James T. Kirk

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James T. Kirk
William Shatner em foto promocional como
James T. Kirk
Descrição ficcional
Nascimento 22 de março de 2233
Morte 2371

James Tiberius Kirk é um personagem da franquia de entretenimento Star Trek. Kirk foi primeiramente interpretado por William Shatner como o personagem principal da série original Star Trek. Shatner fez a voz de Kirk na série de animação Star Trek e o interpretou nos sete primeiros filmes da franquia. Chris Pine interpreta uma versão mais jovem de Kirk a partir do filme Star Trek. Kirk também já apareceu em inúmeros livros, quadrinhos e vídeo games da série. O personagem foi elogiado por suas características de liderança, porém também criticado por suas relações com mulheres.

História[editar | editar código-fonte]

James Tiberius Kirk nasceu em Riverside, Iowa, em 2233.[1] Seus pais eram George e Winona Kirk.[2] Apesar de ter nascido na Terra, Kirk morou por um tempo em Tarsus IV, onde ele foi um dos nove sobreviventes do massacre de 4.000 colonos por Kodos, o Executor.[1] O irmão de James Kirk, George Samuel Kirk é mencionado pela primeira vez em "What Are Little Girls Made Of?", sendo introduzido e morto no episódio "Operation: Annihilate!", deixando três filhos.[1]

Na Academia da Frota Estelar, Kirk se tornou o único estudante a derrotar o teste do Kobayashi Maru, ganhando elogios por pensamento original ao reprogramar a simulação para permitir a vitória no cenário "sem vitórias".[1] Kirk ganhou uma comissão de campo como um alferes e foi colocado para treinamento abordo da USS Republic.[1] Ele então foi promovido a tenente-júnior e retornou à Academia como estudante instrutor.[1] Ao se formar entre os melhores, Kirk foi promovido a tenente e serviu a bordo da USS Farragut.[1] Enquanto servia na Farragut, ele comandou sua primeira pesquisa planetária e sobreviveu a um ataque mortal que matou grande parte da tripulação da Farragut.[1]

Kirk se tornou o capitão mais jovem da história da Frota Estelar quando ele recebeu o comando da USS Enterprise para uma missão de cinco anos,[1] três dos quais são mostrados na série de televisão Star Trek.[3] Suas relações mais significantes na série foram com seu primeiro oficial Spock e o oficial médico chefe da nave Leonard McCoy.[4] O livro de Robert Jewett e John Sheldon Lawrence, The Myth of the American Superhero, descreve Kirk como "um líder que empurra ele mesmo e sua tripulação para além de limites humanos".[5] Terry J. Erdman e Paula M. Block, em Star Trek 101, notam que apesar de "astuto, corajoso e confiante", Kirk tem "tendência a ignorar regulações da Frota Estelar quando ele acha que os fins justificam os meios"; ele é "o oficial por excelência, um homem entre homens e um herói para as eras".[6] Apesar de pela série Kirk se envolver com várias mulheres, quando confrontado com escolha entre a mulher e a Enterprise, "sua nave sempre vence".[7]

O livro The Lost Years, de J. M. Dillard, descreve a promoção de Kirk a Almirante e sua vida insatisfatória como um solucionador de problemas diplomáticos depois da missão de cinco anos da Enterprise. Em Star Trek: The Motion Picture, Kirk é o chefe das operações da Frota Estelar, e ele assume o comando da reformada Enterprise do Capitão Willard Decker.[1] No começo de Star Trek II: The Wrath of Khan, Kirk assume o comando da Enterprise do Capitão Spock para perseguir seu inimigo de "Space Seed", Khan Noonien Singh.[1] O filme introduz o filho de Kirk, David Marcus.[1] Spock, que nota que "comandar uma nave estelar é o primeiro, melhor destino [de Kirk]", morre ao final do filme. Em Star Trek III: The Search for Spock, Kirk lidera seus oficiais seniores em uma missão bem sucedida para salvar Spock, que renasceu no Planeta Gênesis.[1] Apesar de Kirk ser rebaixado a Capitão em Star Trek IV: The Voyage Home por desobedecer as ordens da Frota Estelar, ele recebe o comando da USS Enterprise-A.[1] Ele permanece como capitão da nave até sua descomissão ao final de Star Trek VI: The Undiscovered Country.

Em Star Trek Generations, o Capitão Jean-Luc Picard encontra Kirk vivo na intemporal Nexus, apesar da história ter registrado sua morte durante a viagem inaugural da Enterprise-B. Picard convence Kirk a retornar ao presente do primeiro para ajudá-lo a derrotar o Dr. Tolian Soran e impedi-lo de destruir a estrela de Veridian. Apesar de inicialmente recusar, Kirk aceita ao perceber que a Nexus nunca vai lhe dar aquilo que ele sempre procurou: a habilidade de fazer a diferença. Os dois deixam a Nexus e impedem Soran. Entretanto, Kirk é mortalmente ferido e morre.

Realidade Alternativa[editar | editar código-fonte]

Chris Pine como Capitão James T. Kirk em Star Trek.
Ver artigo principal: Star Trek (filme)

O filme de 2009 Star Trek e suas sequências introduzem um universo alternativo[8] que revela diferentes origens para Kirk, sua formação e associação com Spock e como eles terminaram servindo juntos a bordo da Enterprise.[9] O ponto de divergência entre os eventos do universo original e do alternativo ocorre no dia do nascimento de Kirk em 2233.

Apesar do filme tratar detalhes específicos de Star Trek como mutáveis, as caracterizações destinam-se a "permanecer as mesmas".[9] No filme, George e Winona Kirk nomeiam seu filho James Tiberius em homenagem a seus pais. Ele nasceu em uma nave auxiliar escapando da USS Kelvin, onde seu pai é morto.[8] O personagem começa como um "rebelde irresponsável e briguento"[10] que eventualmente chega na "maturidade".[11] De acordo com Chris Pine, o personagem é uma pessoa de "25 anos [que age como uma] de 15 anos" e que está "bravo com o mundo".[12] Kirk e Spock se desentendem na Academia da Frota Estelar,[8] porém, no decorrer do filme, Kirk foca sua "paixão, obstinação e o espectro das emoções" e se torna o capitão da Enterprise.[12]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Jeffrey Hunter interpretou o Capitão Christopher Pike, oficial comandante da USS Enterprise, no rejeitado primeiro piloto "The Cage".[1] Ao desenvolver o segundo piloto, "Where No Man Has Gone Before", o criador da série Gene Roddenberry mudou o nome do capitão para James T. Kirk depois de rejeitar várias opções.[13] O nome foi inspirado pelo Capitão James Cook, cuja anotação em seu diário "a ambição me leva... mais longe do que qualquer outro homem esteve antes de mim" inspirou o título do episódio.[14] O personagem é em parte baseado em Horatio Hornblower, de C. S. Forester, e a NBC queria que o programa enfatizasse o "individualismo áspero" do capitão.[15] Jack Lord era a escolha original da Desilu Productions para interpretar Kirk, porém sua exigência de 50% da série levou a sua não contratação.[16]

William Shatner tentou imbuir o personagem com "respeito e admiração", ausentes em "The Cage".[13] Ele também tirou inspirações de suas experiências como ator Shakespeariano para fortalecer o personagem, cujo diálogo era carregado de jargões.[16] Não apenas ele se inspirou na sugestão de Roddenberry de Hornblower, porém Shatner também baseou Kirk em Alexandre, o Grande—"o atleta e o intelectual de seu tempo", que Shatner havia interpretado em um piloto não vendido dois anos antes—e nele mesmo porque "o fator de fadiga [depois de semanas de filmagens] é tanto que você tenta ser tão honesto quanto possível consigo mesmo".[17] Um veterano na comédia, Shatner sugeriu fazer os personagens do programa tão confortáveis no espaço quanto eles estariam no mar, e fazer Kirk ser o humorado "bom amigo o capitão, que em tempos de necessidade iria ter um estalo e viraria um guerreiro".[17] Mudar o personagem para "um homem com emoções bem humanas" também permitiu o desenvolvimento do personagem de Spock.[13] Shatner escreveu que "Kirk era um homem que se maravilhava e muito apreciava as surpresas sem fim apresentadas a ele neste universo... Ele não dava as coisas como garantidas e, mais do que ninguém, respeitava a vida em cada uma de suas formas de aventuras estranhas e semanais".[13]

Quando Star Trek foi cancelado em 1969, Shatner assumiu que esse seria o fim de sua associação com o programa;[13] entretanto Shatner acabou dublando Kirk na série de animação de Star Trek,[3] estrelou os primeiros sete filmes da franquia,[1] e dublou o personagem em vários video games.[18] O diretor de The Wrath of Khan Nicholas Meyer, que nunca havia assistido a um episódio da série antes de ser contratado para dirigir o filme,[17] se focou na atmosfera "Hornblower no espaço sideral", sem saber que ela havia influenciado a série.[19] Meyer também infatizou paralelos com Sherlock Holmes, já que os dois personagens eram um desperdício sem seus estimulos: novos casos para Holmes, e aventuras em naves estelares para Kirk.[20]

O roteiro de The Wrath of Khan de Meyer se focava no evelhecimento de Kirk, com McCoy dando-lhe óculos como presente de aniversário.[20] O roteiro afirma que Kirk tem 49 anos, porém Shatner estava inseguro sobre específicar a idade de Kirk[20] porque ele estava hesitante em interpretar uma versão de meia-idade dele mesmo. Shatner mudou de ideia quando o produtor Harve Bennett o convenceu de que ele poderia envelhecer graciosamente como Spencer Tracy. O sacrifício de Spock ao final do filme permitiu o renascimento espiritual de Kirk; anteriormente tendo comentado que ele se sente velho e desgastado, Kirk na cena final afirma se sentir "jovem".[21] Além disso, a solução de sacrifício próprio de Spock para o cenário sem vitória do Kobayashi Maru, que Kirk havia trapaceado, o força a confrontar a morte e crescer como personagem.[21]

Tanto Shatner como públicos teste ficaram insatisfeitos que Kirk foi morto por um tiro nas costas no final original de Generations;[22] um adendo inserido por Shatner enquanro seu livro Star Trek Memories estava sendo impresso expressava seu entusiasmo ao ser chamado para filmar um final reescrito.[16] Apesar da alteração, o co-roteirista de Generations, Ronald D. Moore, disse que a morte de Kirk, que destinava-se a "repercutir por toda a franquia Star Trek", falhou em "entregar os temas [de morte e mortalidade] do jeito que queriamos".[23] Malcolm McDowell, cujo personagem Dr. Tolian Soran matou Kirk, ficou insatisfeito com ambas as versões da morte de Kirk; ele acreditava que Kirk deveria ser morto "em grande estilo". McDowell afirma que ele recebeu ameaças de morte após o lançamento de Generations.

No filme Star Trek de 2009, os roteiristas Alex Kurtzman e Roberto Orci focaram sua história em Kirk e Spock na linha de tempo alternativa enquanto tentavam preservar características chave de cada personagem de suas representações anteriores.[24] Kurtzman disse que escolher alguém cuja interpretação de Kirk poderia mostrar que o personagem "está sendo honrado e protegido" foi "complicado", porém que o "espírito de Kirk está vivo e bem" na interpretação de Pine.[25] Pine lembra ter tido dificuldades em seu teste, que requereu que ele "latisse 'jargões de Trek'", porém seu carisma impressionou o diretor J. J. Abrams.[9] A química entre Pine e Zachary Quinto, interpretando Spock, levou Abrams oferecer o papel a Pine.[9] Jimmy Bennett interpretou Kirk nas cenas mostrando a infância do personagem. Os roteiristas se viraram para materiais como o livro Best Destiny para inspiração em relação a infância de Kirk.[26]

Ao se preparar para interpretar Kirk, Pine decidiu adotar alguns traços característicos do personagem—"charmoso, engraçado e líder de homens"—ao invés de tentar se encaixar na "imagem prestigiada" da interpretação de Shatner.[27] Pine especificamente não tentou imitar a cadência de Shatner, acreditando que ao fazer isso sua interpretação se tornaria "uma imitação".[28] Pine disse que queria que sua interpretação se parecesse com Harrison Ford como Indiana Jones ou Han Solo, destacando seus humores e características de "heróis acidentais".[29]

Recepção[editar | editar código-fonte]

