Manowar

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Disambig grey.svg Nota: Se procura por pelos navios de guerra britânicos, veja Man-of-war.
Manowar
Manowar em Hamburgo durante sua turnê de 2007.
Informação geral
Origem Auburn, Nova Iorque
País  Estados Unidos
Gênero(s) Heavy metal, power metal[1][2]
Período em atividade 1980–presente
Gravadora(s) Magic Circle, Atco, Atlantic, Geffen
Afiliação(ões) HolyHell, Rhapsody of Fire, The Dictators, David Shankle Group, The Rods, Brain Surgeons, Christopher Lee
Integrantes Joey DeMaio
Eric Adams
Anders Johansson
E.V Martel
Ex-integrantes Carl Kennedy
Ross The Boss
Scott Columbus
David Shankle
Kenny Earl Edwards
Donnie Hamzik
Karl Logan Marcus Castillani
Página oficial manowar.com

Manowar é uma banda de heavy metal de Auburn, Nova Iorque. O nome do grupo vem de um termo usado em inglês arcaico, precisamente man o' war ou man-of-war, que é um tipo de navio de guerra que esteve em uso entre os séculos XVI e XIX.[1] Outra tradução possível é que significa a contração de man-o'-war, literalmente "homem de guerra". Formada em 1980, a banda é conhecida pelas letras das canções serem baseadas em fantasia (particularmente espada e feitiçaria) e mitologia (particularmente a mitologia nórdica). Os seus temas líricos viriam a influenciar toda a cena do power metal e especialmente a do viking metal.

Os Manowar também são uma banda conhecida por ter um som muito alto e bombástico. Numa entrevista à MTV em 2007, o baixista Joey DeMaio lamentou que "actualmente, existe muita falta daquele metal grande e épico, encharcado com guitarras que esmagam, coros e orquestras... por isso é bom sermos uma das poucas bandas que realmente ainda faz isso."[3] Em 1984 a banda foi incluída no Guinness Book of World Records por executaram um concerto com o som mais alto, um recorde que eles próprios já bateram por três ocasiões. Também detêm o recorde do espectáculo mais longo de heavy metal, depois de terem tocado durante 5 horas e 1 minuto em Kavarna na Bulgária em 2008.[4][5] Os Manowar também ganharam fama pelo slogan "morte ao metal falso".[6][7][8]

Apesar de nunca terem tido um grande sucesso comercial nos Estados Unidos, têm ainda assim um enorme culto de seguidores naquele território. Em contraste, são extremamente populares na cena heavy metal na Europa, Japão, Austrália e na América do Sul. Os fãs mais dedicados são conhecidos e são referidos pela banda como "Metal Warriors" ou "Manowarriors". Até 2007, o grupo Manowar já havia vendido cerca de 9 milhões de cópias mundialmente.[9]

História[editar | editar código-fonte]

Início (1980–1981)[editar | editar código-fonte]

A história da banda Manowar começa em 1980 quando Joey DeMaio, que trabalhava como técnico de baixo e era encarregado pela pirotecnia para os Black Sabbath na turnê do álbum Heaven and Hell, conheceu Ross the Boss (ex-membro da banda de punk rock Dictators) que era o guitarrista do Shakin' Street, banda de apoio do Black Sabbath na época. Os dois, que compartilhavam o mesmo interesse musical, tornaram-se amigos e decidiram formar uma banda.

Joey DeMaio em Berlim (2010)

No fim da tour do Black Sabbath, a dupla formou os Manowar. Para completar o grupo eles chamaram o cantor Eric Adams, quem DeMaio conhecia desde a escola, enquanto que a bateria foi manuseada pelo baterista do The Rods, Carl Canedy. Canedy também é conhecido por produzir inúmeros álbuns de heavy metal, incluindo o disco de estreia do Overkill, Feel the Fire (1985).

A recém-formada banda começou a ter um pequeno sucesso tocando covers em pequenos shows em vários clubes. Poucos meses a pós a formação da banda, os integrantes começaram a compor música e a fazer contatos iniciais com gravadoras, resultando na gravação da demo conhecido como Demo 1981. Desgastado pelo estresse de continuas apresentações, Canedy deixou a banda depois do lançamento da demo e foi rapidamente substituído por Donny Hamzik.

Primeiro álbum (1981–1982)[editar | editar código-fonte]

Graças à qualidade da sua demo, os Manowar assinaram contrato com a Liberty Records em 1981. A editora pressionou a banda para que compusessem um bom número de canções para o seu álbum de estreia. O trabalho resultou no álbum Battle Hymns, lançado no ano seguinte, que conta com a participação do lendário actor e diretor Orson Welles, que faz a narrativa na música "Dark Avenger".

