The Order: 1886

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The Order: 1886
Desenvolvedora(s) Ready at Dawn
Publicadora(s) Sony Computer Entertainment
Diretor(es) Ru Weerasuriya
Dana Jan
Produtor(es) Ready at Dawn
Compositor(es) Jason Graves[1]
Austin Wintory[1]
Motor RAD 4.0[2]
Plataforma(s) PlayStation 4
Data(s) de lançamento 20 de Fevereiro de 2015[3]
Gênero(s) Acção-aventura
Modos de jogo Um Jogador

The Order: 1886 é um videogame de ação-aventura em terceira pessoa,[4] produzido pelo estúdio Ready at Dawn com a colaboração do SCE Santa Monica Studio. Foi publicado pela Sony Computer Entertainment em exclusivo para a PlayStation 4 a 20 de Fevereiro de 2015. The Order: 1886 foi anunciado durante a conferencia de imprensa da Sony na Electronic Entertainment Expo em Junho de 2013.[5]

A história fala de um grupo de cavaleiros conhecidos como A Ordem (The Order, no original) - uma força de indivíduos dedicados, fundada há séculos pelo Rei Artur para confrontar criaturas hostis. A ação decorre em 1886 numa realidade alternativa, em que Sir Galahad é um dos mais respeitados cavaleiros da Ordem. Sir Galahad e três dos seus mais leais parceiros, irão precisar de toda a ajuda para lutar contra os rebeldes e outras ameaças que espreitam Londres neo-vitoriana.

The Order: 1886 teve uma recepção mediana por parte dos críticos. Nos sites de criticas agregadas GameRankings e Metacritic tem a pontuação 64.65% e 65/100, respectivamente. Os críticos foram consensuais ao afirmarem que o ponto forte do jogo são os aspectos gráficos, o mundo fantástico, os níveis de produção e o desempenho técnico, com alguns mesmo a referir ser o melhor que viram numa consola, mas que no entanto o jogo tem demasiados erros, difíceis de superar, incluindo a longevidade e a excessiva utilização de quick time event's (QTE) e de elementos cinematográficos, alienando o jogador da experiência.

The Order: 1886 foi distinguido com o prémio “Efeitos Especiais numa Produção em Tempo Real”, atribuído nos Visual Effects Society Awards de 2016.[6]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Personagens[editar | editar código-fonte]

Os produtores incorporaram no jogo vários elementos cinematográficos, incluindo as barras negras no topo e em baixo, dando-lhe uma proporção widescreen de 16:9.

O jogo tem quatro protagonistas da mesma equipe, que adotam um nome dos Cavaleiros originais de Rei Artur. O mais velho é Sebastian Mallory, o segundo a ter o nome Sir Percival, descendente de Thomas Mallory, que no séc. XV escreveu Le Morte d'Arthur, o definitivo texto Arturiano. Um grande amigo de Grayson, e é um dos melhores Cavaleiros da história da Ordem. Grayson (controlado pelo jogador) é o terceiro que tem o título Sir Galahad, e tem lutado durante séculos contra inimigos. Vê Mallory como um mentor, Lafayette como amigo, e Isabeau como um potencial romance amoroso. Isabeau D'Argyll é uma das mais novas Cavaleiras da Ordem, mas bem mais velha que a sua aparência. Como a última Lady Igraine, Isabeau foi aprendiz de Grayson e se não fosse o compromisso para com a Ordem, sua amante. Marquês de Lafayette foi um oficial militar francês na Revolução Americana e na Francesa. A sua experiência e conhecimento conseguiu a atenção da Ordem, e Mallory acabou por convencê-lo a juntar-se. Como é o mais novo do grupo e aprendiz, não tem nome de um Cavaleiro. A Ordem é parte essencial do reino e o seu Concelho está bem escondido dentro das paredes do governo.[7]

