Wikipédia Discussão:Administradores/Pedidos de remoção/Gonçalo Veiga

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Não acompanhei direito o caso, então fica a pergunta: "durante a discussão foram apresentadas evidências concretas de que o mesmo inseriu informações falsas na Wikipédia". Foi realmente comprovado que ele inseriu informações falsas propositalmente ou há espaço para "pontos de vista diferentes, inclusive de fontes apresentadas" na matéria em questão? Se foi comprovado e proposital, nem há o que discutir. MachoCarioca oi 02h28min de 27 de fevereiro de 2016 (UTC)

Lord Mota, no pedido não existia uma secção "Defesa", pelo que adicionei uma. Se tal não estiver previsto nas regras pode reverter. Gonçalo Veiga (discussão) 12h16min de 27 de fevereiro de 2016 (UTC)

@MachoCarioca: Sim, ficou provado sem espaço para dúvidas, eu mesmo fui à biblioteca da minha região e tirei cópia das páginas dos livros que o Gonçalo Veiga afirmava premptoriamente confirmarem a informação fantasiosa que tentou diversas vezes enfiar num dos artigos em questão, recorrendo inclusive à sua "honra" e "bom nome" para tentar que a informação falsa permanecesse ali, chegando até a pedir o meu bloqueio por ousar colocar em causa essa suposta "honra e bom nome". Aliás, você mesmo pode comprovar pelo histórico que em Visconde de Albergaria esse editor inseriu por três vezes, três datas diferentes da suposta criação desse título, ao que tudo indica todas falsas e inventadas por ele próprio, já que não existe qualquer fonte que as suporte: Primeira - 27 de Setembro de 1890; segunda - 25 de Julho de 1890; terceira - 12 de Fevereiro de 1895. Em todas três foram colocadas fontes que nem sequer mencionam o título em questão. O editor chegou mesmo ao ponto de falsificar grosseiramente um email, que teria sido supostamente enviado pela biblioteca da Universidade de Coimbra e que confirmaria o conteúdo falso que colocou, exigindo depois um pedido de desculpas por terem ousado colocar em causa a tal "honra" e "bom nome". Após ser desmascarado, o Veiga apressou-se a apagar o email falsificado do servidor, mas pode ver uma cópia aqui. Um indivíduo que faz este tipo de coisa, na maior descaração e sem o menor escrúpulo, pode alguma vez ter qualquer cargo de responsabilidade num projecto?
De resto, este comportamento é antigo e recorrente, pois já havia feito o mesmo em Dom (título), inventando sem qualquer pudor um livro que jamais existiu, e conseguindo com isso, e com a tal "reputação, antiguidade, honra e bom nome" a que apela constantemente, que a sua falsificação/POV permanecesse no artigo mais de um ano com esse estratagema; além de uma série de outros artigos relacionados com nobreza e com os pretendentes à coroa portuguesa, como Duques de Cadaval e Duarte Pio de Bragança onde fez o mesmo tipo de trapaça. É notável que depois de tanto falsificar e mentir sem qualquer escrúpulo, o editor não só não reconhece as trapaças que fez, como não mostra qualquer arrependimento (com a irrisória excepção de apenas uma das mentiras, sobre a posse de um livro, sem assumir nenhuma das outras falsificações que comprovadamente fez), tentando ainda na sua defesa aqui na página ao lado fazer passar a sua campanha de mentiras e falsificações por "conflito editorial".
Não deixa de ser curioso também que alguém que editava frequentemente até ao dia em que foi desmascarado, a partir desse exacto dia tenha tido toda a casta de problemas pessoais (até um filho que supostamente lhe nasceu), e que o têm "impedido" de se defender.--- Darwin Ahoy! 13h26min de 27 de fevereiro de 2016 (UTC)
Darwin, na dicussão de bloqueio apontaste como curiosidade o Gonçalo Veiga descrever-se a si próprio num e-mail por "Sr. Dr. Gonçalo (...) da Faculdade de (...)".
Penso não ser difícil descobrir se existe no corpo docente dessa Faculdade um professor de Imunologia com esse nome, isto porque pode tratar-se de um Alter ego criado pelo utilizador dado que não observo nenhuma edição dele no artigo Imunologia que seria o mais natural. A minha questão é se não existem motivos válidos para uma verficação desta conta que possa esclarecer se existem edições destrutivas de igual gravidade noutros tópicos com outra(s) conta(s). Vanthorn® 17h54min de 27 de fevereiro de 2016 (UTC)
@Vanthorn: Apesar do Gonçalo Veiga se ter apresentado publicamente neste projecto como "médico cardiologista" e assistente ou professor universitário de Imunologia, tanto directamente como por conversa com o Acqua (que me parece ser sock WP:PATO dele próprio, criado unicamente com o fim de ajudar a formar a reputação), como também recentemente no email falsificado, que forjou como tendo sido enviado a um suposto docente universitário (que seria ele próprio), jamais fez qualquer edição significativa em artigos de medicina ou imunologia, ou demonstrou qualquer interesse por essa área que fosse além de colocar o nome no projecto respectivo. De modo que suspeito fortemente que o Gonçalo Veiga seja uma espécie de WP:CPU com uma agenda e propósito primordial muito bem estabelecido, no cumprimento do qual fez toda a sua campanha de falsificações, e que a personagem engendrada do médico e académico servia unicamente para lhe emprestar uma falsa reputação, fundamental para levar a cabo essa agenda e propósito.
Corroborando isto, temos o facto de em todas as situações em que a mentira e falsificação foram desmascaradas, o Gonçalo Veiga ter sistematicamente apelado para a sua "honra", "bom nome", "antiguidade no projecto" etc., com se pode ver aqui - "desta vez tocaram na minha honra e existem limites que não devem ser ultrapassados. Tenho quase 8 anos de Wikipédia, sempre tratei todos com respeito, não aceito ataques deste tipo." ou aqui, exemplo :"Espero que não me esteja a acusar de inserir fontes falsas, já estaríamos noutro patamar. Se existe coisa que eu fui ensinado a prezar é a honra, e sempre a prezo em todas as circunstâncias. O Darwinius pode desconhecer algumas publicações, ninguém conhece todas as obras. Discutir a fiabilidade das fontes apresentadas por outros editores é uma coisa, mas acusar outros colegas editores de inserir fontes falsas é outra coisa completamente diferente.". É um comportamento sistemático: Apela para a sua suposta honra, enquanto falsifica e mente sem o menor pudor ou escrúpulo.
Quanto à pergunta que fizeste, dos socks, se ele criou o sock vândalo/conta de ataque "Acqua", como me parece certo que criou, pode perfeitamente ter criado outros.--- Darwin Ahoy! 21h25min de 27 de fevereiro de 2016 (UTC)
Mas que bom!!! Que maravilha!!! Jorge alo (discussão) 22h34min de 27 de fevereiro de 2016 (UTC)

