Lubi Prates

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Lubi Prates
Lubi Prates
Nascimento 7 de novembro de 1986 (33 anos)
São Paulo, SP, Brasil
Nacionalidade brasileira
Ocupação poeta, editora, tradutora e psicóloga
Gênero literário Poesia
Magnum opus corpo negro (2018)

Lubi Prates (São Paulo, 7 de novembro de 1986) é uma poeta, editora, tradutora e psicóloga brasileira.

Finalista do 61º Prêmio Jabuti[1][2] e do 4º Prêmio Rio de Literatura[1][2], com o livro um corpo negro (2018), selecionado para criação e publicação de poesia pelo Programa de Apoio Cultural (ProAC), da Secretaria de Cultura do governo do estado de São Paulo.[3]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Seu livro de estreia foi coração na boca (2012). Em 2016, publicou triz e, em 2018, publicou um corpo negro, livro contemplado para criação e publicação de poesia pelo Programa de Apoio Cultural (ProAC), da Secretaria de Cultura do governo do estado de São Paulo[3]. um corpo negro foi finalista do 61º Prêmio Jabuti[2] e do 4º Prêmio Rio de Literatura[1].

Lubi Prates é fundadora da nosotros, editorial e edita a revista literária Parênteses. Foi co-organizadora com outras mulheres de dois festivais de poesia para a visibilidade de poetAs, o eu sou poeta, em São Paulo, em 2016, e o Otro modo de ser, em Barcelona, em 2018[4].

Tem diversas participações em coletâneas e eventos, tanto dentro quanto fora do Brasil. Foi convidada do Festival Literário de Votuporanga, Festival Internacional de Poesia do Uruguai e do La Juntada, Festival Internacional de Poesía Joven da Argentina, em 2018[4].

Foi uma das organizadoras de GOLPE: antologia-manifesto, uma antologia com diversos artistas sobre os rumos da política brasileira, publicado pela nosotros, editorial[5][6].

É a tradutora da Poesia Completa de Maya Angelou, publicada, em 2020, pela editora Astral Cultural.

Foi uma das curadoras do Clube de Leitura Antirracista, que aconteceu durante o ano de 2019, no Centro Cultural São Paulo.

Formada em Psicologia pelo Centro Universitário das Faculdades Metropolitanas Unidas, atualmente, cursa doutorado em Psicologia do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo[7][8] e atende em consultório[8][9].

Pelo Conselho Regional de Psicologia, Lubi foi contemplada com o Prêmio Jonathas Salathiel de Psicologia e Relações Raciais, na categoria de criações artísticas, com o livro um corpo negro[10].

Obras publicadas[editar | editar código-fonte]

  • coração na boca (2012)
  • triz (2016)
  • um corpo negro (2018)

Referências

  1. a b c «Prêmio Rio de Literatura divulga os seus finalistas». O Globo. Consultado em 6 de janeiro de 2019 
  2. a b c «Conheça os finalistas do Prêmio Jabuti 2019». Prêmio Jabuti. Consultado em 6 de janeiro de 2019 
  3. a b Antonio Vicente Seraphim Pietroforte (ed.). «Leituras de um brasileiro: "Um corpo negro - o novo livro de poemas da Lubi Prates"». Carta Maior. Consultado em 6 de janeiro de 2019 
  4. a b «Leia Mulheres: Lubi Prates indica 5 poetas brasileiras». SESC SP. Consultado em 6 de janeiro de 2019 
  5. «Prefácio de GOLPE: antologia-manifesto». Revista Cult. Consultado em 6 de janeiro de 2019 
  6. «Manifesto reúne 120 artistas contra o golpe». Rede Brasil Atual. Consultado em 6 de janeiro de 2019 
  7. Renata Arruda (ed.). «Leia autoras negras: Uma entrevista com Lubi Prates». Revista O Grito. Consultado em 6 de janeiro de 2019 
  8. a b Oluwa-Seyi Salles Bento (ed.). «Entrevista com Lubi Prates». Revista Crioula nº 23. Consultado em 6 de janeiro de 2019 
  9. Prates, Lubi (27 de dezembro de 2018). «Três poemas». São Paulo: Universidade de São Paulo. Revista Magma. doi:10.11606/issn.2448-1769.mag.2018.154422. Consultado em 6 de janeiro de 2019 
  10. «Entrega do Prêmio Jonathas Salathiel de Psicologia e Relações Raciais». Conselho Regional de Psicologia. Consultado em 6 de janeiro de 2019