Após o lançamento do álbum, eles iniciaram a sua primeira tout. A banda digressou com o hard rocker Ted Nugent, mas a colaboração durou apenas alguns meses. Os Manowar decidiram então começar a sua própria tour e todos os arranjos foram feitos em poucas semanas pelo seu então empresário. Apesar dos contratempos a banda ganhou fama nacional, com essa pequena tour também começou a conquistar os fãs europeus, particularmente no Reino Unido e na Alemanha. Stressado pela tensão das contínuas apresentações, Hamzik decidiu deixar também a banda. Tendo substituído pelo jovem Scott Columbus, que trouxe com ele o seu próprio estilo de tocar bateria, mudando o kit padrão para um personalizado com aço inoxidável.

Into Glory Ride (1983–1985)[editar | editar código-fonte]

No ano seguinte, assinaram um contrato com a editora Megaforce Records nos EUA e com a Music for Nations na Europa. A assinatura rendeu-lhes em Julho/ Agosto de 1983 uma reportagem e uma capa na edição # 47 da revista Kerrang!.

Após voltar a casa a banda entrou em estúdio para produzir, o que nas intenções do grupo teria sido apenas um EP, mas que devido à quantidade e qualidade das faixas feitas naquele período, tornou-se o segundo disco da banda, Into Glory Ride. Um EP foi realmente publicado em 1983 com o título Defender contendo, como faixa principal a música homónima, que inclui mais uma participação de Orson Welles. A atmosfera do álbum invoca o clássico fantasia heroica e mitologia, e serviu como predecessor ao viking metal. O conteúdo do álbum é bem inovador tanto no estilo, quanto no som, e ajudou a trazer uma grande leva de fãs para a banda, em particular do Reino Unido, onde a banda planeou uma longa tour que foi cancelada na última hora. A canção "Defender" foi posteriormente regravada e incluída no álbum Fighting the World de 1987.

Para se redimirem do insucesso da tour britânica, os Manowar decidiram dedicar o seu próximo álbum ao Reino Unido. O álbum, Hail To England, foi gravado e remisturado em apenas 6 dias e foi lançado no início de 1984. Recebeu uma grande aceitação do público e da crítica, devido às suas composições rápidas e poderosas. A tour promocional, "Spectacle of Might", teve um grande número de datas em Inglaterra. A tour que inicialmente tinha os Manowar como banda de supirte dos Mercyful Fate, logo viu o quarteto liderado por DeMaio tornar-se a atração principal dos espectáculos, resultado do entusiasmo demonstrado pelo público com a banda ao longo do caminho.

Embalados pela resposta da audiência, os Manowar rapidamente voltaram ao estúdios. Após deixar a editora "Music for Nations", a banda assinou com a Ten Records e lançou o álbum Sign of the Hammer 10 meses apenas após o último disco. O novo trabalho apresentou profundas mudanças no ritmo, com faixas muito técnicas caracterizadas pelo passo lento, como a épica "Mountains", e algumas rápidas, como a homónima "Sign of the Hammer". Foi um sucesso de vendas que permitiu à banda embarcar numa digressão de 2 anos, a qual registrou um grande número de espectadores em todos os lugares. Ao fim dessa longa jornada, a banda tirou o ano de 1986 para descansar.

Eric Adams em 2009.

Fighting the World - Kings of Metal (1987-1990)[editar | editar código-fonte]

Após muitos desentendimentos com a sua nova gravadora, a banda decidiu assinar contrato com a Atlantic Records em 1987. Com a Atlantic , lançaram o álbum Fighting the World, que contou com uma mais extensa distribuição e o aumento da importância da banda no cenário do heavy metal internacional. A capa do álbum foi desenhada por Ken Kelly, que desenhou Tarzan, Conan the Barbarian e que também trabalhou com bandas como Rainbow e Kiss.[10][11]

Em 1988 lançam o álbum Kings of Metal.

A partir deste disco a banda passou a ser identificada pelo público, pelo próprio nome do álbum. Além de ser um álbum que reforça sua filosofia, contendo músicas marcantes como "Kings of Metal" e "Blood of the Kings".

Os 2 maiores desafios a que a banda se propôs neste trabalho, foram moldados na forma de 2 músicas: "The Crown and the Ring", que foi interpretado numa antiga catedral, com um coro de 100 vozes masculinas; e "The Sting of the Bumblebee", baseada na obra clássica "Flight of the Bumblebee" de Nikolai Rimsky-Korsakov, a qual Joey DeMaio adapta ao seu baixo Rickenbacker, interpretando-a com una velocidade impressionante, nma demonstração de puro virtuosismo.

