Juremir Machado da Silva

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Juremir Machado da Silva
(foto: Rodrigo Canela/CPFL Cultura, 2009)
Nome completo Juremir Machado da Silva
Nascimento 29 de janeiro de 1962 (54 anos)[1]
Santana do Livramento (RS)
Residência Porto Alegre (RS)
Nacionalidade  Brasil
Ocupação escritor, tradutor, jornalista e professor universitário,

Juremir Machado da Silva (Santana do Livramento, 29 de janeiro de 1962) é um escritor, tradutor, jornalista e professor universitário brasileiro.

Foi coordenador do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da PUC-RS.</ref> {{citar web|título=Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social - até abril de 2014.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Formado em jornalismo e em história pela PUCRS (1985), é doutor em Sociologia pela Universidade de Paris V: René Descartes sob a orientação de Michel Maffesoli. Em Paris, de 1993 a 1995, foi colunista e correspondente do jornal Zero Hora. Em 1998, fez pós-doutorado na França orientado por Edgar Morin, Jean Baudrillard e Michel Maffesoli. Atualmente, é professor do curso de Jornalismo da Faculdade de Comunicação Social da PUCRS, onde foi coordenador do programa de pós-graduação em Comunicação de 2003 a 2014. Assina uma coluna diária, coordena o Caderno de Sábado e mantém um blog no jornal Correio do Povo de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, além de apresentar o programa Esfera Pública na Rádio Guaíba e de participar diariamente dos programas Bom Dia, Ganhando o Jogo e Guaíba Revista. Integra o conselho editorial das revistas acadêmicas estrangeiras Sociétés, Hermès e Esprit Critique. Foi vice-presidente da Associação Nacional de Programas de Pós-Graduação em Comunicação (Compós) e representante da área da Comunicação no CNPq.

Bibliografia parcial[editar | editar código-fonte]