Secção de defesa[editar código-fonte]

Não me parece correcto nem imparcial que o Gonçalo Veiga tenha acrescentado uma secção de defesa ao pedido de remoção, onde pode escrever o que lhe apetece, ficando em destaque e com proeminência, e sem hipótese de refutação ao mesmo nível, uma vez que não se pode comentar no pedido. Se não se pode comentar ali para acusar, também a defesa deve estar aqui, na discussão, de modo que vou remover a dita secção para aqui, onde pode ser respondida em pé de igualdade.--- Darwin Ahoy! 21h38min de 27 de fevereiro de 2016 (UTC)

Darwin, historicamente a defesa é inserida na página de votação, não na discussão. Já houve defesas com mais de 10 kb e a meu ver é correto apresentar a denúncia e a defesa na mesma página. Por isso, desfiz a tua edição. Érico (fale) 21h41min de 27 de fevereiro de 2016 (UTC)
Se é assim uma coisa histórica, tudo bem, é que não encontrei isso nas regras.--- Darwin Ahoy! 21h44min de 27 de fevereiro de 2016 (UTC)

Resposta à defesa[editar código-fonte]

Citação: Gonçalo Veiga escreveu: «Na DB confessei o erro, tendo-me comprometido a não repeti-lo. Estava em pleno conflito editorial com o Darwinius e andava super-nervoso com problemas familiares complicados, que felizmente cursam positivamente. Não houve má-fé da minha parte, mas pela imprudência é perfeitamente compreensível o meu afastamento temporário da área editorial em causa. Tenho quase 8 anos de Wikipédia e sempre tentei ser um editor responsável, tanto na criação de artigos e predefinições, a expandir e categorizar artigos, como tutor de editores novatos ou no combate ao vandalismo.»

Falsificação e mentira descarada não entra na categoria de "conflito editorial", mas sim de vandalismo destrutivo. E é muito curioso que não tenha tido qualquer falta de tempo até o dia em que foi apanhado em flagrante trapaça, sendo que depois desse dia surgiram-lhe todos os problemas e mais alguns.--- Darwin Ahoy! 21h42min de 27 de fevereiro de 2016 (UTC)
@Darwin, não há necessidade de toda essa agressividade de sua parte nas palavras aqui. Já provou seu ponto. Na verdade, não precisava dela nem para provar seu ponto durante o pedido de bloqueio nos PB. MachoCarioca oi 22h32min de 27 de fevereiro de 2016 (UTC)
@MachoCarioca: Talvez você tenha razão, e eu esteja sendo muito agressivo, mas é que de facto a mentira assim sem escrúpulos é coisa que me tira do sério. Mas eu penso que você está certo sim, já provei o meu ponto, é escusado ficar repetindo o mesmo, é como bater em cavalo morto. Obrigado pela dica.--- Darwin Ahoy! 23h00min de 27 de fevereiro de 2016 (UTC)
@Gonçalo Veiga, acho que vc devia poupar todos disso aqui e renunciar a seu estatuto, mais facil e pratico para todos. Melhor para a comunidade e para vc. MachoCarioca oi 22h32min de 27 de fevereiro de 2016 (UTC)

MachoCarioca, vou pensar na ideia com ponderação não possa ser isso entendido como assumir como verdadeiras as mentiras do Darwinius, mas de facto estou tão cansado disto tudo que de bom grado renunciaria ao estatuto. Quem como eu só pediu para ser reversor após 7 anos a editar aqui e esteve quase 8 anos para fazer um pedido de administração não anda com certeza na Wikipédia por estar interessado em estatutos.

Mas agora vale tudo? É preciso coragem para tentar apagar/esconder a minha defesa.

Se eu me quisesse "intitular" de alguma coisa não tinha removido da minha PU qualquer referência à medicina há mais de 5 anos, numa acção preventiva de mais vandalismos na página.

O Darwinius já me chamou muita coisa, mas CPU é mesmo novidade. Em 8 anos criei centenas de artigos/predefinições e editei milhares de artigos sobre inúmeros temas História, Religião, Saúde, Futebol, Ténis, Tribunais, etc., editando da melhor forma que sabia e podia. CPU??!!! Pois, acusação descabida e gratuita, e como esta há muitas.

