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Grande Prêmio do Canadá de 1971

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Grande Prêmio do Canadá
de Fórmula 1 de 1971

Nono GP do Canadá em Mosport Park
Detalhes da corrida
Categoria Fórmula 1
Data 19 de setembro de 1971
Nome oficial XI Player's Canadian Grand Prix[1]
Local Mosport Park, Bowmanville, Ontário, Canadá
Percurso 3.957 km
Total 64 voltas / 253.248 km
Condições do tempo Frio, ventoso
Pole
Piloto
Reino Unido Jackie StewartTyrrell-Ford
Tempo 1:15.3
Volta mais rápida
Piloto
Nova Zelândia Denny HulmeMcLaren-Ford
Tempo 1:43.5 (na volta 57)
Pódio
Primeiro
Reino Unido Jackie StewartTyrrell-Ford
Segundo
Suécia Ronnie PetersonMarch-Ford
Terceiro
Estados Unidos Mark DonohueMcLaren-Ford

Resumo do Grande Prêmio do Canadá de Fórmula 1 realizado em Mosport Park em 19 de setembro de 1971. Décima etapa do campeonato, foi vencido pelo britânico Jackie Stewart, da Tyrrell-Ford, com Ronnie Peterson em segundo pela March-Ford e Mark Donohue em terceiro pela McLaren-Ford.[2][3]

Bernie Ecclestone no comando

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Nascido em St. Peter South Elmham, o britânico Bernie Ecclestone foi revendedor de carros usados muitos anos antes de tentar classificar-se para o Grande Prêmio de Mônaco de 1958 a bordo de um Connaught-Alta. Reprovado nos treinos, tornou-se empresário de Jochen Rindt até a morte deste no Grande Prêmio da Itália de 1970.[4] Após comprar a Brabham junto a Ron Tauranac, foi integrado à Associação dos Construtores de Formula 1 (F1CA) numa reunião em Norwich dias antes do Grande Prêmio do Canadá de 1971, sob o comando de Andrew Ferguson, secretário-geral da entidade.[5][6]

Astuto, o novo dirigente assumiu as negociações com os organizadores da prova canadense afim de aumentar a premiação em dinheiro destinada às equipes, além de garantir que os mesmos arcassem com os custos de transporte e logística de material entre o Aeroporto Internacional de Toronto e o circuito de Mosport Park, ou não haveria corrida![3] Até aquele momento, a F1CA era apenas uma "entidade de bastidores" que existia de facto, mas com poderio reduzido, afinal tais acordos variavam conforme o ano, a corrida a ser disputada, a equipe envolvida (pois a Ferrari recebia mais que os times britânicos) e os contratantes. Gradualmente, Bernie Ecclestone modificou a estrutura administrativa da Associação dos Construtores da Fórmula 1, conferiu-lhe personalidade jurídica, rebatizou-a como FOCA, assumiu as negociações em nome das equipes, expandiu o lucro das mesmas a partir de cotas de patrocínio cada vez maiores por conta dos direitos televisivos e tornou-se o dirigente máximo da Fórmula 1 até vender o controle da categoria para a Liberty Media em 2016.[6][7]

Relembrando Ken Gregory

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Embora poucos mencionem (ou mesmo saibam), o modelo de negócios adotado por Bernie Ecclestone deriva de uma experiência similar, mas em menor escala, conduzida por Ken Gregory, empresário britânico. Em 1957 ele e Alfred Moss fundaram a British Racing Partnership e Gregory tornou-se responsável por gerenciar a carreira de Stirling Moss, filho de seu sócio. A princípio, a BRP era apenas uma equipe, inscrevendo seus pilotos sob os chassis da Cooper, BRM e Lotus. Após estrear com Tom Bridger no Grande Prêmio de Marrocos de 1958, o time marcou seus primeiros pontos com o segundo lugar de Stirling Moss no Grande Prêmio da Grã-Bretanha de 1959, estreando como construtor no Grande Prêmio da Bélgica de 1963.[8] Graças à perspicácia de Gregory, o time captava patrocínios antes que tal prática fosse usual.[9] Em 1964, Brabham, BRM, Cooper e Lotus assinaram o Acordo de Paris e resguardando direitos comerciais das equipes britânicas através da Associação dos Construtores de Formula 1. A nova entidade vetou o ingresso da BRP, a qual encerrou suas atividades ao final do ano. Ao comentar este episódio, em 2013, Gregory definiu a F1CA como "uma associação de hipócritas movidos pelo medo".[10]

