Miguel Maia

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Volleyball (indoor) pictogram.svg Voleibol Volleyball (indoor) pictogram.svg
Nome completo Luis Miguel Barbosa Maia
Nascimento 23 de abril de 1971 (46 anos)
Espinho
Nacionalidade portuguesa
Clube Portugal AA Espinho (1987 - 1990)
Portugal SC Espinho (1990 - 1991)
Portugal Sporting CP (1991 - 1994)
Portugal SC Espinho (1994 - 2003)
Portugal Esmoriz GC (2003 - 2004)
Itália Reima Crema (2004 - 2005)
Portugal SC Espinho (2005 - 2017)
Portugal Sporting CP (2017 - )
Período em atividade (1987 - )

Miguel Maia (Espinho, 23 de abril de 1971) é um jogador de voleibol e voleibol de praia português, e tem um percurso invejável tanto na variante indoor como na areia. Por muitos considerado o melhor jogador da modalidade, o distribuidor que representa o Sporting Clube de Portugal ficou famoso pelas suas prestações em Jogos Olímpicos, onde fazendo dupla com João Brenha conquistou dois brilhantes quartos lugares (Atlanta 1996 e Sydney 2000). Na capital australiana teve a honra de ser escolhido para ser o porta-estandarte da comitiva portuguesa.[1] A nível profissional, conquistou 15 Campeonatos Nacionais, repartidos por três equipas diferentes, 8 Taças de Portugal, 6 Supertaças e 1 Top Teams Cup, conquistado ao serviço do SC Espinho, e que é até hoje a única conquista europeia dum clube nacional.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Começo no Voleibol[editar | editar código-fonte]

Fanático por futebol, Miguel Maia nunca fechou os olhos às restantes modalidades, nomeadamente o voleibol. O facto de Espinho ser uma cidade bastante virada para o voleibol, e do pai do jovem ser dirigente da Académica de Espinho, acabou por ser decisivo para a escolha de Maia.[2] Depois de fazer toda a sua formação, e de conquistar vários títulos de iniciados e juvenis, em 1987 estreia-se a nível sénior, na formação espinhense. Nas 3 épocas em que representou o clube, contribuiu para a subida de divisão (com direito a título de campeão do segundo escalão) e para a histórica conquista dos principais títulos nacionais (Campeonato e Taça). O final de ciclo dá-se com a transferência para o principal clube espinhense, numa passagem efémera de apenas um ano, antes de se mudar para um dos 3 Grandes do desporto português, no caso o Sporting Clube de Portugal. Maia não mais voltaria a representar a Académica de Espinho, clube da sua formação, durante a sua carreira profissional.

Títulos históricos no Sporting e no Sporting de Espinho[editar | editar código-fonte]

A época de 1990/1991 não correu conforme esperado e Maia mudou-se para Alvalade. Ao serviço dos Leões, conquistou o Campeonato logo na sua época de estreia. Uma vitória que teve duplo sabor para o Sporting que quebrou um jejum que durava desde 1955/1956, e sucedeu ao grande rival Benfica como campeão nacional. Nas 3 épocas em que representou o clube leonino, conquistou todos os campeonatos em disputa, venceu uma Taça de Portugal e 2 Supertaças. No final da época 1993/1994, o distribuidor não foi capaz de resistir ao convite do maior clube da sua terra, o Sporting de Espinho, que tinha a expectativa de montar uma equipa forte, capaz de voltar a trazer as glórias perdidas no passado. Os Tigres reforçam-se com Miguel Maia, mas também com João Brenha, seu ex-colega na Académica e amigo de infância.[3] O sucesso não tardou e logo na primeira época de ambos, o clube conquista o seu 8º título de campeão nacional, quebrando um jejum longo de 7 anos.