Mesmo no artigo Visconde de Albergaria, agora fonte de todos os males, a minha revisão não é tão diferente assim da revisão do Darwinius. Mas foi o próprio Darwinius quem criou uma PE a dizer que o título de Visconde de Albergaria era falso, inventado, fake óbvio, etc, para depois reconhecer que o título é verdadeiro e acabar a votar para manter o artigo. Quem ouvir o Darwinius até parece que eu criei um artigo sobre um título nobiliárquico falso, quando na verdade nem fui eu o criador do artigo, nem o artigo é falso! Por isso foi mantido após a discussão para eliminar.

É certo que o Darwinius já teve conflito com muita gente aqui, mas para comigo parece perseguição, autêntico bullying. Claro que também alimentei algumas disputas editoriais para além do razoável, mas nunca dei motivos para tamanho ódio. Mas como se diz na minha terra faz pior o ódio a quem odeia que ao odiado. Gonçalo Veiga (discussão) 09h43min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)

  1. O artigo Visconde de Albergaria tinha todos os indícios de ser fictício, especialmente depois da sua intervenção, que lhe acrescentou material falso com uma fonte falsa também, para tentar manter a sua presença ali;
  2. O artigo foi salvo inteiramente graças ao João Carvalho e a mim, que conseguimos encontrar fontes para o manter. A sua única actuação nesse artigo foi a inserção de material falso e/ou fantasioso, fontes que não suportavam coisa nenhuma e uma imagem que roubou a terceiros e carregou no Commons como sendo de sua autoria;
  3. Visconde de Albergaria não é a "fonte de todos os males", mas sim apenas o último exemplo de uma campanha de inserção de falsificações e POV sem fundamentação levada a cabo por si, que envolve muitos outros artigos como Dom (título), Duques de Cadaval, Duarte Pio de Bragança, Instituto da Nobreza Portuguesa, várias listas de titulares e muitos outros;
  4. Todas as suas falsificações e mentiras ocorreram em artigos ligados à nobreza e à casa real portuguesa, que culminaram na restrição de edições a que agora está sujeito. Isso é que é realmente importante aqui, pois demonstra que não é um editor digno de confiança;
  5. A sua real intenção neste projecto é somente conjectural, com base nas suas acções, e para mim é secundária neste processo, embora ajude a compreender o caso;
  6. Até agora você não apresentou qualquer defesa sobre as acusações que lhe foram feitas, tanto aqui como na sua discussão de bloqueio, nem reconheceu nem se arrependeu de coisa nenhuma, com a irrisória excepção de uma só das muitas mentiras que deu, sobre a posse de um livro. Prefere, ao invés, agarrar-se à tese da "perseguição", como se perseguir falsificações e mentiras sem escrúpulos não fosse dever de qualquer um aqui. Pretende continuar assim?--- Darwin Ahoy! 10h10min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)

Por favor não invente nem tente reescrever o sucedido:

  • O artigo Visconde de Albergaria apenas não foi apagado porque eu reverti a sua indevida marcação de ER, fundamentada na falsidade do artigo, não na falta de fontes. Aliás falta de fontes nem é fundamento para ER num artigo como esse. E mesmo com fundamento na possível falsidade do artigo nunca seria caso de enviar para ER um artigo antigo (já tinha vários anos).
  • Aquando da criação da Discussão de Eliminação você mentiu quando escreveu Citação: Darwinius escreveu: «Provável fake (zero resultados no Google)», pois na quarta opção no Google Books aparece precisamente uma fonte inequívoca da veracidade do título.
  • Simplesmente você não aceitou ser contrariado (algo reincidente em si) quando eu reverti a sua indevida marcação para ER e não resistiu a recorrer a mentiras e ataques pessoais para conseguir à força a eliminação do artigo.
  • Não se apegue à minha confusão com as datas do Visconde de Albergaria e do Visconde de Albergaria de Souto Redondo para esconder a sua mentira.
  • Posto isto, já era tempo de deixar-me em paz. Gonçalo Veiga (discussão) 11h05min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)


  1. O artigo foi inicialmente (e bem) presumido como fake, pois não tinha qualquer fonte que o sustentasse, nem estas apareciam numa pesquisa normal;
  2. A sua intervenção inicial nesse artigo foi acrescentar-lhe uma data falsa, com uma fonte que nem sequer mencionava nem o título nem o indivíduo em questão. Depois dessa, colocou ainda duas outras datas diferentes para o mesmo decreto, todas elas fantasiosas e aparentemente inventadas por si;
  3. Essa foi apenas a primeira de uma série de informações falsas ou fantasiosas que você foi acrescentando a esse artigo, usando fontes que nada diziam sobre o assunto para legitimar as suas falsificações. Chegou mesmo a roubar uma imagem de um site de internet e a carrega-la no Commons como se fosse de sua autoria, para ilustrar um suposto brasão (fantasioso) desse visconde;
  4. O conteúdo actual desse artigo, mantido em PE, é exclusivamente da autoria do IP que o criou e minha, com a ajuda do João Carvalho, que foi quem providenciou a primeira fonte certa. A sua intervenção nesse artigo foi somente a de vandalismo destrutivo, e inteiramente revertida. Se dependesse de si, esse artigo hoje estaria ou eliminado ou, o que é pior, mantido com conteúdo fictício inventado por si, supostamente confirmado nas fontes que você falsamente lhe atribuiu;
  5. Como já foi dito, esse é apenas o último de uma longa série de artigos falsificados e adulterados por si, com inserção de conteúdo fantasioso e POV supostamente legitimado por fontes, que afinal não fundamentam coisa nenhuma, e isto quando existem sequer;
  6. Você continua sem apresentar qualquer defesa, nem demonstra reconhecer o dano que causou ao projecto, nem qualquer arrependimento, o que somente indicia que pretende continuar com as acções que o levaram a estar actualmente com a edição restrita. Pretende continuar assim?--- Darwin Ahoy! 11h22min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)

