Virtualização em nível de sistema operacional

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Virtualização em nível de sistema operacional, também conhecida como containerização, refere-se a um recurso do sistema operacional no qual o núcleo permite a existência várias instâncias isoladas de espaço de usuário. Tais instâncias, chamadas containers,[1] partições, engrenagens de virtualização (VE, do inglês Virtualization Engines) ou cadeias (FreeBSD jail ou chroot jail), podem parecer com computadores reais do ponto de vista de programas executando neles. Um programa de computador rodando em um sistema operacional ordinário pode ver todos os recursos (dispositivos conectados, arquivos e pastas, compartilhamentos de rede, poder de UCP, capacidades de hardware quantificáveis) daquele computador. Entretanto, programas executando dentro de um container podem ver apenas os conteúdos do container e dispositivos designados ao container.

Em sistemas operacionais do tipo Unix, este recurso pode ser visto como uma implementação avançada do mecanismo chroot padrão, que altera o diretório root aparente para o processo em execução atual e seus filhos. Além dos mecanismos de isolamento, o kernel geralmente fornece funcionalidades de gerenciamento de recursos para limitar o impacto de atividades de um container em outros containers.

Referências

  1. Hogg, Scott (26 de maio de 2014). «Software Containers: Used More Frequently than Most Realize». Network World. Network World, Inc. Consultado em 9 de julho de 2015.. There are many other OS-level virtualization systems such as: Linux OpenVZ, Linux-VServer, FreeBSD Jails, AIX Workload Partitions (WPARs), HP-UX Containers (SRP), Solaris Containers, among others.