Jogos Olímpicos de Atlanta[editar | editar código-fonte]

É durante o ano de 1994 que Miguel Maia começa a praticar voleibol de praia a nível profissional, com a companhia do seu colega de equipa João Brenha. Um processo natural e facilitado pelo facto de actuarem juntos na variante indoor do desporto. A primeira participação de ambos no circuito mundial, culminou num 9º Lugar no seu primeiro torneio, demonstrando que a aposta na areia foi ganha e o projecto na praia tinha pernas para andar. No caminho para os Jogos Olímpicos de Atlanta, os primeiros a incluir o voleibol de praia, Miguel Maia e João Brenha não descuraram os seus compromissos no voleibol indoor e e ajudaram e de que maneira o seu clube a conquistar a dobradinha Campeonato e Taça de Portugal) de 1995/1996 e a Supertaça relativa à época anterior. No voleibol de praia, a dupla portuguesa alcançou resultados muito satisfatórios, com dois quartos lugares e dois sétimos lugares, no circuito mundial (este resultado foi suficiente para conseguir a qualificação para os Jogos), mas no entanto a dupla chegou a Atlanta classificada num modesto 37º Lugar. As perspectivas eram de um lugar nos 12 primeiros, devido à falta de experiência normal para quem tinha começado há tão pouco tempo na modalidade e por isso chegar a uma meia final olímpica parecia uma utopia, à chegada a Atlanta. Para preparar melhor a sua primeira participação, os dois atletas foram estagiar com a dupla campeã do mundo Franco Neto e Roberto Lopes durante 2 semanas, no Brasil.[4] O jogo de abertura correu bem e a vitória sorriu aos portugueses, que bateram o par holandês Michel Everaert e Sander Mulder por 15-8. Mas o segundo jogo não podia ter corrido pior, com uma derrota copiosa às mãos da dupla norte-americana Sinjiin Smith e Carl Henckel, por 15-7. No caminho para o surpreendente jogo de disputa da medalha de bronze, a dupla do Sporting de Espinho teve de passar pela repescagem, devido à derrota averbada tão cedo na competição, mas contra todas as expectativas e de forma categórica venceu 5 jogos consecutivos e atingiu a meia final de Atlanta, eliminando jogadores de nível mundial, como o duo espanhol Javier Muníz e Miguel Prieto (15-8), os argentinos Martinez e Conde (por gordos 15-5), a dupla brasileira Zé Marco e Emanuel Rego (15-12), os noruegueses Jan Kvalheim e Bjørn Maaseide (esmagados por 15-3) e por fim os favoritos norte-americanos Cristopher Smith e Carl Henkel (renhidos 15-13). Infelizmente para as cores nacionais, a série de triunfos terminou no jogo contra Mike Whitmarsh/Michael Dodd, que derrotaram a dupla de Portugal por 15-13. No jogo do 3º e 4º Lugar, os canadianos Child e Heese não deram qualquer hipótese e venceram por 2-0 (12-5, 12-8), frustrando qualquer hipótese duma terceira medalha olímpica para Portugal, depois do bronze de Hugo Rocha e Nuno Barreto, na Vela e do ouro de Fernanda Ribeiro, nos 10000 metros. Para além do diploma olímpico, resultante do surpreendente 4º Lugar, a dupla nacional conquistou mais dois prémios de consolação: o de melhor defesa e o de melhor blocador do torneio.[4]

Hexa-campeão nacional em pavilhão[editar | editar código-fonte]

No voleibol indoor os Tigres começaram a construir uma hegemonia total. Com o contributo de Miguel Maia, o SC Espinho sagra-se hexacampeão nacional, um feito histórico no voleibol português, apenas ultrapassado pelos 7 títulos consecutivos conquistados pelo Instituto Superior Técnico, entre 1946 e 1953. A juntar aos 6 campeonatos seguidos, deu-se a conquista de todas as Taças de Portugal desse período. Derrotas apenas nas Supertaças de 1995/1996 e 1998/1999. Na praia, o atleta espinhense continuava a impressionar e em 1998 surge a primeira grande vitória para o par espinhense, nesta variante da modalidade, com o título do Open da Bélgica, logo seguida do triunfo em 1999 no Open da Rússia. Foi nesta fase que a dupla Maia/Brenha atingiu o seu melhor resultado no ranking mundial de sempre, com o 17º Lugar na lista.

