Kátia Tapety

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Kátia Tapety
Nascimento 24 de abril de 1949 (70 anos)
Oeiras
 Piauí
Nacionalidade  Brasil
Ocupação Militante dos direitos humanos e enfermeira (parteira)

Kátia Tapety (Oeiras, 24 de abril de 1949) é uma política transexual brasileira. Foi a primeira transexual a se eleger para um cargo político no Brasil.[1]

Primeiros anos[editar | editar código-fonte]

Kátia é filha de uma família de políticos e até os dezesseis anos viveu praticamente escondida dentro de casa. Foi para a escola só até a terceira série do ensino fundamental e depois disso, seus pais a mantiveram reclusa.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Residente no município de Colônia do Piauí, distante 388 quilômetros ao sul de Teresina, a capital piauiense, ingressou no PFL pelo qual foi eleita vereadora em 1992, 1996 e 2000 (sempre em primeiro lugar[2]) filiando-se a seguir ao PPS, então partido de Ciro Gomes, seu ídolo político.

Foi também presidente da Câmara Municipal no biênio 2001-2002.[2][3] Em 2004 foi eleita vice-prefeita na chapa de Lúcia de Moura Sá. A candidatura de ambas contou com 62,13% dos votos dos 5.417 eleitores da pequena cidade.

Na eleição de 2008, candidatou-se a vereadora, obtendo apenas a suplência.[4]

Vida pessoal[editar | editar código-fonte]

O sonho da política é ter sua união marital legalizada, já que vive com um companheiro e duas crianças, uma adotiva e outra de um relacionamento anterior ao atual.

O documentário "De Zé a Kátia", de Karla Holanda, mostrará a vida de Kátia Tapety, a primeira travesti eleita para cargo público e político no Brasil. A informação sobre o longa-metragem veio à tona através da coluna da jornalista Mônica Bergamo, publicada na Folha de outubro de 2010.[5]

Referências

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