 1959;
  • Capiba - 25 anos de frevo - 1959;
  • Carnaval começa com C - 1961;
  • O bom do carnaval - 1980 (pela RCA);
  • Baile da Saudade- volumes I e II - 1980 (pela Rozenblit), com a Orquestra de Frevos de Nelson Ferreira;

CD[editar | editar código-fonte]

  • Em 2000 produziu e lançou 3 CD, com o título de Paranambuco, utilizando os ritmos:
  1. Frevo-canção;
  2. Frevo de bloco;
  3. Maracatu e Caboclinho.
  • Em 2002 lançou Mestre Capiba.

Sucessos[editar | editar código-fonte]

  • Nem que chova canivete (Capiba);
  • Maria Bethania (Capiba);
  • É de amargar (Capiba);
  • Saudades do Recife (Arlete Santos);
  • A dor de uma saudade (Edgar Moraes);
  • A mesma rosa amarela (Capiba e Carlos Pena Filho);
  • Colombina (Miguel Brito e Armando Sá);

Excursões[editar | editar código-fonte]

Referências