E a perseguição continua, agora já noutra área: [1]. Darwinius, por acaso alguém te nomeou polícia das minhas edições?! O Presidente da Comarca de Portalegre demitiu-se. Foi substituído pelo Presidente da Comarca de Castelo Branco, que acumula interinamente as duas Comarcas até à abertura e conclusão de novo concurso curricular para o lugar de Juiz-Presidente da Comarca de Portalegre. Repristinei a minha edição no artigo, e coloquei a fonte da Deliberação do CSM sobre a cessação da comissão de serviço do anterior Presidente. Para a próxima pergunta/pesquisa antes de reverter. Já não há paciência para tanta prepotência. Gonçalo Veiga (discussão) 12h16min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)

Oiça Gonçalo Veiga, alguma vez eu lhe dei confiança para tratar-me por tu? Agradeço que corresponda à educação com que sempre o tratei.
E isso não é perseguição, apenas a mais recente das suas falsificações de fonte, que continuam mesmo após o pedido de restrição, estendendo-se a outros temas. Como qualquer um pode ver na fonte em questão, o nome desse suposto juiz não consta ali, sendo assim removido. Não é perseguição, mas sim o mais elementar respeito pelas regras deste projecto, coisa que você parece desconhecer. E caso você insista no mesmo comportamento, será aberta nova discussão de bloqueio com vista a estender a restrição já imposta, uma vez que aparenta não se mostrar capaz de editar em assunto nenhum.--- Darwin Ahoy! 12h26min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)

Agora inventa regras? Qual a regra da Wikipédia que obriga a tratar por você/tu? Desconheço. Educação?! Mas se me está sempre a ofender, inclusive em sumários de edição... Mas qual falsificação?! Por acaso eu disse acima que a Deliberação continha o nome do substituto legal? Você sabe o que é um substituto legal? O que eu escrevi acima é que a Deliberação contém a cessação da comissão de serviço a pedido do próprio, o que é verdade. O que é falsa é a sua edição de hoje referindo que o Presidente da Comarca de Portalegre é uma pessoa que já se tinha demitido em Dezembro e colocando uma fonte não fiável como o DRE Tretas. Mas por que você não se dedica a editar pacificamente, deixando de perseguir desafectos? Gonçalo Veiga (discussão) 12h44min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)

Sabe, Gonçalo Veiga, realmente não existe regra neste projecto que obrigue alguém a ser bem educado. Nem tão pouco essa regra existe na sociedade cá fora. É somente uma regra geral de convivência em sociedade. Se quer ser malcriado, seja, não será por isso certamente que pedirei o seu bloqueio, e esse tipo de coisa fica com quem a faz;
Lamento muito que você se sinta ofendido com os factos citados no sumário de edição, mas sendo você mesmo o responsável por eles, não vejo como pode proceder esse seu sentimento;
Quanto ao "DRE tretas", pode ler mais sobre esse site aqui, embora seja irrelevante discutir isso, uma vez que o que está em questão ali é o novo juiz que você diz que está nessa comarca, e não a tomada de posse do anterior (que você diz acima que é "falsa", sem saber sequer do que está a falar).
O que está em questão é que, mais uma vez, para manter o seu POV - o nome desse juiz, que você supostamente sabe qual é, e insiste em manter no artigo - colocou uma fonte que em parte alguma o menciona, exactamente como tem feito nos artigos de nobreza. Isso é falsificação de fonte, e é coisa que pode ter a certeza que vou perseguir sempre que encontrar por aqui, seja vinda de si ou de outro indivíduo qualquer.--- Darwin Ahoy! 13h01min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)
Depois das ofensas/faltas de respeito que me tem dirigido você não tem legitimidade para estranhar a falta de qualquer tratamento de deferência. Mas passando adiante. Eu disse que incluí uma fonte acerca da demissão (cessação da comissão de serviço) do Presidente da Comarca de Portalegre e é isso que consta da Deliberação do CSM que eu coloquei no artigo. Fonte essa que prova a falsificação de conteúdo que você fez, quando reverteu a minha edição para lá colocar informação falsa: desde Dezembro que o Presidente da Comarca se demitiu e cessou funções e você recolocou lá o nome como se ele ainda estivesse em funções. Relativamente ao "DRE Tretas" o próprio site tem o seguinte aviso em todas as páginas (ex. [2] em baixo): AVISO NOTA IMPORTANTE - a consulta deste documento não substitui a leitura do Diário da República correspondente. Não nos responsabilizamos por quaisquer incorrecções produzidas na transcrição do original para este formato., pelo que não constitui fonte para nada. Agora, se você conseguir provar que neste momento o Juiz-Presidente de Portalegre não é interinamente o mesmo de Castelo Branco, eu mesmo me auto-bloqueio! Mas enfim, vou dar ouvidos à minha mulher e deixar-me destas discussões/disputas sem sentido. Apesar de tudo não lhe desejo mal. Adeus. Gonçalo Veiga (discussão) 14h10min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)
Citação: Gonçalo Veiga escreveu: «Fonte essa que prova a falsificação de conteúdo que você fez, quando reverteu a minha edição para lá colocar informação falsa» - É realmente necessária uma grande desonestidade intelectual para se querer fazer passar informação correcta e bem fundamentada, embora desactualizada (e está aqui o DRE original, já que não gostou do indexador) por uma "falsificação", nessa sua tentativa inqualificável de me colocar ao mesmo nível das falsificações e trapaças que tem vindo a fazer compulsivamente neste projecto, pelo menos desde 2009.
Você fundamentou a colocação do nome de um juiz com uma fonte que nada diz sobre esse juiz, dando uma falsa aparência de legitimidade à sua edição. E fez isso mesmo após a colocação desse nome ter sido contestada, e mesmo estando sob restrição de edição numa série de artigos pelo mesmo tipo de comportamento, e mesmo quando está prestes a começar o pedido de remoção do seu estatuto de administrador por esse mesmo comportamento. O que tem a dizer em sua defesa?--- Darwin Ahoy! 14h39min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)
Quanto aos ataques de carácter somente digo que apenas desqualificam quem os fazem. Mas pode dar a voltas que quiser que não vai apagar o que você fez: você colocou hoje no artigo Comarca de Portalegre que o Presidente é o Juiz de Direito José Manuel Tomé de Carvalho, quando o Diário da República indica claramente que ele se demitiu em Dezembro, portanto a sua informação é errada e falsa e a sua edição foi precipitada. Quanto ao sucessor interino foi nomeado no Plenário de 18 de Fevereiro e pelos vistos a deliberação ainda aguarda publicação em Diário da República, algo normalíssimo pois como se pode ver acima a Deliberação que aceita o pedido de demissão do anterior Presidente foi tomada pelo Plenário de 21 de Dezembro, assinado o aviso para publicação em 5 de Janeiro e publicada em Diário da República de 19 de Janeiro. Agora pode procurar onde quiser que não vai conseguir provar que neste momento o Juiz Presidente interino de Portalegre não é o mesmo de Castelo Branco, quando o mesmo já se apresentou em Portalegre e já nomeou a Juíza Coordenadora que o representa. Gonçalo Veiga (discussão) 17h40min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)
Eu não preciso de procurar nem provar coisa nenhuma, era você quem queria alterar a informação. Já removi esse nome que você tinha indevidamente colocado no artigo, usando o mesmo estratagema pelo qual foi recentemente punido (mas como se vê, sem grande efeito), a colocação de uma fonte vagamente relacionada, mas que não prova nada do que afirma, a ver se a coisa passa. E se você se atrever a voltar a colocar isso no artigo sem colocar uma fonte que realmente confirme essa informação, ou voltar a fazer a mesma coisa noutros artigos, pode ter a certeza que abro nova discussão de bloqueio com vista a estender e agravar a restrição que já tem.--- Darwin Ahoy! 18h48min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)