Os Manowar iniciaram uma tour mundial por um período de aproximadamente 3 anos, com algumas paragens em países europeus. Durante esta tour, Joey DeMaio "demitiu" Ross the Boss. De acordo com uma entrevista ao guitarrista em 2008, "...Joey achou que os Manowar ficariam melhor sem mim!" Ross foi substituído por David Shankle, que foi escolhido pelos membros da banda após procurarem entre mais de 150 candidatos. Scott Columbus também decidiu deixar a banda a meio da Kings of Metal Tour. O próprio Columbus escolheu Kenny Earl Edwards ('Rhino'), para o substituir.

Mudanças na formação e novos álbuns (1992-1999)[editar | editar código-fonte]

O disco seguinte, The Triumph of Steel, editado em 1992, contém uma música conceptual baseada na obra A Ilíada de Homero, que com 28 minutos de duração tornou-se um clássico do grupo: "Achilles: Agony and Ecstasy in Eight Parts".

Este disco é definitivamente um dos mais peculiares da banda, devido à já referida "suíte", que é a mais longa canção na história da banda. Inclui também uma das baladas mais bem sucedidas dos Manowar, "Master of the Wind"... e um hino que é por si só uma declaração de amor a seu género musical: "Metal Warriors". Conta ainda com uma canção singular chamada "Spirit Horse of the Cherokee", que descreve com precisão as crenças e destino dos nativos americanos.

The Triumph of Steel alcançou o Certificado de Ouro na Alemanha, país cheio de fãs assíduos da banda, e tornou-se extremamente popular entre os fãs do grupo pela sua exuberância épica, som veloz, agressivo e metálico. Depois do lançamento a banda entrou numa tour mundial durante 2 anos.

Após o término do contrato com a Atlantic a banda assinou com a Geffen Records.

Em 1994, David Shankle deixou inesperadamente a banda para formar o seu próprio grupo. Foi então substituído por Karl Logan. Um guitarrista que Joey DeMaio conheceu numa Concentração de Motos.

Nesse mesmo ano teve também lugar o inesperado regresso de Scott Columbus, que reassumiu o seu lugar na bateria.

Em 1996, quatro anos após o seu último disco, gravaram Louder than Hell já com a nova formação.

O álbum obteve boas vendas, mas recebeu críticas pelo seu estilo simples. Destacam-se as canções "Brothers Of Metal" e "The Gods Made Heavy Metal", que são tocadas com frequência até os dias atuais e tornaram-se hinos da banda.

Apesar de algumas críticas, os Manowar lançaram uma nova coleção chamada Anthology, e o seu primeiro disco ao vivo Hell on Wheels, lançado via BMG International em forma de CD duplo, contendo todas as músicas mais populares da banda.

Não havendo tempo para uma nova gravação em estúdio devido a contínua tour promocional, lançaram um segundo disco ao vivo, Hell on Stage.

Warriors of the World e Magic Circle Music (2002-2006)[editar | editar código-fonte]

Karl Logan em 2009

No ano de 2002, seis anos após Louder Than Hell, os Manowar retornam com um novo disco: Warriors of the World. O seu décimo terceiro álbum oficial, que foi lançado pela editora Nuclear Blast. Entre as características deste novo CD é perceptível uma renovação no estilo sonoro, mas mantendo os usuais poder e energia. Os destaques de Warriors Of The World são: a faixa-título, "House of Death", "Call to Arms".

O álbum inclui ainda um versão mais pesada da ária Nessun Dorma de Giacomo Puccini, cantada por Eric Adams em jeito de homenagem aos fãs italianos, e que foi tocada pela primeira vez em Milão.

A banda então iniciou uma longa digressão chamada "Warriors of the World United Tour", que os manteve ocupados e longe dos estúdios durante muito tempo.

Para compensar a falta de novos álbuns, lançaram vários DVDs: em 2002 o vídeo Fire and Blood, em 2003 Hell on Earth Part III e em 2005 Hell on Earth Part IV. Esses (e todos os DVDs desde 2000) foram dirigidos por Neil Johnson, e todos receberam Certificado de Ouro na Alemanha.

Em 2003, DeMaio fundou a sua própria editora, a Magic Circle Music, que veio a ser o lar oficial da banda. Ter a sua própria editora, era uma necessidade dos Manowar, e de outras bandas similares. Sob o selo Magic Circle foi lançado o EP The Sons of Odin com metragem tirada durante o Earthshaker Fest 2005 - a capa foi desenhada por Ken Kelly.