Entre as ameaças à Ordem encontram-se os chamados Half-Breeds (mestiços), monstros de diversas espécies que evoluíram tornando-se uma ameaça formidável e mortal para o domínio da humanidade. Uma espécie em particular, tomou o domínio sobre as terras do norte da Europa e ameaçou as regras do homem durante séculos. Licantropo (Lycans) era o nome dado pelos humanos para as espécies de Half-Breeds que adquiriram certos traços de lobos e felinos. Ao vê-los, as pessoas comparam o seu aspecto com os mitos e lendas de lobisomens que tinham sido contadas de gerações em gerações. O que aos Licantropos falta em números, eles formam pura força e agilidade, e têm-se revelado alguns dos inimigos mais mortais que a Ordem enfrentou. Na forma humana, permanecem impossíveis de identificar e, como tal, escondem-se à vista entre a população. Para além dos Licantropos existem os Rebeldes, que declararam guerra à Ordem e ao governo opressivo que esta representa. Tanto os Lycans como os Rebeldes, são uma ameaça à cidade de Londres, e a Ordem tem assim de enfrentar inimigos em todas as frentes.[3][7]

Cenário[editar | editar código-fonte]

O jogo tem lugar na cidade de Londres, em 1886 durante a Era Vitoriana, numa realidade alternativa que combina elementos de steampunk e ficção científica. São recriados vários locais icônicos da cidade inglesa incluindo o Palácio de Westminster, Mayfair, Whitechapel e o Big Ben. A cidade funde os novos avanços da tecnologia provocados pela Revolução Industrial e os séculos de batalha entre os Humanos e os Half-Breeds.[7][8]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Num post colocado no PlayStation.Blog, Ru Weerasuriya, director criativo do estúdio Ready at Dawn revelou que The Order: 1886 está ser produzido desde 2010. O jogo foi anunciado durante a conferencia de imprensa da Sony na Electronic Entertainment Expo em Junho de 2013 como uma nova propriedade intelectual para PlayStation 4.[9] Em Agosto de 2013, Ru Weerasuriya revelou que a decisão de produzir The Order: 1886 foi influenciado por Uncharted 2: Among Thieves.[10]

A 4 de Fevereiro de 2014 foi mostrado à imprensa uma demonstração do jogo com cerca de 40 minutos.[11] Também em Fevereiro de 2014 foi anunciado que o jogo não terá multijogador e que corre a 30fps.[4] A 27 de Maio de 2014 a Sony confirmou que o lançamento do jogo tinha sido adiado para o inicio de 2015 afirmando que o estúdio precisa de tempo extra "[...] para entregarem a promessa quando apresentamos o jogo pela primeira vez".[3] Em Novembro de 2014 foi revelado que a banda sonora do jogo estava a ser composta por Jason Graves (Dead Space, Tomb Raider), com a colaboração de Austin Wintory (Journey) para o tema título, "The Knights Theme".[1]

A 16 de Janeiro de 2015, a Ready at Dawn revelou via Twitter, que a produção de The Order: 1886 tinha entrado na fase ‘ouro’.[12]

Lançamento[editar | editar código-fonte]

The Order: 1886 foi publicado pela Sony Computer Entertainment em exclusivo para a PlayStation 4 a 20 de Fevereiro de 2015.[3]

Edições especiais[editar | editar código-fonte]

Conteúdo da "Premium Edition".

Com as pré-reservas de The Order: 1886, os jogadores receberam o pacote ‘Knight’s Arsenal’, que contém armas e fatos alternativos.[13] A 9 de Junho de 2014 a Sony anunciou as edições de coleccionador para o jogo. Para a Europa, a Edição de Coleccionador tem incluído, para além do jogo, uma réplica do colar usado pelos Cavaleiros, brasões em tecido, autocolantes com símbolos, postais com arte desenhada dentro de envelopes e conteúdo digital como a banda sonora, o pacote ‘Knight’s Arsenal’ e filmes "atrás das cenas" do jogo.[3][13]