Não que eu lhe deseje mal, que não desejo a ninguém, mas essa sua arrogância e agressividade a manterem-se provavelmente um dia voltar-se-ão contra si próprio. Adeus. Gonçalo Veiga (discussão) 22h11min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)

Dúvida[editar código-fonte]

Antes de qualquer coisa, respeito ambos os editores, tanto o Darwin quanto o Gonçalo Veiga. Tenho apenas uma dúvida, antes de colocar tudo na balança. A dúvida é: houve o uso de alguma ferramenta administrativa (bloqueio, proteção, apagamento, etc.) em algum momento durante esse episódio da inclusão de informações falsas? Grato. JSSX diga 17h07min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)

Que eu saiba não, JSSX, creio que isso está claro no enunciado que o Lord Mota escreveu. Trata-se, sim, de infracção contumaz e costumeira das regras mais básicas deste projecto, nomeadamente do que é descrito na política de bloqueio como vandalismo destrutivo, que este editor vem praticando subrepticiamente desde pelo menos 2009. O que já seria, como bem assinalado no enunciado, condição suficiente para impedir o acesso do editor ao estatuto que exige menos requisitos, o de autorevisor, quanto mais ao de administrador.--- Darwin Ahoy! 17h18min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)
Não questiono a abertura do pedido. Os motivos são realmente válidos. No entanto ainda vou acompanhar as opiniões para decidir se vale a pena uma segunda chance ou não. Grato pela resposta. JSSX diga 17h22min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)
Não, nunca abusei ou dei uso indevido a qualquer ferramenta administrativa, nem tal coisa foi alegada por qualquer editor. Gonçalo Veiga (discussão) 17h40min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)

Renúncia[editar código-fonte]

No fundo não matei, não violei, não roubei. Terei feito assim tanto mal ao projecto para ter um tratamento tão gravoso? Embora tendo cometido erros, que assumo, acredito que não. Mas isso agora pouco importa. O desânimo é grande e não tenho qualquer apego a estatutos, pois se editei na Wikipédia mais de 7 anos antes de pedir as ferramentas de reversor e quase 8 anos antes de pedir as de administrador na verdade não preciso delas para ser feliz. Considerando também que as minha disponibilidade agora se tornou substancialmente menor tampouco faz muito sentido a minha dedicação às tarefas administrativas quando o retorno é tão negativo. Tudo visto renunciarei ao estatuto de administrador. Gonçalo Veiga (discussão) 22h11min de 28 de fevereiro de 2016 (UTC)

Irei pensar melhor acerca da decisão acima. Gonçalo Veiga (discussão) 05h34min de 29 de fevereiro de 2016 (UTC)

Pois muitas graças a Deus que não matou e não violou - porque roubar, você roubou sim, todos os seus carregamentos no Commons foram roubos do alheio que fez passar por coisa sua - mas falsificou, trapaceou, mentiu e enganou durante sete anos neste projecto, de forma deliberada, despudorada e sem escrúpulos. E, pelo que fez ontem em Comarca de Portalegre, parece continuar bem disposto a fazer o mesmo, sem reconhecer nem se arrepender do destroço que deu aqui. Se a comunidade revalidar você, que nem condição para autorrevisor tem, como administrador, problema dela. O certo é que não poderá voltar a fazer aqui impunemente os seus truques e trapaças como antigamente.--- Darwin Ahoy! 06h47min de 29 de fevereiro de 2016 (UTC)

