55 Days at Peking

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
55 dias em Pequim
55 Days at Peking (USA)
 Estados Unidos
1963 • cor • 154 min 
Direção Nicholas Ray
Roteiro Bernard Gordon
Elenco Charlton Heston
Ava Gardner
David Niven
Flora Robson
Leo Genn
Género drama
Idioma inglês
Página no IMDb (em inglês)

55 dias em Pequim é um filme estadunidense, dirigido por Nicholas Ray, que tem por tema a Revolta dos Boxers e a conseqüente partilha da China entre as potências capitalistas, no início do Século XX.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Na China de 1900, submetida à voragem das potências colonialistas, o bairro onde se localizam as embaixadas estrangeiras é atacado pelos boxers - guerrilheiros nacionalistas (como forte acento xenófobo) - que lutam contra os dominadores estrangeiros, com o apoio (oficioso) da imperatriz Tzu-Hsi.

O ataque serve de pretexto para que o país seja invadido por um exército internacional composto por ingleses, estadunidenses, franceses, russos, alemães, japoneses e outras nacionalidades. Segue-se uma feroz repressão, com várias execuções públicas.

O filme de Nicholas Ray (que se reserva o papel de cônsul norte-americano) é uma ode às "razões do Colonialismo". Nele, os colonialistas são os heróicos defensores da Civilização, os chineses (construtores de uma cultura milenar) são um povo atrasado e inferior, e os boxers não passam de bandidos "terroristas".

O ultraconservador, Charlton Heston, está à vontade no papel de um militar estadunidense, que se apaixona por uma aristocrata russa (a bela Ava Gardner), mas a rejeita por ela ter cometido o "sacrilégio" de dormir com um chinês. Leo Genn, que foi Petrônio em "Quo Vadis", aparece caracterizado como chinês, enquanto David Niven encarna o polido embaixador britânico.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Applications-multimedia.svg A Wikipédia possui o

Ligações externas[editar | editar código-fonte]