Cores diferentes na McLaren

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Equipe mais veloz do momento, a BRM trouxe cinco pilotos ao Canadá: Jo Siffert, Peter Gethin, Helmut Marko, Howden Ganley e George Eaton, sendo este o primeiro canadense a correr em seu país desde Peter Ryan, vencedor do Grande Prêmio do Canadá de 1961.[nota 1] Campeã mundial de pilotos e construtores, a Tyrrell manteve seus pilotos, assim como a Lotus, enquanto na McLaren Jackie Oliver foi trocado por Mark Donohue, inscrito pela Penske-White Racing, comandada por Roger Penske. Por causa disso, a equipe de Teddy Mayer foi à pista sob cores distintas: laranja papaya para o campeão mundial Denny Hulme e azul escuro em tons metálicos com faixas e detalhes amarelos para o estreante norte-americano, graças ao patrocínio da Sunoco. Ainda em relação ao grid, Matra, Surtees e Brabham trouxeram dois carros a Mosport Park, enquanto a Ferrari celebrou o retorno de Mario Andretti junto a Jacky Ickx e Clay Regazzoni, assim como a March inscreveu Ronnie Peterson, Nanni Galli e Mike Beuttler, além das inscrições particulares de Henri Pescarolo (Frank Williams Racing Cars), do estreante Chris Craft (Ecurie Evergreen), Skip Barber (Gene Mason Racing) e Pete Lovely (inscrito sob o nome de sua concessionária Volkswagen sediada em Fife, no estado de Washington).[11]

As chuvas que caíram em Mosport Park cancelaram as atividades na manhã de sexta-feira, deixando o vai e vem dos treinos restritos ao período da tarde e ao dia de sábado. Num grid de largada marcado pela formação alternada das filas, a primeira coube a Jackie Stewart, da Tyrrell, tendo ao seu lado o suíço Jo Siffert, da BRM, e o francês François Cevert, o outro piloto da Tyrrell, deixando na segunda fila a Lotus de Emerson Fittipaldi e a Matra de Chris Amon. Na terceira fila estavam os suecos Ronnie Peterson e Reine Wisell, além do estreante Mark Donohue, enquanto a tríade da Ferrari espalhou-se pelo grid, com Ickx em décimo segundo, Andretti em décimo terceiro e Regazzoni em décimo oitavo, três posições acima da BRM de George Eaton, o representante local.[12] No warm up de domingo, entretanto, Henri Pescarolo destruiu sua March num acidente, enquanto Chris Craft sofreu uma falha no motor de sua Brabham sem que houvesse peças de reposição, e assim os dois não participaram da corrida.[6]

Restou o vice-campeonato

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O domingo em Mosport Park foi marcado por uma tragédia quando, numa prova preliminar da Fórmula Ford, um acidente envolvendo pilotos e fiscais de pista resultou em quatro feridos graves que foram levados para o hospital, mas o pior aconteceu quando o canadense Wayne Kelly morreu ao colidir com uma ambulância estacionada no lado externo da Curva 1 para atender as vítimas da ocorrência anterior, atrasando o início da corrida em duas horas e meia. Além disso, a forte chuva que caia sobre o circuito antes da largada fez a BRM de Howden Ganley escorregar numa poça d'água durante a volta de apresentação, sair da pista e bater, não participando da corrida.[13]

Stewart manteve a primeira posição no momento da largada, enquanto Cevert perde posições e Siffert sai da pista, ocasionando a formação de dois grupos distintos: Peterson, Beltoise e Donohue mantinham-se mais próximos do líder, enquanto Fittipaldi comandava um pelotão onde Ickx tomou o sexto lugar de Cevert, com Wisell, Surtees e Amon vindo a seguir, enquanto Tim Schenken e Graham Hill ficavam pelo caminho: o australiano vítima de uma falha na ignição e o britânico ao sair da pista e romper o receptáculo do óleo após uma batida, deixando a Brabham fora da corrida e dando a Bernie Ecclestone uma amostra do quão difícil é a posição de chefe de equipe. Ronnie Peterson resvala na mureta e é ultrapassado por Beltoise, que assume o segundo lugar, a três segundos de Stewart, com Donohue, Fittipaldi e Ickx completando o grupo dos seis primeiros.[11]

Mesmo sob chuva, Stewart manteve-se na liderança ultrapassando os retardatários que surgiam à sua frente, enquanto Peterson retomou o segundo lugar após uma perseguição indômita a Beltoise, figurando a três segundos do líder com Donohue à distância e Ickx em quinto ao superar Fittipaldi. Enquanto isso, Siffert foi aos boxes para tirar lama do radiador e Andretti para trocar a viseira, o que os fez cair às últimas posições na corrida, pouco antes de Regazzoni sair da pista e bater no guard-rail, abandonando a disputa após sete voltas. Empolgado, o sueco da March derrapa e Beltoise aproveita para seguir o rival de perto. Donohe, por outro lado, teve tempo de ir aos boxes e trocar a viseira embaçada sem perder o quarto lugar.[6]

