Senador Modestino Gonçalves

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Município de Senador Modestino Gonçalves
"Mercês"
Bandeira indisponível
Brasão indisponível
Bandeira indisponível Brasão indisponível
Hino
Fundação 30 de dezembro de 1962
Gentílico modestinense[1]
Prefeito(a) Valmir José Guimarães (PTB)
(2017–2020)
Localização
Localização de Senador Modestino Gonçalves
Localização de Senador Modestino Gonçalves em Minas Gerais
Senador Modestino Gonçalves está localizado em: Brasil
Senador Modestino Gonçalves
Localização de Senador Modestino Gonçalves no Brasil
17° 56' 49" S 43° 13' 30" O17° 56' 49" S 43° 13' 30" O
Unidade federativa  Minas Gerais
Mesorregião Jequitinhonha IBGE/2008[2]
Microrregião Diamantina IBGE/2008[2]
Municípios limítrofes Diamantina, Felício dos Santos, Carbonita, Itamarandiba e São Gonçalo do Rio Preto
Distância até a capital 373[3] km
Características geográficas
Área 948,588 km² [4]
População 4 574 hab. Censo IBGE/2010[5]
Densidade 4,82 hab./km²
Altitude 713 m
Clima Tropical de Altitude[6] Cwb
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,626 médio PNUD/2000[7]
PIB R$ 25 738,022 mil IBGE/2008[8]
PIB per capita R$ 5 029,90 IBGE/2008[8]
Página oficial

Senador Modestino Gonçalves é um município brasileiro do estados do Brasil, estado de Minas Gerais.

História[editar | editar código-fonte]

Datada de 1744, oriunda do desbravamento das Terras às margens do Rio Araçuaí na região do atual Vale do Jequitinhonha, se desenvolveu primeiramente como arraial de Mercês, seguido por Nossa Senhora das Mercês do Araçuaí, atual Senador Modestino Gonçalves. A cidade guarda construções históricas da época colonial com seus casarões e igrejas como a Matriz Nossa Senhora das Mercês, Capela do Senhor Bom Jesus e Capela Nossa Senhora do Rosário.

Em 1744, Antônio Magalhães de Barros fixou residência na região da atual cidade, convencendo outras pessoas a fazerem o mesmo. Logo ergueram uma capela em homenagem a Nossa Senhora das Mercês. Elevado a freguesia - os historiadores divergem quanto a data, 1843 ou 1873 -, passa a chamar-se Nossa senhora das Mercês. Antes, porém, de receber a denominação atual, a cidade teve outros nomes: Araçuaí, Mercês do Araçuaí, Nossa Senhora das Mercês do Araçuaí, Calabar e Mercês Diamantina. Em 1962, separando-se de Diamantina, é elevada a município.

A região da Serra do Espinhaço, no Alto Jequitinhonha, foi roteiro de várias expedições.

O ciclo do ouro e do diamante apagou os passos da maioria delas. A expedição de Sebastião Fernandes Tourinho foi a que fez a primeira tentativa de exploração, no decurso do século XVI, aos afluentes e ao Rio Jequitinhonha.

O primeiro registro da descoberta de diamantes na região é de 1714, numa lavra junto à serra da Lapa, entre as Serras de Santo Antônio e São Francisco, no Arraial do Tijuco. Durante muito tempo escondeu-se da Coroa Portuguesa a existência dos diamantes. Por conta disso, a história da região começou a ser contada bem depois, em 1729. No apogeu do ciclo do diamante é que se formaram os povoados, vilarejos, arraiais, distritos e os atuais municípios: Diamantina, Serro, Gouveia, Datas, Presidente Kubitschek, Santo Antônio do Itambé, Couto Magalhães de Minas, São Gonçalo do Rio Preto, Felício dos Santos e Senador Modestino Gonçalves.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Sua população estimada em 2007 era de 5.129 habitantes sendo cerca de 1.170 moradores no centro urbano e 3.959 na zona rural. Sua área total é de 951.51 km².

Economia[editar | editar código-fonte]

Atividade econômica é baseada na agricultura e pecuária local.

Referências

  1. «IBGE Cidades@». O Brasil Município por Municipio. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 19 de agosto de 2009 
  2. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  3. «distancias-bhmunicipios». Distâncias BH/Municípios. Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER/MG). Consultado em 19 de agosto de 2009 
  4. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  5. «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  6. «World Map of the Köppen-Geiger climate classification». World Map of the Köppen-Geiger climate classification. Institute for Veterinary Public Health. Consultado em 24 de fevereiro de 2010 
  7. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  8. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
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