Aviso a prevenir quais os artigos que podem conter falsidades.[editar código-fonte]

Dado que temos conhecimento que o Gonçalo Veiga introduziu falsa informação em artigos, é nossa obrigação prevenir os leitores para o facto. @Gonçalo, seria óptimo, apesar das suas limitações de tempo, que desse uma ajuda nisto, pois que para tal a sua contribuição é decisiva. Senão ainda eventualmente seremos obrigados a fazer tal aviso aos leitores em todos os artigos de títulos nobiliárquicos onde tenha introduzido texto. Jorge alo (discussão) 03h40min de 29 de fevereiro de 2016 (UTC)

Dadas as descobertas do Darwinius andei procurando e acho que já encontrei alguns suspeitos. Estes 3 parecem NPI:
Nestes há muitas fontes não verificáveis e poucos condecorados.

Ixocactus, na lista de vencedores faltou acrescentar fontes mas nada tem de pesquisa inédita e pela internet facilmente se sabe quem ganhou títulos nas ligas europeias em cada época, a lista de espécies sempre teve fontes, falta é acrescentar mais, já no centro de recuperação do lobo ibérico não editei esse artigo e nas medalhas civis as leis são verificáveis no Diário da República Eletrónico, acho que não há uma fonte mais fiável que a própria legislação de um país para referenciar um artigo. Gonçalo Veiga (discussão) 17h49min de 29 de fevereiro de 2016 (UTC)

As edições mais problemáticas do Gonçalo Veiga que tenho detectado são, de um modo geral, relacionadas à nobreza, especialmente a titular e de pendor dito miguelista, assim como aos pretendentes à coroa portuguesa. Por exemplo, tenho notado que o editor usou e abusou de uma obra, "Nobreza de Portugal e do Brasil", que ela própria merece alguma precaução, pois sendo uma obra assumidamente de cunho dito miguelista, trata consistentemente a nobreza no exílio após a Guerra Civil como se fosse nobreza titular - embora, e em abono dessa obra, e ao contrário do que o Veiga tem abusivamente colocado nos artigos com essa referenciação, ela própria deixa sempre claro que esses títulos não tinham qualquer reconhecimento oficial.
Outro estratagema foi a utilização de supostos materiais internos de uma associação privada portuguesa, o Conselho de Nobreza e do seu sucessor, a que o Veiga supostamente teria acesso privilegiado, para fundamentar supostos títulos actuais (ditos "de fantasia"), que depois alegava serem válidos e verdadeiros perante o Estado Português. Todas essas edições devem ser sumariamente removidas dos artigos, por não serem verificáveis.
De um modo geral, qualquer conteúdo acrescentado pelo Veiga não é de confiança nem vale por si próprio e, caso não possa ser verificado facilmente, deve ser removido. E isto mesmo que esse conteúdo tenha fontes, dado o hábito que este editor tem de falsifica-las para providenciar uma fiabilidade fictícia às suas edições, especialmente quando contestadas.--- Darwin Ahoy! 08h59min de 29 de fevereiro de 2016 (UTC)
@Darwin, há falsificações respeitantes a pessoas vivas, aos seus pais e seus avós? E estas são em que proporção no total identificado? Jorge alo (discussão) 20h12min de 29 de fevereiro de 2016 (UTC)
@Jorge alo: Existe uma série de informação fantasiosa que foi sendo acrescentada ao longo dos anos relacionada aos chamados "títulos de fantasia" em biografias de pessoas vivas, que são apresentados como se fossem reais. Na maioria das situações estes são até meramente presumidos, na mais pura pesquisa inédita, por vezes "fudamentada" com os tais boletins do Conselho de Nobreza que não se encontram em lado nenhum. Isto é o que me lembro, mas não sei que peso tem no total. Eu já tenho corrigido uma série dessas situações, mas de certeza que ainda há muito aí para fazer (nem tudo culpa do Gonçalo Veiga, claro, ele foi apenas um dos que andaram a colocar aqui esse tipo de coisa).--- Darwin Ahoy! 21h12min de 29 de fevereiro de 2016 (UTC)
@Darwin, que probabilidade há, a seu ver, disto eventualmente haver sido acompanhado de burlas na vida real a essas pessoas? A título de exemplo, alguém vir queixar-se: venderam-me uma carta de armas, dizendo-me que o meu título era real e efectivo, etc., etc., tal como está na Wikipédia. É esta uma hipótese muito remota, e que portanto não deve ser neste caso levantada, pois que não tem fundamento? Depois, e no nosso campo material prático, quanto trabalho de correcção isto nos deu e nos vai dar, e quantos bloqueios nos deu? Jorge alo (discussão) 07h46min de 1 de março de 2016 (UTC)

────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────────@Jorge alo: Eu não sei responder à sua pergunta. Eu lembro-me que nos anos 1990 tinha colegas de faculdade que foram várias vezes assediados por esse Conselho de Nobreza para comprarem títulos (sobretudo de visconde e barão) que tinham sido dos antepassados. Os títulos eram realmente vendidos como se fossem legítimos, embora qualquer pessoa informada suspeitasse que isso não podia ser assim numa República, além do que hoje sei, que a esmagadora maioria desses títulos foram dados em vida, e como tal não têm qualquer representação actual. Aquilo era de facto um embuste, mas também, na verdade, só caia quem queria. Sobre o actual Instituto da Nobreza, quase nada sei, apenas que não tem sede real conhecida (a morada do Palácio dos Marqueses de Fronteira é apenas no papel, nada funciona lá de facto, apenas reencaminham a correspondência para uma pessoa chamada Isabel Simões, segundo informação que obtive no Palácio.) Penso que é muito possível, e até muito provável, que exista uma forte relação entre a venda destes títulos fictícios e uma série de adulterações e falsificações que têm surgido neste projecto, querendo-os fazer passar por títulos reais. E isto não apenas para o caso dos títulos supostamente tutelados pelo Duarte Pio, mas também para supostos títulos atribuídos por outros pretendentes. Mas de modo algum iria tão longe ao ponto de acusar o Gonçalo Veiga de estar envolvido num esquema desses sem alguma prova em concreto, isto são apenas evidências circunstanciais.--- Darwin Ahoy! 12h17min de 1 de março de 2016 (UTC)

