The Princess Casamassima

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The Princess Casamassima
Autor(es) Henry James
Idioma Inglês
País  Reino Unido
Assunto Dificuldades morais associado ao idealismo revolucionário
Editora Macmillan and Co., Londres
Lançamento 22 de Outubro de 1886
Páginas Volume um, 252; volume dois, 257; volume três, 242

The Princess Casamassima (em português, A princesa Casamassima) é um romance de Henry James, publicado primeiramente como série em The Atlantic Monthly[1] nos anos de 1885 e 1886, e como livro neste último[2]. É a história de Hyacinth Robinson, um encadernador jovem e inteligente, mas confuso, que se envolve na política radical e numa trama de assassinato terrorista. O livro é inusitado no cânone de James por tratar de um assunto político tão violento, e por ter uma personagem central que reaparece de outra obra: Cristina Light, a personagem título, retomada do romance Roderick Hudson[3]. Mas é geralmente emparelhado com outro romance publicado pelo autor no mesmo ano[4], The Bostonians, que também trata de assuntos políticos, ainda que de forma muito menos trágica.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Amanda Pynsent, uma costureira empobrecida, adotou Hyacinth Robinson, o filho ilegítimo de sua velha amiga Florentine Vivier, uma francesa de má reputação, e um lord inglês. Florentine avisa apunhalado seu amante até matá-lo vários anos atrás, e Pinnie (alcunha de Miss Pynsent) toma Hyacinth para vê-la quando ela está moribunda na prisão de Milbank. Hyancith eventualmente descobre que a moribunda é sua mãe, e que ela havia matado seu pai.

Muitos anos depois, Hyacinth, agora um jovem e habilidoso encadernador, encontra o revolucionário Paul Miniment, e se envolve na política radical. Hyacinth tem uma namorada rude, mas vivaz, Millicent Henning, e uma noite, eles vão ao teatro. Lá, Hyacinth encontra a radiante Princesa Casamassima (Christina Light, de um romance anterior de James, Roderick Hudson).

A princesa tornou-se ela mesma uma revolucionária, e agora vive afastada de seu marido tolo. Neste entretempo, Hyancith se comprometeu a realizar um assassinato terrorista, ainda que o tempo e lugar exato não lhe tenham sido especificados. Hyacinth visita a princesa em sua casa de campo e conta-lhe de seus pais. Quando volta a Londres, Hyacinth encontra Pinnie à beira da morte. Ele a conforta nos últimos momentos, e depois viaja para a França e para a Itália com sua pequena herança.

Esta viagem completa a conversão de Hyacinth para um amor à realidade mundana, mas bela, distante da revolução violenta. Ainda, ele não tenta escapar a seu voto de realizar o assassinato. Mas quando a ordem vem, ele aponta a arma para si mesmo ao invés de para sua vítima.

Referências

  1. A publicação original na revista encontra-se disponível online.
  2. DOVER, Adrian. Notas à edição digital de The Princess Casamassima. Disponível online em inglês. Consultado em 23/01/2013.
  3. DOVER, Adrian. Prefácio a The Princess Casamassima. Disponível online em inglês. Consultado em 23/01/2013.
  4. Notas sobre o romance no site da Library of America.
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