Gods of War (2006-2008)[editar | editar código-fonte]

Depois de mais 4 anos, foi anunciada uma novidade na discografia da banda: o grupo tinha planeado para o mês de Abril de 2006 o lançamento de seu álbum Gods of War, mas este não saiu até Fevereiro de 2007 na Europa... e em Abril de 2007 nos Estados Unidos, devido a um acidente de moto que o guitarrista Karl Logan sofreu em 2006.

Este novo álbum tinha influências nórdicas nos seus elementos temáticos e composicionais. Gods of War é uma obra épica, desenvolvida através de várias partes, que incluem referências a Odin, o deus nórdico da guerra, poesia e magia, Loki, figura da mitológica nórdica do mal e do engano, e Sleipnir, o cavalo de Odin, criatura mítica de 8 patas simbolizando os oito ventos que sopram a partir de seus respectivos pontos cardeais, segundo a cosmologia nórdica.

- "Com este tipo de temática... quando honramos Odin, deus da guerra, jazz ou música country não ajudariam a criar a imagem mental necessária, e não fariam justiça ao Pai dos Deuses!" - diz Joey DeMaio

- "O heavy metal é necessário para contar essa história!".

Quando finalmente publicaram "Gods of War", o álbum entrou directamente para o primeiro lugar dos tops na Alemanha, e 2° lugar na Grécia. E manteve-se nas posições de honra do Top 10 de muitos muitos países.

O CD é composto por 15 músicas conceptuais e uma faixa bónus. Contando a história do deus nórdico Odin, no seu próprio sacrifício para obter a magia das runas e da mais alta sabedoria. Quanto à faixa bónus, é um hino à massiva irmandade do heavy metal. O álbum Gods of War teve como consequência uma extensa tour chamada: Demons, Dragons and Warriors Tour no ano de 2007.

De sublinhar que os Manowar foram coroados como a banda mais barulhenta do mundo, ao atingir uns impressionantes 129,5 decibéis através de 10 toneladas de amplificadores e alto-falantes na tour "Spectacle of Might" (Espetáculo do Poder) na Grã-Bretanha. O registo aparece no livro Guinness Book of Records, e foi quebrado em Hannover (Alemanha) por eles mesmos, durante a tour de Fighting the World.

A banda detém 2 títulos no Guiness Book of Records, como o grupo que conseguiu atingir o som mais alto jamais tocado em palco (sendo o mesmo comparado ao som emitido pela turbina de um Boeing 747 no momento de levantar voo); e o título de "Concerto Mais Longo", com uma duração de cinco horas, em Kavarna na Bulgária, em 2008.[12][13]

Em 2006, o grupo lançou o DVDThe Day the Earth Shook - The Absolute Power, e em 2007 lançou o Live Kavarna, que contem mais de 3 horas de concerto.

Thunder in the Sky - Lord of Steel (2008-2012)[editar | editar código-fonte]

Enquanto isso, Em abril de 2008, Rhino volta à banda para suprir a função de Columbus (por razões desconhecidas) tocando no concerto histórico em Kavarna (Bulgária), que viria a ser o maior show na história do heavy metal, com mais de cinco horas de duração, sendo substituído logo após esses eventos por Donnie Hamzik (baterista original da banda). A separação definitiva de Scott Columbus com o Manowar só foi confirmada em 2010, segundo ele, por desavenças com Joey DeMaio - líder da banda - e principalmente por razões financeiras.

Banda em concerto na Noruega, 2009

No ano de 2009 saiu o EP intitulado Thunder in the Sky, com Hamzik oficialmente na bateria. A particularidade deste EP é que conta com 6 músicas no disco 1 e 16 no disco 2. O EP é o início de uma série de discos denominada "The Asgard Saga" que a banda prometeu gravar posteriormente. Em 2010, regravam o clássico de 1982 Battle Hymns, o qual conta com a participação especial de Christopher Lee.[14] O álbum foi renomeado como Battle Hymns MMXI.

No início de 2011, Ross "Boss" Friedman confirmou a morte de seu ex-colega de banda Scott Columbus. O baterista de longa data do Manowar faleceu em 4 de abril de 2011 com 54 anos de idade. A causa da morte não foi divulgada pela família, mas especula-se que ele estivesse com depressão.

Em meados de 2012, depois de mais cinco anos do último álbum completo de inéditas, e dois após a regravação de Battle Hymns, a banda revela o disco The Lord of Steel, que deixa de lado as sinfonias e orquestrações de Gods of War e relembra o som clássico da grupo.

