GetNinjas

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GetNinjas
Empresa de capital aberto
Slogan Conectando quem precisa com quem sabe
Cotação B3NINJ3
Gênero Plataforma Online
Fundação 2011
Fundador(es) Eduardo L'Hotellier
Sede Brasil São Paulo, Brasil
Locais Todo o Brasil
Empregados 200 (2021)
Website oficial www.getninjas.com.br

GetNinjas é uma empresa de internet brasileira, com sede em São Paulo, que gerencia a maior plataforma online para conectar clientes a prestadores de serviços por todo país. O aplicativo oferece serviços em diversas categorias, com mais de 500 tipos, que vão desde serviços domésticos e reformas e reparos, a fotógrafos e designers.

Fundada em 2011 pelo empreendedor Eduardo Orlando L’Hotellier, a startup já recebeu mais de R$ 47 milhões em investimentos de empresas como Monashees Capital, Kaszek Ventures e Tiger Global. [1]

História[editar | editar código-fonte]

Ao precisar de um pintor, Eduardo L’Hotellier procurou nas páginas amarelas um profissional. Entretanto, o serviço não ficou como o esperado, o que fez Eduardo pensar por que não ter um lugar onde seria possível encontrar os melhores profissionais do mercado. Foi aí que surgiu a ideia do GetNinjas.

Até o ano de 2010, havia no Brasil poucos sites de compras coletivas, como Groupon e Peixe Urbano[2], mas nada voltado para o setor de serviços. A inspiração veio de sites como TaskRabbit, Fiverr e o Thumbtack, e Eduardo L’Hotellier comprou um protótipo de site na Índia por US$ 700, adaptando somente a ideia para o mercado brasileiro. [3]

O GetNinjas foi lançado em 2011 como uma plataforma online que possibilita profissionais de reformas, serviços domésticos, eventos, entre outros setores, a anunciarem seus serviços e permite que clientes encontrem os prestadores de serviços ideais para as suas necessidades, de forma rápida e prática.

Dois anos mais tarde, em 2013, o Google anunciou a criação do Campus em São Paulo para ajudar novas startups e citou o GetNinjas como uma das empresas brasileiras mais incríveis.[4]

Já no ano de 2017, o GetNinjas foi eleito pela revista Forbes Brasil como uma das companhias brasileiras mais promissoras. Prova disso, foi que anos mais tarde, em 2021, o GetNinjas protocolou o pedido de abertura de capital junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).[5]

Em 2018, o GetNinjas foi listado como uma das startups mais quentes do mercado no ranking "100 startups to watch", resultado de uma parceria entre as revistas PEGN e Época Negócios e a Corp.vc.

Em maio de 2021, a empresa concluiu o seu processo de IPO, movimentando cerca de R$ 554 milhões.[6] Desse valor, R$ 321,3 milhões foram para o caixa do Getninjas e R$ 233 milhões foram para os acionistas vendedores.

As ações da GetNinjas são negociadas em Bolsa sob o ticker (NINJ3).

Linha do tempo[editar | editar código-fonte]

2011 - compra de protótipo de site e criação do GetNinjas como uma plataforma online para conectar clientes a prestadores de serviços.

2013 - Google cita o GetNinjas como uma das startups brasileiras mais incríveis.

2017 - GetNinjas é eleito uma das startups brasileiras mais promissoras.

2018 - GetNijnas é listado como uma das startups mais quentes do mercado no ranking "100 startups to watch"

2021 - GetNinjas conclui o seu processo de IPO e passa a negociar ações na Bolsa de Valores

Prêmios[editar | editar código-fonte]

O GetNinjas foi considerado a melhor startup brasileira pela Microsoft em 2013 [7] e em 2012 pela The Next Web (TNW) [8]. No mesmo ano foi eleito como a melhor startup latino americana pela Fnbox.

Referências

  1. «GetNinjas recebe novo aporte de R4 6 milhões». Consultado em 22 de dezembro de 2017. Arquivado do original em 12 de abril de 2013  Parâmetro desconhecido |auto= ignorado (ajuda)
  2. [1]INFO
  3. Amcham. «Em três anos, startup Get Ninjas recebeu R$ 7.2 milhões de investimentos». Consultado em 22 de dezembro de 2017. Cópia arquivada em 29 de janeiro de 2015 
  4. G1 (21 de julho de 2014). «Google anuncia Campus em São Paulo para criação de startups». Consultado em 22 de dezembro de 2017 
  5. «GetNinjas vende ações a R$ 20 e IPO movimenta R$ 554 milhões, dizem fontes». Consultado em 17 de maio de 2021 
  6. [2]Revista PEGN
  7. [3] G1
  8. [4] Arquivado em 1 de julho de 2014, no Wayback Machine.Fnbox

Ligações externas[editar | editar código-fonte]