Para a América do Norte foram reveladas duas edições: a "Collector's Edition" que inclui uma estátua "Galahad Debaixo de Fogo" de 7 polegadas, Steelbook, autocolantes, o pacote ‘Knight’s Arsenal’, a banda sonora e filmes de "atrás das cenas"; a "Premium Edition" contém todo o conteúdo da anterior mas inclui a estátua "Duelo Sem Fim" de 13 polegadas e ainda uma caixa de coleccionador, uma réplica do colar usado pelos Cavaleiros, o Steelbook e um livro de arte.[13]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Recepção critica[editar | editar código-fonte]

The Order: 1886 teve uma recepção mediana por parte dos críticos. Nos sites de criticas agregadas GameRankings e Metacritic tem a pontuação 64.65% e 65/100, respectivamente.[33][34] Os críticos foram consensuais ao afirmarem que o ponto forte do jogo são os aspectos gráficos, o mundo fantástico, os níveis de produção e o desempenho técnico, com alguns mesmo a referir ser o melhor que viram numa consola, mas que no entanto o jogo tem demasiados erros, difíceis de superar, incluindo a longevidade e a excessiva utilização de quick time event's (QTE) e de elementos cinematográficos, alienando o jogador da experiência.

Vendas[editar | editar código-fonte]

De acordo com o Chart-Track, The Order: 1886 estreou-se em primeiro lugar nas vendas do Reino Unido, tal marca a primeira vez desde Agosto de 2014 (com The Last of Us Remastered) que um titulo de um estúdio da Sony estreia-se no primeiro lugar naquela região.[35] Nas tabelas de venda francesas, a versão padrão e a "edição especial" estrearam-se em primeiro e quarto, respectivamente.[36]

Controvérsia[editar | editar código-fonte]

"Espero que as pessoas que gostam deste tipo de jogos [de pequena longevidade], os joguem. Mas também quero pertencer a uma indústria onde eu como jogador, tenho a escolha de o puder fazer. Já joguei a jogos que duram duas horas melhores que alguns que duram dezasseis. É a realidade. A longevidade de um jogo é tão relativo quanto a qualidade. Tal como um filme. Lá porque o filme tem três horas não o faz melhor."[37]

Ru Weerasuriya, fundador da Ready at Dawn.

Um video que mostra todo o jogo e com duração de cerca 5 horas foi revelado na Internet antes do lançamento oficial.[38] Como The Order: 1886 é um jogo que não tem multijogador e tem um preço inicial de venda ao público elevado, foram levantadas algumas preocupações e controvérsias sobre o valor do jogo.[37] Bruno Galvão do Eurogamer.pt compara o jogo com Metal Gear Solid V: Ground Zeroes, onde a controvérsia não se focou na qualidade do produto em si mas antes na longevidade que os jogadores têm do mesmo parecendo "indicar que estamos perante consumidores mais conscientes que se preocupam com algo além da componente visual. A percepção do valor estabelecido na hora em que o consumidor troca os seus preciosos € por um videojogo é agora diferente, mais sério e mais ponderado."[39] Num outro artigo de opinião, Matt Martin do site VG247 diz que “Por muito bom que The Order: 1886 seja, não vale $60. Não justifica gastar esse dinheiro por um jogo que só me vai entreter seis horas ou menos [...] The Order: 1886 é um anacronismo, dessincronizado com o mercado e em negação com um público que já evoluiu há muitos anos a esta parte.”[40] Ru Weerasuriya, fundador da Ready at Dawn, defendeu o jogo ao dizer que "é uma questão de qualidade, não quantidade."[37] Andrea Pessino, um dos técnicos do estúdio, também respondeu sobre a duração, ao afirmar que dura cerca de 8 a 10 horas para terminar, se o jogador jogar a um ritmo e dificuldade normal.[41] Dana Jan, director do jogo, também se pronunciou em relação ao assunto: "Tivemos este ódio injustificado custe o que custar. As pessoas simplesmente procuram uma razão para atacar o nosso jogo, um motivo para odiá-lo. Estou entusiasmado por ouvir o que é que as pessoas que na verdade jogaram ao jogo pensam sobre ele. Qual é sua opinião em relação à quantidade e qualidade da produção? Acho que a maioria das pessoas ficarão satisfeitas com o jogo."[42]