Sob relativa calmaria, a prova canadense viu o trio de líderes aproximar-se de Denny Hulme, ora retardatário. Experiente, o campeão mundial de 1967 permite a ultrapassagem de Stewart e Peterson, mas acaba por fechar a porta para Beltoise, que freia para evitar o choque, mas derrapa, sai da pista e abandona ao bater nas barreiras laterais de proteção. Apresentando melhor rendimento, Peterson tomou a liderança de Stewart entre na volta dezoito, mantendo-a até a trinta, quando o britânico deixou seu adversário para trás. Ávido para reagir, o sueco da March bate na BRM de George Eaton na altura da curva dois do circuito, a Clayton, e embora tenha retornado à pista, não tinha como perseguir a Tyrrell, agora doze segundos à sua frente.[11] A essa altura, Donohue estava em terceiro lugar, a cinquenta e quatro segundos de Stewart, enquanto os pilotos situados na zona de pontuação tinham uma volta de atraso. O rendimento de Stewart melhorou após o fim da chuva, embora o asfalto molhado tenha feito Donohue escorregar. Na volta quarenta, o norte-americano mantinha-se em terceiro a um minuto e quinze do líder da prova, e este detinha vinte segundos de vantagem em relação a Peterson.[6]

Pouco depois, a folga de Stewart era de vinte e cinco segundos e aumentava conforme secava a pista, mas a cautela tornou-se obrigatória à medida que uma neblina descia sobre a pista e a visibilidade piorava. Ultrapassar exigia uma atenção redobrada, mas enquanto os líderes o faziam com cautela frente aos retardatários, François Cevert manteve aceso o instinto de competição ao ultrapassar Ickx e depois tomar a sexta posição de Fittipaldi na volta cinquenta e sete, mesmo giro onde a McLaren de Denny Hulme marcou a volta mais rápida da prova, a primeira do neozelandês desde o Grande Prêmio da Grã-Bretanha de 1967, quando defendia a Brabham.[14] A essa altura, a neblina espessa comprometia a segurança dos pilotos, que continuaram na pista até quando a direção de prova agitou a bandeira vermelha e a seguir a quadriculada, encerrando a etapa canadense após sessenta e quatro voltas, sendo esta a primeira bandeira vermelha na história da categoria desde as 500 Milhas de Indianápolis de 1950.[6][15][nota 2]

Com o encerramento da prova, Jackie Stewart conseguiu sua primeira vitória no Grande Prêmio do Canadá,[16] elevando para 60 a sua pontuação de campeão do mundo e por falar nisso, o segundo lugar de Ronnie Peterson garantiu ao sueco o vice-campeonato mundial com 39 pontos, dez a mais em relação ao concorrente mais próximo restando uma prova para o fim do certame. Entretanto, a maior de todas as façanhas coube ao norte-americano Mark Donohue. Estreante do dia, ele chegou em terceiro lugar e conquistou o único pódio de sua carreira na mesma pista onde venceu o Grande Prêmio do Canadá de 1966, o último antes do país ser integrado ao calendário da Fórmula 1. Em quarto e quinto lugares, Denny Hulme e Reine Wisell cruzaram a linha de chegada a uma volta do vencedor, enquanto François Cevert assegurou o sexto lugar com duas voltas de diferença em relação a Jackie Stewart, seu companheiro na Tyrrell, equipe campeã mundial que agora soma 64 pontos.[2][1]

