Pílula anticoncepcional exclusivamente de progestágeno

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Pílula exclusivamente de progestágeno
Informação
Tipo Hormonal
Primeiro uso 1973
Taxas de falha (primeiro ano)
Uso perfeito 0.5%
Uso típico ?%
Utilização
Duração do efeito 1 dia
Reversibilidade Sim
Notas Tomados nas mesmas 3 horas todos os dias
Intervalo clínico 6 meses
Vantagens e desvantagens
Proteção contra IST Não
Aumento de peso Não
Vantagens na menstruação Geralmente mais leves e menos dolorosas
Anotações clínicas
Não afetada pela maioria dos antibióticos. Podem ser usados em pacientes com hipertensão e história de enxaquecas. Afetada por alguns antiepiléticos.

As pílulas exclusivamente de progestágeno ou pílulas exclusivamente de progestina (PEP) são pílulas contraceptivas que contêm somente progestágenos (progestinas) sintéticos e não contêm estrógeno. Elas são coloquialmente conhecidas como minipílulas. Contêm progestágeno em dose baixa. Não costumam inibir a ovulação e, por isso, são menos eficazes do que as pílulas combinadas. Por outro lado, possuem menos contra-indicações e podem ser utilizadas na amamentação.

As pílulas só com progestagénio comercialmente disponíveis incluem as seguintes formulações comuns ou amplamente utilizadas:[1][2][3]

Referências

  1. Grimes DA, Lopez LM, O'Brien PA, Raymond EG (2013). «Progestin-only pills for contraception». Cochrane Database Syst Rev (11): CD007541. PMID 24226383. doi:10.1002/14651858.CD007541.pub3 
  2. Hussain SF (2004). «Progestogen-only pills and high blood pressure: is there an association? A literature review». Contraception. 69 (2): 89–97. PMID 14759612. doi:10.1016/j.contraception.2003.09.002 
  3. Sylvia K. Rosevear (15 April 2008). Handbook of Gynaecology Management. [S.l.]: John Wiley & Sons. pp. 2–. ISBN 978-1-4051-4742-2  Verifique data em: |data= (ajuda)