Referências

  1. a b c Ru Weerasuriya (26 de novembro de 2014). «New video showcases the stunning music of The Order: 1886». PlayStation.Blog. Consultado em 26 de novembro de 2014 
  2. Colin Moriarty (22 de agosto de 2013). «Gamescom: Technology Goes Victorian in PS4's The Order: 1886». IGN. Consultado em 5 de fevereiro de 2014 
  3. a b c d e Nathalia Chubin (10 de junho de 2014). «The Order: 1886 – Release date, new trailer and Collector's Edition unveiled». PlayStation.Blog. Consultado em 9 de outubro de 2014 
  4. a b Wesley Yin-Poole (6 de fevereiro de 2014). «No multiplayer in PS4 exclusive The Order: 1886». Eurogamer. Consultado em 6 de fevereiro de 2014 
  5. «The Order: 1886 E3 Trailer». Consultado em 13 de junho de 2013 
  6. Carolyn Giardina (2 de fevereiro de 2016). «VES Awards Winners: 'Star Wars' Takes Top Prize». Hollywood Reporter. Consultado em 3 de fevereiro de 2016 
  7. a b c «The Order: 1886 (PS4)». PlayStation.com. Consultado em 9 de outubro de 2014 
  8. Tim Turi (15 de outubro de 2013). «Meet The Knights Of The Order: 1886». Game Informer. Consultado em 22 de outubro de 2013 
  9. Moriarty, Colin. «Gamescom: PS4-Exclusive The Order: 1886 Will Launch in 2014». ign. Consultado em 22 de agosto de 2013 
  10. «'Uncharted 2: Among Thieves' Influenced 'The Order: 1886′». latestnewsexplorer. Consultado em 22 de outubro de 2013 
  11. Luís Alves (4 de Fevereiro de 2014). «The Order 1886 vai ser apresentado hoje à imprensa». Eurogamer. Consultado em 5 de Fevereiro de 2014 
  12. «The Order: 1886 on Twitter». Twitter. 16 de janeiro de 2015. Consultado em 19 de janeiro de 2015 
  13. a b c Luke Karmali (9 de junho de 2014). «THE ORDER: 1886 RELEASE DATE AND COLLECTOR'S EDITION UNVEILED». IGN. Consultado em 9 de outubro de 2014 
  14. Chris Carter (19 de fevereiro de 2015). «Review: The Order: 1886». Destructoid. Consultado em 19 de fevereiro de 2015 
  15. Adam Rosenberg (19 de fevereiro de 2015). «The Order: 1886 Review». Digital Trends. Consultado em 19 de fevereiro de 2015 
  16. Andrew Fitch (19 de fevereiro de 2015). «The Order: 1886 review - A half-baked PS4 launch game…15 months late». Electronic Gaming Monthly. Consultado em 19 de fevereiro de 2015 
  17. Matt Miller (19 de fevereiro de 2015). «The Order: 1886 Review - Uncompromising Cinematic Vision». Game Informer. Consultado em 19 de fevereiro de 2015 
  18. Adam Butterworth (19 de fevereiro de 2015). «The Order: 1886 Review: PS4's First True Exclusive Killer App, Truly An Amazing Story With Perfect Ending». Gamepur. Consultado em 20 de fevereiro de 2015 
  19. David Houghton (19 de fevereiro de 2015). «The Order: 1886 review». GamesRadar +. Consultado em 19 de fevereiro de 2015 
  20. Anthony Taormina (19 de fevereiro de 2015). «'The Order: 1886′ Review». Gamerant. Consultado em 19 de fevereiro de 2015 
  21. Kevin VanOrd (19 de fevereiro de 2015). «The Order: 1886 review - From Hell». GameSpot. Consultado em 19 de fevereiro de 2015 