Classificação

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Treinos classificatórios

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Pos.N.ºPilotoConstrutorTempoDif.Grid
1 11 Reino Unido Jackie Stewart Tyrrell-Ford 1:15.3 1
2 14 Suíça Jo Siffert BRM 1:15.5 + 0.2 2
3 12 França François Cevert Tyrrell-Ford 1:15.7 + 0.4 3
4 2 Brasil Emerson Fittipaldi Lotus-Ford 1:16.1 + 0.8 4
5 20 Nova Zelândia Chris Amon Matra 1:16.1 + 0.8 5
6 17 Suécia Ronnie Peterson March-Ford 1:16.2 + 0.9 6
7 3 Suécia Reine Wisell Lotus-Ford 1:16.3 + 1.0 7
8 10 Estados Unidos Mark Donohue McLaren-Ford 1:16.3 + 1.0 8
9 16 Nova Zelândia Howden Ganley BRM 1:16.3 + 1.0 9
10 9 Nova Zelândia Denny Hulme McLaren-Ford 1:16.4 + 1.1 10
11 21 França Jean-Pierre Beltoise Matra 1:16.5 + 1.2 11
12 4 Bélgica Jacky Ickx Ferrari 1:16.5 + 1.2 12
13 6 Estados Unidos Mario Andretti Ferrari 1:16.9 = 1.6 13
14 22 Reino Unido John Surtees Surtees-Ford 1:17.1 = 1.8 14
15 37 Reino Unido Graham Hill Brabham-Ford 1:17.2 = 1.9 15
16 15 Reino Unido Peter Gethin BRM 1:17.2 = 1.9 16
17 8 Austrália Tim Schenken Brabham-Ford 1:17.4 + 2.1 17
18 5 Suíça Clay Regazzoni Ferrari 1:17.5 + 2.2 18
19 31 Áustria Helmut Marko BRM 1:17.8 + 2.5 19
20 18 Itália Nanni Galli March-Ford 1:18.2 + 2.9 20
21 28 Canadá George Eaton BRM 1:18.4 + 3.1 21
22 19 Reino Unido Mike Beuttler March-Ford 1:18.5 + 3.2 22
23 24 Alemanha Rolf Stommelen Surtees-Ford 1:18.8 + 3.5 23
24 33 Estados Unidos Skip Barber March-Ford 1:19.8 + 4.5 24
25 26 Reino Unido Chris Craft Brabham-Ford 1:20.3 + 5.0 DNS
26 35 Estados Unidos Pete Lovely Lotus-Ford 1:21.1 + 5.8 25
27 27 França Henri Pescarolo March-Ford 1:21.9 + 6.6 DNS
Fontes:[12]
Pos.PilotoConstrutorVoltasTempo/DiferençaGridPontos
1 11 Reino Unido Jackie Stewart Tyrrell-Ford 64 1:55:12.9 1 9
2 17 Suécia Ronnie Peterson March-Ford 64 + 38.3 6 6
3 10 Estados Unidos Mark Donohue McLaren-Ford 64 + 1:35.8 8 4
4 9 Nova Zelândia Denny Hulme McLaren-Ford 63 + 1 volta 10 3
5 3 Suécia Reine Wisell Lotus-Ford 63 + 1 volta 7 2
6 12 França François Cevert Tyrrell-Ford 62 + 2 voltas 3 1
7 2 Brasil Emerson Fittipaldi Lotus-Ford 62 + 2 voltas 4
8 4 Bélgica Jacky Ickx Ferrari 62 + 2 voltas 12
9 14 Suíça Jo Siffert BRM 61 + 3 voltas 2
10 20 Nova Zelândia Chris Amon Matra 61 + 3 voltas 5
11 22 Reino Unido John Surtees Surtees-Ford 60 + 4 voltas 14
12 31 Áustria Helmut Marko BRM 60 + 4 voltas 19
13 6 Estados Unidos Mario Andretti Ferrari 60 + 4 voltas 13
14 15 Reino Unido Peter Gethin BRM 59 + 5 voltas 16
15 28 Canadá George Eaton BRM 59 + 5 voltas 21
16 18 Itália Nanni Galli March-Ford 57 + 7 voltas 20
NC 19 Reino Unido Mike Beuttler March-Ford 56 Não classificado 22
NC 35 Estados Unidos Pete Lovely Lotus-Ford 55 Não classificado 25
Ret 24 Alemanha Rolf Stommelen Surtees-Ford 26 Superaquecimento 23
Ret 21 França Jean-Pierre Beltoise Matra 15 Acidente 11
Ret 33 Estados Unidos Skip Barber March-Ford 13 Pressão do óleo 24
Ret 5 Suíça Clay Regazzoni Ferrari 7 Acidente 18
Ret 37 Reino Unido Graham Hill Brabham-Ford 2 Acidente 15
Ret 8 Austrália Tim Schenken Brabham-Ford 1 Ignição 17
DNS 16 Nova Zelândia Howden Ganley BRM Acidente 9
DNS 26 Reino Unido Chris Craft Brabham-Ford
DNS 27 França Henri Pescarolo March-Ford Ferido num acidente
Fontes:[2][nota 3]

Tabela do campeonato após a corrida

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  • Nota: Somente as primeiras cinco posições estão listadas, com os campeões do ano destacados em negrito. Em 1971 os pilotos somariam cinco resultados nas seis primeiras corridas do ano e quatro nas últimas cinco. Além disso, considera-se apenas o melhor resultado dentre os carros de um mesmo construtor, embora outras equipes inscritas usassem o mesmo chassi numa corrida.