Frustração nos Jogos de Sydney[editar | editar código-fonte]

Para os Jogos Olímpicos de Sydney, as expectativas já eram bem mais altas. A ambição era agora de conquistar um lugar no pódio, depois de terem fracassado mesmo com a medalha à vista. Antes do começo da competição, Miguel Maia foi distinguido com uma enorme honra, pois na condição de capitão de equipa, foi escolhido para ser ser o porta-estandarte da comitiva portuguesa na capital australiana, sucedendo à referência do desporto nacional, Fernanda Ribeiro.[1] No entanto a sorte não quis nada com a dupla de Espinho e acabou por lhes pregar uma partida, com a repetição do resultado final de quatro anos antes, um muito valoroso, mas igualmente dececionante 4º Lugar, tão perto das tão ambicionadas medalhas. Os portugueses arrancaram em força nesta sua segunda participação, vencendo sem contestação a dupla norueguesa Kvalheim/Maaseide, no primeiro jogo e a dupla argentina Martin Conde e Eduardo Martínez, no segundo jogo, jogos que foram uma reedição da vitória dos portugueses em Atlanta. Num jogo muito renhido, nos quartos de final, Miguel Maia e João Brenha venceram os irmãos suíços (Martin e Paul Laciga) por 15-11, num jogo onde incrivelmente estiveram a perder por 5-11. Nove pontos seguidos deram a volta ao jogo, que durou 43 minutos, e colocaram os atletas nacionais à beira do sonho da final olímpica.[5][6] Novamente com quatro lugares para disputar e apenas um a não dar direito a qualquer medalha, a fava coube à dupla nacional, incapaz de ultrapassar os norte-americanos Dain Blanton e Eric Fonoimoana e a dupla alemã Jörg Ahmann e Axel Hager. No encontro da meia final, a medalha chegou a estar muito perto, com os espinhenses a colocarem-se a vencer por 12-10. Com o pássaro na mão, Maia e Brenha deixaram-no fugir, cedendo 5 pontos consecutivos que apuraram o par norte-americano para a final.[7] Favoritos para o derradeiro encontro, a dupla portuguesa apareceu em campo arrasada física e mentalmente depois da derrota com os futuros campeões olímpicos, e com a perspectiva de "morrer na praia" novamente a pairar nas suas cabeças, vacilou no encontro de atribuição do bronze e perdeu copiosamente para Ahmann e Hager, por 2-0 (9-12, 6-12), deixando o sonho de medalhar na maior competição desportiva do mundo fugir novamente.[8]

Conquista europeia histórica[editar | editar código-fonte]

Depois desta enorme desilusão desilusão olímpica, veio a euforia duma conquista inédita para o voleibol nacional. Na época de 2000/2001, Miguel Maia foi a estrela da sua equipa, o Sporting Clube de Espinho, que conquistou pela primeira vez na história de Portugal, a CEV Top Teams Cup. Na Turquia, os Tigres derrotaram na final os russos do Ekaterimburg e conquistaram o troféu europeu, depois duma caminhada imaculada na competição, para a qual entraram como campeões nacionais. Depois de estarem com o jogo controlado e a vencer confortavelmente por 2-0, João Brenha e os seus colegas permitiram a recuperação russa, que repôs a igualdade a 2 sets. No quinto e último set, o jogo esteve empatado a 13 pontos, e o Ekaterimburg dispôs de 3 possibilidades para fechar o encontro e selar o triunfo, o que não se veio a verificar. Com o jogo empatado a 16, foi Miguel Maia quem assumiu a responsabilidade de servir, e dos seus serviços fortes e colocados, acabaram por resultar em dois pontos decisivos de Sandro Correia, que assim fechou o jogo com o resultado de 18-16 na "negra", para o Sporting Clube de Espinho, que ganhou por 3-2.[9] Miguel Maia estava mais uma vez no centro dum feito histórico do voleibol português. A nível nacional, o clube nortenho, quiça ainda deslumbrado pelo seu feito a nível europeu, viria a perder a hipótese de igualar o record de 7 Campeonatos Nacionais, perdendo para o Castêlo da Maia GC, que assim se tornava campeão pela primeira vez na sua história. A vitória na Taça de Portugal fechou com chave de ouro uma temporada histórica para a equipa espinhense.