De acordo com Shatner, as primeiras resenhas de Star Trek chamavam sua interpretação de "expressiva como uma porta", com a maioria dos elogios em relação a atuação indo para Leonard Nimoy.[13] Entretanto, os maneirismos de Shatner ao interpretar Kirk se tornaram "instantaneamente reconhecíveis",[27] com Shatner vencendo o Saturn Award de Melhor Ator por The Wrath of Khan.[30] O The Guardian chamou a interpretação de Pine como Kirk de um "sucesso absoluto",[31] e o The Boston Globe disse que Pine é "um bom, jovem impetuoso Kirk".[8] A Slate, que chamou Pine de "uma jóia", descreveu sua performance como "canal[izando]" Shatner sem ser uma imitação.[32]

A Slate descreveu a representação de Kirk por Shatner como "expansiva, barulhenta, um tanto ridícula e, mesmo assim, supremamente capaz de liderar homens, Falstaffiano no seu amor pela vida e da grandeza do espírito".[32] O The Myth of the American Superhero se refere a Kirk como um "redentor superhumano" que "como um verdadeiro superherói... regularmente escapa depois de arriscar uma batalha com monstros ou naves estelares inimigas".[5] Apesar de alguns episódios questionarem a posição de Kirk como herói, Star Trek "nunca deixou o espectador em dúvida por muito tempo".[33] Outros comentaram que sua "força, inteligência, charme e espírito aventureiro" o fazem um personagem irrealista.[33] Kirk é descrito como capaz de encontrar maneiras de "através de problemas inesperados atingir seus objetivos" e seu estilo de liderança é mais "apropriado em um firme, georgaficamente idêntico, time com uma cultura forte para liderança". Apesar de Roddenberry ter concebido o personagem como sendo "num sentido muito real... 'casado'" com a Enterprise,[34] Kirk é notado por "suas façanhas sexuais com lindas mulheres de todos tamanhos, formas e tipos";[7] ele foi chamado de "promíscuo".[35] O autor Randy Pausch acredita que ele se tornou um melhor professor, colega e marido porque ele assistiu Kirk comandar a Enterprise; Pausch escreveu que "para garotos ambiciosos com uma inclinação científica, não poderia haver modelo maior do que James T. Kirk".[36]

Impacto cultural[editar | editar código-fonte]

A placa marcando Riverside como o "futuro local de nascimento" do Capitão Kirk.

A cidade de Riverside, Iowa, peticionou Roddenberry e a Paramount Pictures em 1985 a permissão para "adotar" Kirk como o "Futuro Filho" da cidade.[37] A Paramount queria US$ 40.000 para uma licença para reproduzir um busto de Kirk, porém a cidade no lugar fez uma placa e construíu uma réplica da Enterprise (chamada de "USS Riverside"), e o Clube da Comunidade da Área de Riverside anualmente realiza um "Festa Trek" em antecipação ao aniversário de Kirk.[38]

Kirk já foi o alvo de várias paródias em uma grande variedade de programas de televisão em muitos países, incluindo o The Carol Burnett Show e a imitação de Kirk por John Belushi para o Saturday Night Live, que ele descreve como seu papel favorito.[39][40] Jim Carrey foi elogiado por sua sátira do personagem no episódio de 1992 de In Living Color.[41] O comediante Kevin Pollak é conhecido por suas imitações de Shatner como Kirk.[42]

Kirk já virou uma grande variedade de produtos, incluindo bustos colecionáveis, bonecos,[43] canecas,[13] camisetas[13] e ornamentos de árvores de natal. Uma máscara de Dia das Bruxas de Kirk foi alterada para ser usada como a máscara do personagem Michael Myers na série de filmes Halloween. Em 2002, a cadeira de capitão de Kirk da série original foi leiloada por US$ 304.000.[44]

Em uma pesquisa realizada em 2010 pela Space Foundation, Kirk foi eleito o 6º (empatado com o cosmonauta Yuri Gagarin) herói espacial mais popular da história.[45]

Dubladores no Brasil[editar | editar código-fonte]

Emerson Camargo

Dennis Carvalho

Astrogildo Filho

Marcos Miranda

Waldyr Sant'anna

Garcia Jr.

Marco Antônio Costa

Marcelo Garcia

Referências

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]