Le tour du monde en quatre-vingts jours

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O livro conta a história de um inglês, Phileas Fogg, que tinha uma vida regrada e solitária, mas com muito dinheiro e, devido a uma aposta com seus amigos de jogo, resolve dar a volta ao mundo em 80 dias, acompanhado apenas de seu fiel empregado. Nessa viagem, viverá diversas aventuras e conhecerá vários lugares do mundo. Esta história já foi traduzida para diversas línguas e por causa dela, muitos ingleses já deram a volta ao mundo.

Embora muitos dos livros lançados tragam em suas capas a foto de um balão, não há momento algum na história em que os personagens se utilizem dele. Em certa ocasião, Phileas Fogg cogita o uso de um balão, mas a idéia fica só na imaginação.

Brasil/Portugal: A Volta ao Mundo em 80 Dias EUA: Around The World In Eighty Days

Índice

[editar] