Hatred

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Hatred
Produtora(s) Destructive Creations
Diretor(es) Jarosław Zieliński
Programador(es) Piotr Bak
Tomasz Widenka
Motor Unreal Engine 4
Plataforma(s) Microsoft Windows
Lançamento 1 de Junho de 2015[1][2]
Género(s) Tiros (shooter)
Modos de jogo Um jogador

Hatred é um videojogo de tiros produzido pelo estúdio polaco Destructive Creations e lançado a 1 de Junho de 2015 para Microsoft Windows. Em Hatred, o jogador controla um vilão que é o protagonista do jogo, um assassino em massa, que odeia a humanidade e a partir daí começa uma "cruzada genocida", para matar civis inocentes e policias. O produtor descreveu Hatred como a reacção às tendências estéticas nos videojogos como o politicamente correto, a cortesia, as cores vivas e a descrição de jogos como arte com a possibilidade de dar ao jogador "o puro prazer de jogar."

O jogo foi revelado em Outubro de 2014 com um pequeno vídeo caracterizado como "controverso" por múltiplos jornalistas da indústria, devido à sua violência explicita. Em Dezembro de 2014, Hatred apareceu por uns tempos no Steam Greenlight, mas foi logo removido, com um representante da Valve a dizer que a companhia "não publicará Hatred". No entanto, no dia seguinte o jogo regressou ao serviço com um pedido de desculpas pessoal por parte de Gabe Newell.

No site de criticas agregadas Metacritic, Hatred tem a pontuação de 45/100 o que indica "análises geralmente desfavoráveis".[3] Estreou-se em #1 na lista de jogos mais vendidos no Steam, à frente de títulos como Grand Theft Auto V, Counter-Strike: Global Offensive e The Witcher 3: Wild Hunt.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

Hatred é um videojogo de tiros apresentado numa perspectiva isométrica,[4] O jogador controla Not Important, um assassino em massa que odeia a humanidade e a partir daí começa uma "cruzada genocida",[4] para matar civis inocentes e policias.[5] Pode também usar esses indivíduos como escudos humanos.[4]

O jogador pode ter três armas ao mesmo tempo juntamente com vários tipos de granadas; também pode conduzir alguns veículos que aparecem no mapa. A barra de vida é regenerada quando se faz execuções ou incapacitando pessoas. Se o jogador é morto, este terá de começar novamente o nível onde se encontra a não ser que complete missões secundárias que lhe dá um número limitado de pontos para renascer.[6][7][8]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

O meu nome não é importante. O que é importante é o que vou fazer... Detesto a merda deste mundo. E os humanos vermes que se alimentam da sua carcaça. Toda a minha vida foi ódio frio e amargo. Sempre quis morrer violentamente. É a altura de vingança e não há nenhuma vida que mereça ser salva. Vou sepultar o maior numero possível. Chegou a hora de matar. E a hora de eu morrer. A minha cruzada genocida começa agora.

Hatred é o primeiro jogo do estúdio polaco Destructive Creations, uma produtora sediada em Gliwice. Alguns membros da equipa composta por treze elementos, já tinha trabalhado para outra produtora polaca, a The Farm 51.[5]

Destructive Creations anunciou Hatred a 16 de Outubro de 2014,[5] com um vídeo, a que muitos jornalistas da indústria dos videojogos chamou de "controverso".[9][10] O produtor descreveu Hatred como a reacção às tendências do politicamente correto nos videojogos, criando um jogo que evite a cortesia, os coloridos e aquilo a que se chama dos jogos como forme de arte.[4] Desta forma, também quiseram demonstrar que com este jogo possam chamar à indústria "média rebelde" e com nível de entretenimento sem inserção de "qualquer filosofia falsa",[11] com a possibilidade de dar ao jogador "o puro prazer de jogar."[12]

O vídeo teve a intenção de ser provocativo, no entanto, o CEO da Destructive Creations, Jarosław Zieliński, não antecipava a magnitude da reacção e o enorme suporte de fãs. Acrescentou também que não lhe parece que o vídeo tenha atravessado o limite daquilo que é moral, e que aqueles que não concordam podem escolher não o jogar.[9] O jogo usa o motor Unreal Engine 4 com fisicas Nvidia PhysX. O criador do motor, a Epic Games, requisitou que o logótipo Unreal fosse retirado do vídeo de apresentação.[9]

Em Dezembro de 2014 a Valve decidiu retirar Hatred do Steam Greenlight, uma plataforma para conseguir arrecadar os votos necessários para aparecer na loja digital da companhia. Doug Lombardi da Valve comentou que, "Baseado naquilo que temos visto no Greenlight não publicaremos Hatred no Steam. Portanto será retirado."[13] A Destructive Creations comentou a decisão da Valve de remover o jogo, comentando que respeita a decisão "apesar de jogos como Manhunt e Postal ainda estarem disponíveis" na plataforma de vendas digitais. E continua dizendo que "Mais ainda, não pensamos nisto como um falhanço porque mais uma vez isto mostrou-nos um grande apoio da comunidade com o qual ficamos impressionados. Após apenas algumas horas depois da campanha Greenlight ter começado, Hatred conseguiu 13,148 votos positivos e acabou na sétima posição do Top 100. Isto é a melhor prova para nós que existem fãs dedicados de Hatred, à espera do lançamento, e que precisamos de continuar a avançar para oferecer um jogo entusiasmante e desafiante".[14] No entanto, um dia depois o jogo ficou de novo disponível no serviço, com um pedido de desculpas pessoal por parte de Gabe Newell,[15][16] co-fundador e gestor da Valve: "Olá Jaroslaw. Ontem ouvi que decidimos retirar Hatred do Greenlight. Visto que não estava a par, perguntei internamente qual a razão para isso. Acontece que não foi uma boa decisão e vamos voltar a colocar Hatred no Steam. As minhas desculpas a ti e à tua equipa. O Steam concentra-se nas ferramentas de criação para criadores e consumidores. Boa sorte com o vosso jogo."[17][18][19] De seguida, tornou-se o jogo mais votado do serviço[20] e aprovado a 29 de Dezembro.[21]

Em Janeiro de 2015, foi dado a Hatred a classificação de "Adults Only" (AO) (Só para Adultos) pela ESRB,[22] o que automaticamente proíbe uma distribuição em massa em retalho ou em consolas. É o terceiro jogo, depois de Thrill Kill e de Manhunt 2, que recebe tal classificação devido à violência extrema em vez de conteúdo sexual.[23][24] Um dos produtores do jogo argumentou contra a classificação, afirmando que "não estava convencido" sobre a associação com jogos sexualmente explícitos, acrescentando "que é uma espécie de feito conseguir ter o segundo jogo da história a ter uma classificação AO apenas pela violência e linguagem. Mesmo que a violência não seja assim tão má e a linguagem dura não é usada em demasia."[22][25][26][27]

Um segundo vídeo foi lançado a 29 de Janeiro de 2015, juntamente com os detalhes para as pré-reservas. Mostrava novas armas como o lança-chamas e novas animações de execuções.[28] Um terceiro vídeo foi lançado em Abril de 2015 e confirma a data de lançamento para 1 de Junho de 2015.[2]

Os produtores já afirmaram que depois do lançamento, as ferramentas de criação de Hatred ficarão disponíveis ao público.[29]

Lançamento[editar | editar código-fonte]

Hatred foi lançado a 1 de Junho de 2015 para Microsoft Windows,[2][30] Foi decidido ser lançado apenas para Windows devido ao tamanho pequeno da equipa de produção, e, se permitido, esperando que o jogo possa ser distribuído através de várias plataformas, incluindo Steam, GOG.com.[10] e Desura.com.[31] A Destructive Creations pediu à Steam para bloquear o jogo onde houvesse qualquer problema relacionado com questões legais, como tal Hatred não está disponível na Alemanha e na Austrália.[32] Foi igualmente banido do Twitch, uma plataforma de streaming de videojogos.[33]

Foram reveladas duas versões digitais disponíveis para as pré-reservas do jogo, uma base e outra limitada que inclui uma t-shirt Hatred. Ambas têm incluído a banda sonora oficial.[28]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Controvérsia[editar | editar código-fonte]

O antagonista está a matar todos de igual forma, a raça não importa (é gerada aleatoriamente para todos os NPC), o sexo não importa (também é aleatório), por isso podem dizer que é o jogo mais tolerante e que promove igualdade. Aqui toda a gente morre.

Muitas publicações e jornalistas da imprensa dos videojogos responderam ao vídeo que revelou o jogo pela primeira vez, particularmente em condenação ao que chamaram de "representação de violência desenfreada".[34] Colin Campbell do site Polygon, escreveu que eles responderam ao comunicado de imprensa "com repulsa genuína".[4] Descreveram o vídeo como "macabro",[5] "extremamente violento, e de mau gosto".[4] David Murphy da revista PC Magazine, escreveu "preparem-se para a reacção sobre o shooter ultra-violento ... se este jogo alguma vez for editado".[10] Comparou o jogo com Manhunt, Postal e Mortal Kombat — outros videojogos dantes considerados controversos devido à enorme violência — e sentiu que Hatred "irá gerar a mesma quantidade de controvérsia".[10] O vídeo atraiu defensores pela liberdade de expressão, mas o Polygon fez notar que nenhum retalhista requisitou censura sobre o jogo.[11]

Enquanto que alguns notaram que o jogador tem tanta capacidade de matar inocentes como noutras séries incluindo Grand Theft Auto ou Fallout, a Forbes notou que esses jogos penalizam essas acções de uma maneira que Hatred não o faz, visto que a violência é "literalmente... todo o conteúdo do jogo".[10] Mike Splechta da GameZone questionou o porquê de aparecer agora e na forma que este se possa torna no "próximo bode expiatório", num clima que já tem os videojogos como responsáveis pelos tiroteios em escolas e outra violência.[30] Ben Kuchera do Polygon escreveu que o vídeo é uma "falha de retórica" na tentativa de chocar os que o vêem, mas em última análise mostra uma procura de atenção juvenil reminiscente do estilo da banda Slipknot, estética de "cultura de choque" dos anos 1990. Kuchera acrescenta ainda que "a cultura de choque já morreu, fazendo com que o video de Hatred fique sem força e se torne quase cómico."[35] Em resposta, o CEO da Destructive Creations disse que no vídeo "a chamada 'táctica de choque' fez o seu trabalho bem feito", e acrescentou que a reacção ao vídeo reflecte o politicamente correcto da indústria — "a maneira como nos é dito e ensinado como pensar" — contra a qual o jogo se reveste.[11] Quando questionado sobre a afiliação da companhia e a organização anti-islâmica polaca Polska Liga Obrony, com base num "gosto" colocado publicamente no Facebook, a Destructive Creations respondeu que não apoiavam a organização,[34] que eram contra "ideologias totalitárias", e apreciam a publicidade, apesar da sua malevolência.[36]

O segundo vídeo com o nome Devastation, recebeu criticas similares, com o Polygon a chamá-lo de "tão cruel e cínico como o primeiro."[37]

A Forbes, o The Guardian e o blog Rock, Paper, Shotgun descrevem Hatred como um "simulador de assassinato em massa".[38][39][40]

Criticas profissionais[editar | editar código-fonte]

 Recepção
Resenha crítica
Publicação Nota
Destructoid 5.5/10[41]
Eurogamer (a evitar)[42]
Game Informer 5.5/10[6]
Game Rant 1.5 de 5 estrelas.[43]
GameSpot 3/10[7]
The Jimquisition 4/10[8]
Kotaku (desfavorável)[44]
Metro 3/10[45]
PC Gamer 48/100[46]
Pontuação global
Publicação Nota média
GameRankings 46.63%[47]
Metacritic 45/100[3]

Vendas[editar | editar código-fonte]

Hatred estreou-se em #1 na lista de jogos mais vendidos no Steam, à frente de títulos como Grand Theft Auto V, Counter-Strike: Global Offensive e The Witcher 3: Wild Hunt.[48][49]

Referências

  1. «Hatred on Steam». Valve Corporation. Steam. Consultado em 5 de maio de 2015 
  2. a b c Stephany Nunneley (28 de abril de 2015). «Hatred has a release date, and its new trailer is a bit NSFW». VG247. Consultado em 5 de maio de 2015 
  3. a b «Hatred for PC Reviews». Metacritic. Consultado em 2 de junho de 2015 
  4. a b c d e f Colin Campbell (16 de outubro de 2014). «The worst trailer of the year revels in slaughtering innocents». Polygon. Consultado em 22 de outubro de 2014 
  5. a b c d Michael McWhertor (16 de outubro de 2014). «Epic Games distances itself from ultraviolent mass-murder game Hatred (update)». Polygon. Consultado em 22 de outubro de 2014 
  6. a b Daniel Tack (2 de junho de 2015). «Hatred: Senseless Violence». Game Informer. Consultado em 3 de junho de 2015 
  7. a b Justin Clark (1 de junho de 2015). «Hatred Review - Hate leads to suffering.». GameSpot. Consultado em 2 de junho de 2015 
  8. a b Jim Sterling (1 de junho de 2015). «Hatred Review – Destructively Uncreative». The Jimquisition. Consultado em 2 de junho de 2015. Arquivado do original em 21 de junho de 2015 
  9. a b c Jeffrey Matulef (16 de outubro de 2014). «Civilian massacring game Hatred courts controversy, gets it». Eurogamer. Consultado em 22 de outubro de 2014 
  10. a b c d e DAVID MURPHY (16 de outubro de 2014). «Trailer for Disturbing Mass Murder Game, Hatred, Stirs Controversy». PC Magazine. Consultado em 22 de outubro de 2014 
  11. a b c Campbell, Colin (17 de outubro de 2014). «The man who made that Hatred trailer says the game is all about honesty». Polygon. Vox Media. Consultado em 18 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 18 de outubro de 2014 
  12. Matt Liebl (5 de janeiro de 2015). «Destructive Creations: 'We don't justify the violence' in Hatred». Game Zone. Consultado em 5 de maio de 2015 
  13. Alex Wawro (15 de dezembro de 2014). «Valve pulls Hatred from Greenlight, calling it unpublishable». Gamasutra. Consultado em 16 de dezembro de 2014 
  14. Luís Alves (16 de dezembro de 2014). «Valve retira Hatred do Steam Greenlight». Eurogamer. Consultado em 16 de dezembro de 2014 
  15. Crossley, Rob (17 de dezembro de 2014). «Gabe Newell Steps in to Reinstate Controversial Shooter on Steam». GameSpot 
  16. Brenda Hillier (17 de dezembro de 2014). «Hatred mysteriously returns to Steam Greenlight». VG247. Consultado em 17 de dezembro de 2014 
  17. Hillier, Brenda (17 de dezembro de 2014). «Hatred mysteriously returns to Steam Greenlight». VG247. Consultado em 17 de dezembro de 2014 
  18. Jorge Loureiro (17 de dezembro de 2014). «Hatred de volta ao Steam». Eurogamer. Consultado em 17 de dezembro de 2014 
  19. Michael McWhertor (16 de dezembro de 2014). «Hatred is back on Steam Greenlight (update)». Polygon. Consultado em 17 de dezembro de 2014 
  20. Orland, Kyle. «Controversial shooter Hatred reinstated on Steam Greenlight». Ars Technica 
  21. «'Hatred' gets approved on Steam Greenlight». GamePolitics.com. 30 de dezembro de 2014. Consultado em 24 de janeiro de 2015 
  22. a b Bates, Ryan (17 de janeiro de 2015). «Hatred Recieves AO Rating from ESRB». Game Revolution. Consultado em 3 de junho de 2015 
  23. «EA kills 'Thrill Kill' game before release». ZDNet. 15 de outubro de 1998. Consultado em 18 de dezembro de 2006. Cópia arquivada em 16 de novembro de 2006 
  24. «The Manhunt Saga: ESRB assigns AO rating». Ars Technica. Condé Nast Publications. Consultado em 10 de dezembro de 2013 
  25. «Hatred given Adults Only rating in US and Canada». Polygon. Consultado em 16 de janeiro de 2015 