  22. Daniel Bloodworth (19 de fevereiro de 2015). «The Order: 1886 Review». GameTrailers. Consultado em 19 de fevereiro de 2015 
  23. Jeff Gerstmann (19 de fevereiro de 2015). «The Order: 1886 Review». GiantBomb. Consultado em 19 de fevereiro de 2015 
  24. Mick Fraser (19 de fevereiro de 2015). «The Order: 1886 Review». God is a Geek. Consultado em 19 de fevereiro de 2015 
  25. Steve Hannley (19 de fevereiro de 2015). «Review: The Order: 1886». Hardcore Gamer. Consultado em 19 de fevereiro de 2015 
  26. Brandin Tyrrel (19 de fevereiro de 2015). «The Order: 1886 Review - The Struggle Within». IGN. Consultado em 19 de fevereiro de 2015 
  27. Kirk Hamilton (19 de fevereiro de 2015). «The Order: 1886: The Kotaku Review». Kotaku. Consultado em 19 de fevereiro de 2015 
  28. Chandler Wood (19 de fevereiro de 2015). «The Order: 1886 Review – Interactive 19th Century Cinema (PS4)». PlayStation LifeStyle. Consultado em 19 de fevereiro de 2015 
  29. Justin McElroy (19 de fevereiro de 2015). «The Order: 1886 Review: London Calling». Polygon. Consultado em 19 de fevereiro de 2015 
  30. Matt Peckham (19 de fevereiro de 2015). «The Order 1886 Review: Sony's Exclusive Blockbuster». Time. Consultado em 19 de fevereiro de 2015 
  31. Jeremy Parish (19 de fevereiro de 2015). «The Order: 1886 Review: On the Limitations of Window Dressing». USGamer. Consultado em 24 de fevereiro de 2015 
  32. Steven Burns (19 de fevereiro de 2015). «The Order: 1886 Review - Ready at Dawn, finished by the afternoon». Videogamer. Consultado em 19 de fevereiro de 2015 
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  34. a b «The Order: 1886 for PlayStation 4». Metacritic. Consultado em 20 de fevereiro de 2015 
  35. Rob Crossley (23 de fevereiro de 2015). «UK Chart: The Order 1886 Shoots to First». GameSpot. Consultado em 24 de fevereiro de 2015 
  36. Maxime Chao (2 de março de 2015). «CHARTS FRANCE : THE ORDER 1886 NUMÉRO 1 DES VENTES MALGRÉ LA POLÉMIQUE ET LES MAUVAISES NOTES». JeuxActu.com. Consultado em 3 de março de 2015 
  37. a b c Wesley Yin-Poole (16 de fevereiro de 2015). «Ready at Dawn responds to concern over The Order: 1886 campaign length». Eurogamer. Consultado em 18 de fevereiro de 2015 
  38. Emily Gera (16 de fevereiro de 2015). «Leaked playthrough of The Order: 1886 suggests you can complete the game in five hours». Polygon. Consultado em 16 de fevereiro de 2015 
  39. Galvão, Bruno (18 de fevereiro de 2015). «The Order 1886: Porque é que a longevidade importa?». Eurogamer. Consultado em 18 de fevereiro de 2015 
  40. Matt Martin (17 de fevereiro de 2015). «The Order: 1886 denies the evolution of video game value». VG247. Consultado em 18 de fevereiro de 2015 
  41. Rob Crossley (17 de fevereiro de 2015). «The Order 1886 Dev Denies "Five Hour" Claim». GameSpot. Consultado em 18 de fevereiro de 2015 
  42. Luís Alves (18 de fevereiro de 2015). «Realizador de The Order 1886 diz que é mais fácil criticar do que elogiar». Eurogamer. Consultado em 18 de fevereiro de 2015 

Ligações Externas[editar | editar código-fonte]