Conhecimento livre

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Conhecimento livre é o conhecimento que pode ser adquirido, interpretado e aplicado livremente, ele pode ser reformulado de acordo com as nossas necessidades, e compartilhado com os outros em benefício da comunidade.

O termo refere-se ao movimento cultural de conhecimento livre inspirado nos princípios do software livre, com base no sucesso dos sistemas colaborativos que permitiram o desenvolvimento do software livre e a edição da maior e melhor enciclopédia de todos os tempos em todas as línguas, e numa convicção de que o conhecimento deve ser acessível e compartilhável, sem restrições.

Fundamentos[editar | editar código-fonte]

O conhecimento existe desde o início da humanidade, na medida em que evoluímos como espécie. Conhecimento e liberdade estão intimamente ligados à forma como o ser humano aprende, ensina e usa o seu conhecimento na medida em que tem liberdade para fazê-lo.

Até há poucas décadas o conhecimento era patrimônio da humanidade, havia liberdade de acesso e de utilização da informação. Com o surgimento de fronteiras artificiais, tais como patentes e direitos autorais, entre outros (coletivamente denominados de propriedade intelectual), o conhecimento perdeu esta caraterística. Tratasse de acompanhar a tendência tecnológica de evoluirmos para uma sociedade digitalizada com novas formas de comunicação e fornecer oportunidades ao conhecimento humano digitalizado de contribuir para o crescimento.

Conhecimento, de acordo com o Fomento da Investigação e Ação Participativa, FIAP,[1] é um atributo estritamente humano, no entanto, exige certas condições sociais e espaços amplos de liberdade para a sua geração, aprendizagem, internalização, sistematização, transmissão e aplicação.

O conhecimento é livre por natureza, ainda que surja de uma única pessoa, esse, é fecundo, visto que somente dentro de um amplo contexto social é que terá a capacidade inerente de adquirir o seu valor máximo, por esta razão ele deve ser transmitido e compartilhado livre e abertamente por todos os cidadãos do mundo. Assim, quanto mais liberdade e sociabilidade, mais conhecimento, e por isso, é uma aberração pretender materializá-lo e transformá-lo numa mercadoria lucrativa orientada para a exclusão, em vez de considerá-lo um patrimônio coletivo da humanidade.


Referências

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