Kings of Metal MMXIV (2013-presente)[editar | editar código-fonte]

Em 23 de julho de 2013, o Manowar anunciou que estava regravando seu disco de 1988, Kings Of Metal, que esperavam ser lançado no fim de 2013. Brian Blessed foi encarregado de narrar a faixa "The Warrior's Prayer". Assim como a regravação Battle Hymns MMXI, a banda usou no álbum os recursos da tecnologia moderna para uma melhor qualidade de som. Kings of Metal MMXIV foi publicado via iTunes como download digital em 4 de fevereiro de 2014. Cópias físicas do disco foram lançadas em 28 de fevereiro. A banda iniciou uma turnê mundial de apoio ao Kings of Metal MMXIV que teve início em Chicago, EUA.[15] Em abril de 2015, o grupo fez uma nova apresentação no Brasil, desta vez no Monsters of Rock, na qual tocaram várias canções clássicas, realizando o desejo dos fãs brasileiros.[16]

Entre 2015 e 2016 a banda executou a GODS AND KINGS Tour, passando por diversas partes da Europa. Em maio de 2016, o Manowar anunciou sua última turnê da carreira, chamada The Final Battle World Tour 2017.[17]

Integrantes[editar | editar código-fonte]

Linha do tempo do Manowar

Discografia[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Discografia de Manowar

Turnês[editar | editar código-fonte]

  • 1984 - Spectacle of Might Tour 1984
  • 1984 - Sign of the Hammer Tour 1984
  • 1986 - Hail to Europe Tour 1986
  • 1987 - Fighting the World European Tour 1987
  • 1987/88 - Fighting the World World Tour
  • 1989 - Kings of Metal World Tour 1989
  • 1992 - Another Glory Ride Tour 1992
  • 1992 - Triumph of Steel World Tour 1992
  • 1994 - Agony and Ecstasy Tour 1994
  • 1994 - The Secrets of Steel Tour 1994
  • 1996 - Hell on Wheels Tour 1996
  • 1997 - Louder Than Hell 1997
  • 1998 - Hell on Stage Tour 1998
  • 1999 - Monsters of the Millennium Tour 1999
  • 2001 - Unknown 2001
  • 2002 - Gods of War Tour 2002
  • 2002 - Warriors of the World Tour 2002
  • 2005/07 - Demons, Dragons and Warriors Tour
  • 2008 - Manowar Tour 2008
  • 2009/10 - Death to Infidels Tour
  • 2011 - Battle Hymns Tour MMXI 2011
  • 2012 - The Lord of Steel Tour
  • 2014/15 - Kings of Metal MMXIV Tour
  • 2016/17 - Gods And Kings World Tour 2016
  • 2017/ ? - The Final Battle World Tour

Referências

  1. a b «Manowar» (em inglês). Metal-archives.com. Consultado em 24 de junho de 2010 
  2. «Manowar - The Sons of Odin». Allmusic. Consultado em 3 de março de 2012 
  3. Harris, Chris (9 de fevereiro de 2007). «MTV interview, February 2007». Mtv.com. Consultado em 10 de outubro de 2011 
  4. «BLABBERMOUTH.NET - MANOWAR Attempts To Break Guinness Record With Five-Hour Concert». Roadrunnerrecords.com. Consultado em 6 de julho de 2011. Arquivado do original em 12 de agosto de 2008 
  5. «Manowar Play Longest Show Ever». Sputnikmusic. Consultado em 6 de julho de 2011 
  6. Wong, David. «Manowar». Cracked.com. Consultado em 15 de novembro de 2012 
  7. «The Kingdom Of Steel». Manowar. 13 de janeiro de 2012. Consultado em 15 de novembro de 2012. Arquivado do original em 19 de abril de 2012 
  8. «Me». Tbns.net. Consultado em 15 de novembro de 2012 
  9. «MANOWAR - GODS OF WAR». www.manowar.com 
  10. Mark Voger (22 de outubro de 2006). «Criss eager to meet television idol Zacherley». Asbury Park Press. p. 6E 
  11. «Manowar truck to make its debut in Austria this weekend». Austria Today. 8 de setembro de 2006 
  12. escape.pt. «Manowar». Consultado em 8 de abril de 2011 
  13. «Manowar, o barulho divino». Cotonete. Consultado em 7 de abril de 2011 
  14. «Manowar actuam a 2 de Abril em Lisboa». Destak. Consultado em 8 de abril de 2011 
  15. «Kings of metal 2014». Blabbermouth.net. Consultado em 20 de dezembro de 2013 
  16. «MANOWAR Retorna ao Brasil para o festival Monsters Of Rock em São Paulo no dia 26 de Abril, 2015». www.manowar.com.br 
  17. «MANOWAR anuncia última turnê – Primeiros ingressos à venda» 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]