Danny Carey

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Danny Carey
Danny Carey em concerto com o Tool em 2019
Informação geral
Nome completo Daniel Edwin Carey
Nascimento 10 de maio de 1961 (58 anos)
Origem Lawrence,  Kansas
País  Estados Unidos
Gênero(s) Metal progressivo
Rock progressivo
Metal alternativo
Rock alternativo
Jazz fusion
Art rock
Instrumento(s) Bateria
Percussão
Guitarra
Baixo
Gravadora(s) Toolshed Music
Zoo Entertainment
Tool Dissectional
Volcano Entertainment
Afiliação(ões) Tool
Volto!
Primus
Legend of the Seagullmen
Página oficial dannycarey.org

Daniel Edwin "Danny" Carey (Lawrence, 10 de maio de 1961) é um baterista americano, conhecido por tocar na banda de metal progressivo Tool. Contribuiu também em álbuns de artistas e bandas como Zaum, Green Jellÿ, Pigface, Skinny Puppy, Adrian Belew do King Crimson, Carole King, Collide e o Melvins. Ele foi classificado entre os 100 maiores bateristas de todos os tempos pela revista Rolling Stone, ocupando a 26° posição[1], além de também ser frequentemente considerado por outras revistas.[2][3][4][5]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Danny nasceu em Lawrence, Kansas, teve seu primeiro encontro com a bateria aos 10 anos de idade, unindo-se a banda da escola e tendo aulas particulares de caixa. Dois anos depois, ele começou a praticar em uma bateria. Em seu ultimo ano de ensino médio em Paola, Carey entrou para a banda de jazz do ensino médio e começou a estudar com o grande baterista Ben Kensol, especificamente sobre jazz. Mais tarde, o jazz viria desempenhar um grande papel em seu estilo de tocar no cenário do rock. Como Carey progrediu do ensino médio até a Universidade de Missouri-Kansas City, ele começou a expandir os seus estudos em percussão e sobre os princípios da geometria, ciência e metafísica, bem como se aprofundar em certos aspectos ocultos da vida.

Depois da faculdade, um amigo e colega de banda convenceu Danny a deixar o Kansas e ir para Portland, onde ele tocou brevemente em várias bandas antes de se mudar para Los Angeles, onde ele conseguiu tocar como membro de estudio com Carole King e se apresentar com a banda Pigmy Love Circus. Ele também tocou no Green Jellÿ, com quem gravou o álbum Cereal Killer sob o pseudônimo "Danny Longlegs". Pouco tempo depois, ele viria a conhecer o cantor Maynard James Keenan e o guitarrista Adam Jones e começar a praticar com eles. Além do Tool, Danny também tem tempo para outros projetos, novos e antigos, como Volto! e Zaum, respectivamente.

Equipamento[editar | editar código-fonte]

Carey utiliza seu próprio modelo de baquetas assinadas, desenvolvidas pela Vic Firth.[6] Anteriormente ele era patrocinado com seu modelo assinado da Trueline Drumsticks, antes da empresa sair do mercado. Ele também é endorse da Sonor[7], Paiste[8], Evans Drumheads,[9] e utiliza instrumentos eletrônicos da Mandala[10], Korg e Roland.

Técnicas de Bateria[editar | editar código-fonte]

Danny-tool.jpg

Sua popularidade entre bateristas e não-bateristas se origina da diversidade de seu som e dinâmica ao longo de seus anos de aprendizado de jazz, sua habilidade técnica, uso freqüente de assinaturas de tempo estranhas, polirritmos e polimétricas. Ele afirmou em entrevistas que efetivamente trata seus pés como faz com suas mãos: ele pratica rudimentos (usado para técnicas com baquetas) e até mesmo solos de bateria com os pés para melhorar seu bumbo duplo, controle de chimbal e independência de pé.

Em busca de novas técnicas, Carey estudou tabla com Aloke Dutta, esse pode ser ouvido tocando na versão ao vivo da música 'Pushit' em Salival. Isso é especialmente aparente em faixas como 'Disposition' ou 'Right in Two', para as quais Carey gravou as partes do tabla em estúdio. O tabla (e outros instrumentos de percussão) usados na música do Tool são replicados ao vivo utilizando os pads eletrônicos da Mandala.

Ele também afirmou que quando está tocando uma assinatura de tempo estranha, ele tenta tocar na "sensação" da música e estabelecer um "batimento interno" geral para o tempo determinado, em vez de contar tudo.

Religião e esoterismo[editar | editar código-fonte]

Embora ele não tenha se alinhado oficialmente a nenhuma escola particular de filosofia ou religião, ele projetou um profundo interesse e compreensão pelas artes mágicas - entre elas, vários ensinamentos ocultistas. Símbolos espirituais, desenhos geométricos e dispositivos percussivos simbólicos são apresentados em seu kit de bateria. Ele também é um ávido colecionador das obras de primeira edição de Aleister Crowley, assim como também de um dos estudantes thelemita mais inovador, Kenneth Grant.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Referências