  • A Miséria do cotidiano. (Sociologia) Artes & Ofícios, Porto Alegre, (1991).
  • A Noite dos cabarés. (Reportagem) Mercado Aberto, Porto Alegre, (1991); Segunda edição, Editora Pradense, (2013).
  • Muito além da liberdade: ensaio sobre a pós-modernidade. (Ensaio) Artes & Ofícios, Porto Alegre, (1991).
  • O Pensamento do fim do século. (Entrevistas com artistas e intelectuais) L&PM, Porto Alegre, (1993).
  • A Prisioneira do Castelinho do Alto da Bronze. (Romance-reportagem) Artes & Ofícios, Porto Alegre, (1993).
  • Cai a noite sobre palomas (Romance) Sulina, Porto Alegre, (1995).
  • Anjos da perdição: futuro e presente na cultura. (Sociologia) Sulina, Porto Alegre, (1996).
  • Viagem ao extremo sul da solidão. (Romance) Sulina, Porto Alegre, (1997).
  • Visões de uma certa Europa. (Entrevistas com intelectuais) Edipucrs, Porto Alegre, (1998).
  • Fronteiras (Romance) Sulina, Porto Alegre, (1999).
  • Le Brésil, pays du présent. Desclée de Brouwer, Paris, (1999).
  • A Miséria do jornalismo brasileiro. (Sociologia - Jornalismo) Vozes, Petrópolis-RJ, (2000).
  • As Tecnologias do imaginário. (Ensaio) Sulina, Porto Alegre, (2002).
  • Ela nem me disse adeus. (Novela) Sulina, Porto Alegre, (2003).
  • Adios, baby. (Novela) Sulina, Porto Alegre, (2003).
  • Nau frágil. (Novela) Sulina, Porto Alegre, (2003).
  • Getúlio. (Romance histórico) Record, Rio de Janeiro, (2004).
  • Para homens na crise dos 40 e mulheres interessadas em compreendê-los. (Crônica) Sulina, Porto Alegre, (2005).
  • Mal dito. (Aforismos) Bipolar, Porto Alegre, (2005).
  • Aprender a (vi)ver. (Crônica) Record, Rio de Janeiro, (2006).
  • Antes do Túnel - uma História Pessoal do Bom Fim. (Ensaio - memória) Editora da Cidade, Porto Alegre, (2007).
  • Solo (Romance) Record, Rio de Janeiro, (2008).
  • Les technologies de l’imaginaire La Table Ronde, Paris, (2008).
  • O que pesquisar quer dizer: como fazer textos acadêmicos sem medo da ABNT e da Capes. (Ensaio) Sulina, Porto Alegre, (2010).
  • História regional da infâmia: o destino dos negros farrapos e outras iniquidades brasileiras, ou como se produzem os imaginários. L&PM, Porto Alegre, (2010).
  • 1930: Águas da revolução. (Romance histórico) Record, Rio de Janeiro, (2010).
  • Trilogia de Palomas - Cai a noite sobre Palomas, Viagem ao extremo sul da solidão e Fronteiras. (Romance) Sulina-Correio do Povo, Porto Alegre, (2011).
  • Vozes da Legalidade - Política e imaginário na Era do Rádio. (Ensaio) Sulina, Porto Alegre, (2001).
  • Um Escritor no fim do mundo: viagem com Michel Houellebecq à Patagônia. (Ensaio) Record, Rio de Janeiro, (2011).
  • A Sociedade midiocre - Passagem ao hiperespetacular: o fim do direito autoral, do livro e da escrita. (Ensaio - Sociologia) Sulina, Porto Alegre, (2012).
  • A Orquídea e o serial-killer. (Crônica) L&PM, Porto Alegre, (2012).
  • Jango: A Vida e A Morte No Exílio. (como foram construídos, com ajuda da mídia, o imaginário favorável ao golpe e as narrativas sobre as suspeitas de assassinato do presidente deposto em 1964) (Ensaio) L&PM, Porto Alegre, (2013).
  • 1964 - Golpe midiático-civil-militar. (Ensaio) Sulina, Porto Alegre, (2014).
  • Avec Michel Houellebecq en Patagonie. CNRS, Paris, (2011). (En poche), (2014).
  • Correio do Povo, a primeira semana de um jornal centenário (Ensaio) Sulina, Porto Alegre, (2015).
  • Corruptos de estimação e outros textos sobre o golpe hiper-real (Crônicas) Sulina, Porto Alegre, (2016)

Traduções[editar | editar código-fonte]


Prêmio[editar | editar código-fonte]

  • Prêmio Açorianos de tradução, Porto Alegre, SMC, 1999, por O Método 4.
  • Prêmio Luiz Beltrão de Ciências da Comunicação, intelectual emergente, atribuído pela Intercom (Sociedade Brasileira de Estudos em Comunicação), 2001.
  • Prêmio Press, colunista do ano, Porto Alegre, 2004.
  • Prêmio Açorianos de crônica, Porto Alegre, SMC, 2006, por Para homens na crise dos 40 e mulheres interessadas em compreendê-los.
  • Prêmio Joaquim Felizardo, de mídia imprensa, Porto Alegre, SMC, 2007.
  • Prêmio ARI (Associação Rio-grandense de Imprensa) de Jornalismo, 2007 (2º lugar em reportagem cultural).
  • Prêmio ARI (Associação Rio-grandense de Imprensa) de Jornalismo, 2008 (2º lugar em reportagem cultural).
  • Chevalier de l’Ordre des Palmes Académiques. Atribuído pelo governo francês, 2008.
  • Cidadão honorário da Câmara Vereadores de Porto Alegre, 2008.
  • Prêmio Brasília de Literatura, por Jango, a vida e a morte no exílio, categoria reportagem, atribuído pela Bienal do Livro de Brasília, 2014.

Referências

  1. «Um 'escritor maldito'...». Consultado em 27/12/2011.