Terceira participação nos Jogos Olímpicos[editar | editar código-fonte]

No caminho para os Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004, Miguel Maia não logrou conquistar qualquer título pelo seu clube, que passou um hiato de vitórias após a conquista da Top Teams Cup. Na época de 2003/2004, o atleta transferiu-se para o Esmoriz GC, sem conquistar qualquer título. No vólei de praia, o par português conseguiu atingir novo 4º Lugar, desta feita no Campeonato do Mundo, realizado no Brasil. A medalha de bronze foi perdida no jogo decisivo para os brasileiros Benjamin Insfran e Márcio Araújo, que contavam com a vantagem do factor casa. Nas Olimpíadas de Atenas os atletas de Espinho chegavam em pior forma que nas duas participações anteriores, em virtude da lesão prolongada que Brenha tinha sofrido meses antes (rotura de ligamentos do joelho), que apenas lhe permitiu disputar 3 torneios do circuito mundial em 2004.[10] A esperança de conquistar uma medalha já era residual, mas mesmo assim os atletas de Espinho tiveram uma digna prestação, ao serem eliminados nos oitavos de final. Na fase de grupos da prova, ganharam um jogo e perderam dois, tendo de esperar por terceiros para saber o seu futuro. Acabaram por ser repescados, em virtude das derrotas dos austríacos Berger e Bosch e dos noruegueses Maaseide e Horrem.[11] No dia seguinte, nos oitavos de final os portugueses acabaram eliminados pelos suíços Patrick Heuscher e Stefan Kobel, por 2-0, com parciais de 21-18 e 21-19, que não refletem um jogo que não foi, de todo, equilibrado. A lesão de João Brenha acabou por condicionar muito a prestação da dupla, que pouco pôde fazer perante a força dos adversários, mais frescos e com maior rodagem durante o ano, no circuito mundial.[12]

Experiência em Itália e ausência dos Jogos de Pequim[editar | editar código-fonte]

Em 2004/2005, o distribuidor teve uma breve passagem pelo voleibol italiano, ao serviço do Reima Crema. Era uma experiência há muito ambicionada pelo português, mas sempre adiada devido aos compromissos do vólei de praia.[13] No final duma época sem títulos em Itália, e já depois de participar no Campeonato Europeu de Voleibol em Itália (Portugal terminou em 10º Lugar), Maia regressou ao seu clube de sempre, o Sporting de Espinho e ao serviço dos Tigres conquistou, em pavilhão, mais 2 Campeonatos Nacionais e 1 Taça de Portugal até 2008. Na praia, Miguel Maia ainda fez dupla com João Brenha até 2008, sempre na esperança duma quarta presença em Jogos Olímpicos. Infelizmente para o par português, uma lesão de Brenha impediu a participação no Open de Marselha e assim inviabilizou a qualificação dos atletas de Espinho para Pequim.[14] Terminava assim uma brilhante dupla, à qual só ficou a faltar a medalha olímpica, que tão perto esteve por duas vezes de ser conquistada. Miguel Maia não abandonou de imediato a modalidade olímpica, que continuou a praticar até 2011, empenhado em assegurar a quarta participação nos Jogos Olímpicos, desta feita fazendo par com o experiente Pedro Rosas, que anteriormente competia com José Pedrosa.[15] A qualificação para Londres não foi alcançada e o atleta abandonou em 2011 a atividade no vólei de praia.

Hegemonia no Sp.Espinho[editar | editar código-fonte]

Apesar das más notícias no que diz respeito à vertente olímpica, o distribuidor espinhense continuou a capitanear com sucesso a sua equipa, para mais vitórias e troféus. Depois de perder o título para o Vitória de Guimarães, em 2007/2008, o Sporting de Espinho venceu 3 dos 4 campeonatos seguintes (Fonte Bastardo levou a melhor em 2010/2011), vencendo a concorrência forte do Benfica, que se tinha reforçado com grande parte dos melhores jogadores do panorama nacional, tanto na épocas de 2009/2010 como em 2011/2012. Em ambos os casos, as vitórias foram conseguidas no último jogo da final do Campeonato, sendo que na primeira época a "negra" foi jogada em Espinho,[16] enquanto em 2012 foi jogada na Luz, casa das Águias.[17][18] Esta última vitória, que foi o 15º Campeonato Nacional da carreira de Miguel Maia, teve segundo o próprio, um sabor especial, por ter sido vencida no pavilhão duma equipa forte, como o Benfica.[19] No final da temporada, Maia renovou por mais três épocas.[20] Já um caso raro de longevidade, numa modalidade tão exigente como esta, se cumprir o seu contrato, terá 44 anos quando deixar o voleibol.