Okay, estou esclarecido, e só lhe perguntei isto porque é a pessoa aqui que conhece o caso mais a fundo. E quanto ao trabalho de correcção e bloqueios? Já sei que neste tipo de informação falsa o Gonçalo não é o único, mas no entanto gostaria de saber duas coisas: 1-foi frequente o bloqueio de outros wikipedistas em conflitos a propósito de materiais falsos por ele introduzidos? E há algum verbete em que ele tivesse respeitado a informação de que os títulos nobiliárquicos não são válidos em Portugal? (a não ser que sejam estrangeiros) Por exemplo, eu lembro-me que deixei uma nota no verbete «Duarte Pio de Bragança», uma nota com o próprio extracto de texto de Joel Serrão, no DHP, a afirmá-lo. Dado que me diz que o Gonçalo interveio no verbete, ele respeitou ou não essa nota? Jorge alo (discussão) 16h16min de 1 de março de 2016 (UTC)
Não, Jorge alo, que eu saiba não respeitou, pelo menos por vontade própria. Até ser desmascarado continuou continuadamente a colocar esses títulos como se fossem verdadeiros e reconhecidos pelo Estado Português, inclusive usando como fonte para isso uma sentença do Supremo de Agosto de 2015 sobre aquele caso dos vinhos "Conde de Oeiras" em que entre as alegações de uma das partes (creio que a ré) há uma menção ao Instituto da Nobreza, mas sem qualquer valor nem reconhecimento pelo tribunal.
Quanto aos conflitos do Gonçalo Veiga, como sabe eu estive um pouco afastado deste projecto entre 2012 e 2015, mas até 2011 creio que ele apenas tinha chocado contra o Anjo-Sozinho (que apoia um pretendente rival) e comigo, na questão do Dom (título), que foi onde primeiro detectei o hábito da falsificação de fontes (e o conflito foi exactamente e exclusivamente por essa razão).--- Darwin Ahoy! 22h38min de 1 de março de 2016 (UTC)
Okay, ainda bem se houve poucos conflitos. Quanto ao não respeitar da informação fiável e verificável contrária às suas "crenças", não sei se estamos aqui ou não perante a criação objectiva de potenciais instrumentos de burla (atenção, estou a falar de meros potenciais meios para um fim, e não da prática efectiva de burlas), pelo que vou ter de perguntar no mundo real, e a título particular, a quem sabe. Em princípio e em geral, dado que a ignorância da lei não releva, é como você diz, «só cai quem quer», e há a lei e vários acórdãos do Supremo a dizer que os títulos não são válidos, porém se houver o fabrico de "ferramentas" potenciando o específico fim de enganar outro, por parte de alguém, não sei se isso já configurará ou não uma situação passível de ser abrangida pela legislação sobre fraude. E mais uma pergunta, e é a última, o argumento que muitos dos wikipedistas que estão a votar contra dão, "arrependeu-se e, portanto, dê-se-lhe uma segunda oportunidade", a seu ver é um equívoco ou não? Jorge alo (discussão) 11h20min de 2 de março de 2016 (UTC)
@Jorge alo: Pois se ele não reconheceu sequer as falsificações e as mentiras que deu (com a excepção de uma única mentira, ela própria parte de uma sequência autónoma de mentiras e falsificações, que inclui até um email forjado pelo Veiga abusando e difamando o bom nome de terceiro), como pode ter-se arrependido de alguma coisa? Aliás, o comportamento dele em Comarca de Portalegre horas antes desta votação começar, tentando impor um nome nesse artigo usando uma fonte que não referia esse nome em lado nenhum, mostra bem o quanto esse arrependimento vale.--- Darwin Ahoy! 13h56min de 2 de março de 2016 (UTC)
Prontos, Darwin, acho que vou começar a minha intervenção no domínio principal pelas contribuições do Gonçalo Veiga desde 2009. Depois falo consigo para ver o que é consensual eliminar dos artigos, daquilo de que há fontes f.s e v.s para ser incluído, etc. E vou ver se esclareço a minha dúvida quanto aos potenciais elementos para hipotética fraude, a título particular, ainda esta semana, com aquela minha velha amiga do ministério público de que lhe falei. Talvez não fosse mau, para os que estão a votar contra o pedido, de modo a estarem plenamente informados, ler esta secção da discussão. Seria de lhes chamar, de alguma maneira, a atenção para isso (e para o restante desta página de discussão). Jorge alo (discussão) 14h49min de 2 de março de 2016 (UTC)

Autorrevisor (autoreviewer)[editar código-fonte]

Citação: MachoCarioca escreveu: «No caso em questão o editor deveria sofrer um bloqueio por tempo determinado, com todas suas ferramentas retiradas e não desysopado, são coisas muito diferentes.» Citação: MachoCarioca escreveu: «Diante do ocorrido e comprovado, o editor deveria era ter perdido no ato da comprovação das falsificações o estatuto de autorrevisor, faz mais sentido»