Notas

  1. Peter Ryan nasceu na cidade norte-americana da Filadélfia e sua vitória foi ornada pela Canadian Red Ensign, antiga bandeira nacional do país, numa época onde o Canadá não integrava o calendário da Fórmula 1.
  2. As primeiras edições do Grande Prêmio do Canadá válidas pelo Campeonato Mundial de Fórmula 1 (entre 1967 e 1970) tiveram 90 voltas cada, número excepcionalmente reduzido para 64 voltas em 1971 e fixado em 80 voltas entre 1972 e 1978.
  3. Voltas na liderança: Jackie Stewart 51 voltas (1-17; 31-64), Ronnie Peterson 13 voltas (18-30).

Referências

  1. 1 2 3 4 «1971 Canadian GP – championships (em inglês) no Chicane F1». Consultado em 8 de maio de 2026. Cópia arquivada em 13 de maio de 2025
  2. 1 2 3 «1971 Canadian Grand Prix - race result». Consultado em 23 de dezembro de 2018. Cópia arquivada em 16 de junho de 2024
  3. 1 2 Fred Sabino (19 de setembro de 2019). «Prova em Mosport Park em 1971 teve show de Stewart, pódio de Donohue e "estreia" de Ecclestone». ge.globo.com. Globo Esporte. Consultado em 19 de setembro de 2019. Cópia arquivada em 7 de julho de 2025
  4. Fred Sabino (5 de setembro de 2020). «Há 50 anos, Jochen Rindt morreu num acidente em Monza; depois, seria campeão póstumo da F1». ge.globo.com. Globo Esporte. Consultado em 28 de março de 2026. Cópia arquivada em 23 de fevereiro de 2025
  5. Fred Sabino (28 de outubro de 2020). «Polêmico, poderoso e contestado, mas único: ex-dono da Fórmula 1, Bernie Ecclestone faz 90 anos». ge.globo.com. Globo Esporte. Consultado em 28 de março de 2026. Cópia arquivada em 30 de maio de 2024
  6. 1 2 3 4 5 6 «Grande Prêmio do Canadá de 1971 – Resumo (em francês) no Stats F1». Consultado em 28 de março de 2026. Cópia arquivada em 13 de novembro de 2025
  7. Redação (7 de setembro de 2016). «Venda da Fórmula 1 para o grupo americano Liberty Media é confirmada». ge.globo.com. Globo Esporte. Consultado em 28 de março de 2026. Cópia arquivada em 2 de março de 2026
  8. «Belgian GP, 1963 (em inglês) no grandprix.com». Consultado em 29 de março de 2026. Cópia arquivada em 10 de abril de 2026
  9. «British Racing Partnership (em inglês) no grandprix.com». Consultado em 28 de março de 2026. Cópia arquivada em 5 de março de 2026
  10. Ian Wagstaff (29 de março de 2022). «British Racing Partnership — pushed out by the establishment?». motorsport.com. Motor Sport. Consultado em 28 de março de 2026. Cópia arquivada em 27 de abril de 2026
  11. 1 2 3 «Canadian GP, 1971 (em inglês) no grandprix.com». Consultado em 9 de junho de 2026. Cópia arquivada em 23 de janeiro de 2026
  12. 1 2 «1971 Canadian Grand Prix - starting grid». Consultado em 8 de maio de 2026. Cópia arquivada em 12 de março de 2026
  13. Andrew Marriott (7 de julho de 2014). «1971 Canadian Grand Prix race report». motorsport.com. Motor Sport. Consultado em 23 de maio de 2026. Cópia arquivada em 6 de fevereiro de 2025
  14. «Denny Hulme – Fastests laps (em inglês) no Stats F1». Consultado em 29 de junho de 2026. Cópia arquivada em 12 de novembro de 2024
  15. «United States GP, 1950 (em inglês) no grandprix.com». Consultado em 10 de julho de 2026. Cópia arquivada em 4 de novembro de 2025
  16. Redação (12 de junho de 2025). «GP do Canadá de F1: veja todos os vencedores». ge.globo.com. Globo Esporte. Consultado em 9 de julho de 2026
Precedido por
Grande Prêmio da Itália de 1971
FIA Campeonato Mundial de Fórmula 1
Ano de 1971
Sucedido por
Grande Prêmio dos Estados Unidos de 1971
Precedido por
Grande Prêmio do Canadá de 1970
Grande Prêmio do Canadá
11ª edição
Sucedido por
Grande Prêmio do Canadá de 1972