  26. «Why the Adults Only rating may be pointless and harmful to games as an art form». Polygon. Vox Media. Consultado em 22 de março de 2014 
  27. «A history of (muted) violence». Polygon. Vox Media. Consultado em 22 de março de 2014 
  28. a b Carlson, Alex (29 de janeiro de 2015). «Hatred Opens Pre-Orders, Gets New Trailer». Hardcore Gamer. Consultado em 30 de janeiro de 2015 
  29. Witczak, Mateusz (2015). «Hatred». Warsaw: Wydawnictwo Bauer. CD-Action (em polaco). Abril 04/2015 (241): 30-31. ISSN 1426-2916 
  30. a b Splechta, Mike (16 de outubro de 2014). «Hatred puts you in the shoes of a mass murderer». GameZone. Consultado em 19 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 19 de outubro de 2014 
  31. «Hatred Windows Game». Desura.com. Consultado em 2 de junho de 2015. Arquivado do original em 1 de março de 2015 
  32. «Update: Hatred Is Now Region Locked In Australia». Kotaku. 2 de junho de 2015. Consultado em 2 de junho de 2015 
  33. Keith Stuart (29 de maio de 2015). «Hatred: gaming's most contrived controversy». The Guardian. Consultado em 3 de junho de 2015 
  34. a b Hall, Charlie (20 de setembro de 2014). «CEO behind Hatred responds to accusations of neo-Nazi, anti-Islamic affiliation». Polygon. Vox Media. Consultado em 22 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 22 de outubro de 2014 
  35. Kuchera, Ben (17 de outubro de 2014). «Shock culture is dead, making the Hatred trailer powerless and nearly comical». Polygon. Vox Media. Consultado em 18 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 18 de outubro de 2014 
  36. Hall, Charlie (21 de outubro de 2014). «Team behind Hatred lashes out in blog post, thanks press for attention». Polygon. Vox Media]. Consultado em 22 de outubro de 2014. Cópia arquivada em 22 de outubro de 2014 
  37. Campbell, Colin. «New Hatred trailer is just as vile as the last one». Polygon. Vox Media. Consultado em 30 de janeiro de 2015 
  38. Tassi, Paul (16 de novembro de 2014). «The Video Game Morality Questions Raised By Mass Murder Simulator, 'Hatred'». Forbes. Consultado em 29 de abril de 2015. Cópia arquivada em 1 de abril de 2015 
  39. Stuart, Keith (16 de dezembro de 2014). «Hatred shooter removed from Steam gaming site». The Guardian. Consultado em 29 de abril de 2015. Cópia arquivada em 25 de abril de 2015 
  40. Walker, John (16 de dezembro de 2014). «Valve "Would Not Publish" Hatred, Deletes From Greenlight». Rock, Paper, Shotgun. Consultado em 29 de abril de 2015. Cópia arquivada em 29 de abril de 2015 
  41. Chris Carter (28 de maio de 2015). «Review: Hatred - Do you hate it?». Destructoid. Consultado em 1 de junho de 2015 
  42. Jorge Loureiro (10 de junho de 2015). «"Hatred - Análise"». Eurogamer. Consultado em 27 de agosto de 2015 
  43. Gordon, Rob (4 de junho de 2015). «'Hatred' Review: A Sub-Par Shooter Hidden Behind Violent Controversy». Game Rant. Game Rant, LLC. Consultado em 4 de junho de 2015 
  44. Suellentrop, Chris (2 de junho de 2015). «Hatred: The Kotaku Review». Kotaku. Kinja KFT. Consultado em 3 de junho de 2015 
  45. David Jenkins (1 de junho de 2015). «Hatred review – the most violent game on earth». Metro.co.uk. Associated Newspapers Limited. Consultado em 2 de junho de 2015 
  46. Christopher Livingston (4 de junho de 2015). «Hatred Review». PC Gamer. Consultado em 22 de junho de 2015 
  47. «Hatred for PC». GameRankings. Consultado em 2 de junho de 2015 
  48. Matt Liebl (1 de junho de 2015). «Despite controversy, Hatred is a Steam 'Top Seller'». GameZone. Consultado em 2 de junho de 2015 
  49. «Mais vendidos». Steam. Consultado em 2 de junho de 2015 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]