Palmarés[editar | editar código-fonte]

Voleibol[editar | editar código-fonte]

AA Espinho[editar | editar código-fonte]

Sporting CP[editar | editar código-fonte]

SC Espinho[editar | editar código-fonte]

Selecção Nacional[editar | editar código-fonte]

Voleibol de Praia[editar | editar código-fonte]

Jogos Olímpicos[editar | editar código-fonte]

Campeonato do Mundo[editar | editar código-fonte]

Títulos[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b TSF (18 de Agosto de 2000). «Miguel Maia vai ser porta-estandarte em Sydney». TSF. Consultado em 23 de Julho de 2012 
  2. Record (20 de Dezembro de 2011). «Miguel Maia: «Nada me caiu do céu»». Record. Consultado em 23 de Julho de 2012 
  3. Kinder Sport. «Voleibol de Praia - Desportistas Famosos: Luis Miguel Barbosa Maia». Kinder Sport. Consultado em 24 de Julho de 2012 
  4. a b Infopédia. «Voleibol de praia - participação portuguesa nos Jogos Olímpicos de 1996». Infopédia. Consultado em 24 de Julho de 2012 
  5. TSF (24 de Setembro de 2000). «Maia e Brenha decidem esta madrugada lugar na final do vólei». TSF. Consultado em 24 de Julho de 2012 
  6. Record (24 de Setembro de 2000). «Maia e Brenha nas meias-finais do Torneio Olímpico». Record. Consultado em 24 de Julho de 2012 
  7. Record (24 de Setembro de 2000). «Maia e Brenha perdem com dupla Blanton/Fonoimoana (12-15)». Record. Consultado em 24 de Julho de 2012 
  8. TSF (26 de Setembro de 2000). «Maia e Brenha perdem o bronze». TSF. Consultado em 24 de Julho de 2012 
  9. Record (19 de Março de 2001). «Sp. Espinho magistral conquista a «Top Teams Cup»». Record. Consultado em 25 de Julho de 2012 
  10. Record (17 de Julho de 2004). «Miguel Maia/João Brenha: A terceira hipótese...». Record. Consultado em 25 de Julho de 2012 
  11. Jornal de Notícias (20 de Agosto de 2004). «João Brenha e Miguel Maia foram repescados». Jornal de Notícias. Consultado em 26 de Julho de 2012 
  12. Jornal de Notícias (21 de Agosto de 2004). «Maia e Brenha eliminados». Jornal de Notícias. Consultado em 26 de Julho de 2012 
  13. Sapo Desporto (18 de Maio de 2011). «Miguel Maia promete continuar «até que o corpo deixe»». Sapo Desporto. Consultado em 27 de Julho de 2012 
  14. TVNET (16 de Julho de 2008). «Maia e Brenha de fora dos Jogos Olímpicos». TVNET. Consultado em 26 de Julho de 2012 
  15. Destak (12 de Maio de 2009). «Miguel Maia inicia com Pedro Rosas novo ciclo». Destak. Consultado em 27 de Julho de 2012 
  16. So Volei (8 de Maio de 2010). «A1 Masculino SC Espinho é o Campeão 2009/2010». So Volei. Consultado em 28 de Julho de 2012 
  17. MaisFutebol (5 de Maio de 2010). «Voleibol: Sporting de Espinho é campeão nacional». MaisFutebol. Consultado em 23 de Julho de 2012 
  18. RTP (5 de Maio de 2010). «Sporting de Espinho Campeão Nacional de Voleibol na Luz». RTP. Consultado em 23 de Julho de 2012 
  19. Sapo Desporto (18 de Maio de 2012). «Miguel Maia promete continuar «até que o corpo deixe»». Sapo Desporto. Consultado em 28 de Julho de 2012 
  20. So Volei (14 de Maio de 2012). «Miguel Maia renova com o SC Espinho». So Volei. Consultado em 29 de Julho de 2012 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]