  • Os privilégios validate (marcar edições como de "qualidade"), review (marcar edições como tendo sido "verificadas") e autopatrol (ter edições automaticamente marcadas como patrulhadas) do grupo autorrevisor fazem parte do toolkit dos administradores. Não é possível remover um privilégio de um usuário que esteja associado ao seu grupo sem removê-lo deste grupo. RadiX 14h55min de 29 de fevereiro de 2016 (UTC)
A solução entao me parece ser o bloqueio de edição e não essa, que nada tem a ver com o ato. MachoCarioca oi 19h51min de 1 de março de 2016 (UTC)
@MachoCarioca: qual solução não tem a ver com o ato? RadiX 13h58min de 2 de março de 2016 (UTC)
Ruy Pugliesi (Radix é o cacete) A solução aqui é impedi-lo de editar por tempo determinado, retirar o estatuto de adm não tem nada a ver com o peixe, ora bolas.. Por sinal essa votação tá bem mixa, quase ninguém se dignou a votar seja lá no que for, será q isso quer dizer algo? MachoCarioca oi 14h08min de 2 de março de 2016 (UTC)
@MachoCarioca: você esta querendo dizer um filtro de edições? Exemplo: impedido de editar em artigos sobre titulo de nobreza? Mvictor Fale 14h14min de 2 de março de 2016 (UTC)

Alguma coisa neste genero ,colega. Mas segundo o Darwin levantou, essa coisa dele meter informações falsas nao se limita só a isso, então creio que o ideal seria um bloqueio temporario em tudo mesmo. MachoCarioca oi 14h16min de 2 de março de 2016 (UTC)

@MachoCarioca: que sentido faria manter, por esta lógica, manter alguém bloqueado por infração à política de edição, mas com acesso a ferramentas administrativas que não poderia usar? RadiX 14h20min de 2 de março de 2016 (UTC)
Ruy Pugliesi (Radix é o cacete) Que sentido faria retirar ferramentas que não tem nada a ver com a violação feita por ele? Na verdade, depois de cumprir o bloqueio ele poderia voltar a usar. Toda essa historia aqui faz pouco sentido, a questão é que, não sei porque, resolveram não bloqueá-lo lá no PB, e o Mota acabou resolvendo fazer algo pra não ficar tudo por isso mesmo e abriu isso aqui, q também não faz sentido. Eu proponho fechar isso e abrir outro pedido de bloqueio pra ele. Vão tirar a ferramente dele e muda o quê, se ele fizer de novo? "Ah, agora ele não é mais adm, vou bloqueá-lo". Uai, e não podia ser bloqueado sendo adm? Não resolve nada. Ele não precisa da ferramenta pra isso, ele não a usa pra proteger o que faz. É um dilema moral complicado, pois se ele não agiu da melhor maneira ética com relação a estas fontes, tambem não agiu da pior maneira ética usando a condição de sysop pra avacalhar a moral restante, feito uns e outros ai fazem. MachoCarioca oi 14h27min de 2 de março de 2016 (UTC)
@MachoCarioca: se você acredita que o usuário deve sofrer um bloqueio, então certamente concorda que as edições dele devem ser monitoradas. Para que as edições sejam monitoradas, estas não podem ser autopatrulhadas. Todo administrador tem as suas edições marcadas como autopatrulhadas, por padrão. Isto faz parte do conjunto de ferramentas administrativas. RadiX 14h53min de 2 de março de 2016 (UTC)
Não, eu acredito q ele deva sofrer um bloqueio, cumprir e depois ser liberado com seus estatutos mantidos. O problema é que para retirar-lhe o estatuto de autorrevisor (eu achava q podia ser retirado só esse) querem lhe tirar tudo em volta, o que não faz sentido porque ele não infringiu nada para isso, no sentido de usar suas ferramentas ou sua condição de sysop pra proteger algo criado fraudulentamente por ele ou intimidar alguém, seja por palavras ou atos. É isso. MachoCarioca oi 14h56min de 2 de março de 2016 (UTC)
Porém também não faz mal um pouco considerar a alegoria do Cristo e do Barrabás. Com muita estima sincera, Jorge alo (discussão) 20h39min de 1 de março de 2016 (UTC)

Não é óbvio que os acessos de autorrevisor já estão inclusos no grupo dos administradores? Achava que autorrevisores têm mais acesso do que administradores? Ele não tem confiança para editar, mas tem confiança para administrar? Olha as coisas que se discutem na Wikipédia em português....—Teles«fale comigo» 23h35min de 3 de março de 2016 (UTC)

Sim, ele tem confiança para administrar porque nao usou o estatuto de adm para impor nada ou fazer nada errado. MachoCarioca oi 17h39min de 4 de março de 2016 (UTC)
O estatuto de sysop tem tudo a ver com a infração feita pelo editor. Um sysop deve conhecer bem a política de bloqueio. Se Gonçalo Veiga a conhecia a ponto de ganhar a confiança da comunidade para se tornar administrador, ele sabia muito bem que a inserção de informações falsas em artigos é vandalismo destrutivo. Como ele aplicará a política de bloqueio nos casos de vandalismos destrutivos daqui para a frente se ele próprio fez isso enquanto já era administrador? Para mim, o fato de ser editor experiente e administrador são agravantes, e não atenuantes, do vandalismo realizado. Deveríamos ter aplicado penalidade maior do que a devida a outros editores. Não consigo compreender por que somos mais severos com usuários que acabam de chegar aqui e não conhecem nossas regras do que com aqueles que as conhecem de trás para frente e as violam deliberadamente. CasteloBrancomsg 17h37min de 4 de março de 2016 (UTC)