Filipe Pinto (fadista)

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Filipe Pinto, nome artístico de Filipe de Almeida Pinto[1] (Lisboa, 1905Lisboa, 1968) foi um fadista português.

Operário litógrafo e, posteriormente, pracista da distribuidora de vinho do Porto Rainha Santa, começou a cantar aos 15 anos, como amador[2].

Aos 17 apresentava-se no grupo recreativo Sempre Unidos. Aos 22 passava à categoria de profissional, no Retiro Ferro de Engomar, à Estrada de Benfica.

Ingressou de seguida na Companhia Típica Portuguesa da Embaixada do Fado, que se deslocou ao Brasil, tendo partido em 1934. Este grupo, dirigido por Alberto Reis, incluía também as presenças de Maria do Carmo e Maria do Carmo Torres, Branca Saldanha, Joaquim Pimentel, Armandinho (guitarra) e Santos Moreira (viola). No ano seguinte a Companhia apresentava-se na Argentina[3].

Voltou aos retiros e casas de fado, atuando no Salão Artístico de Fados, na Cervejaria Vitória, Luso, Adega Mesquita, Márcia Condessa, A Toca, Viela, Mãe Preta, Canto do Camões, entre outras[4].

Também entrou em diversos espetáculos nos teatros de Lisboa e cantou aos microfones da Emissora Nacional, do Rádio Clube Português, da Rádio Peninsular e da Rádio Luso[5].

Nos anos 1940 assumiu a gerência do Café Monumental e do Café Luso, o que lhe proporcionou a descoberta e divulgação de novos talentos[6].

Pela forma como se vestia e pelos sapatos de tacão alto, ficou conhecido como o Marialva do Fado.

Referências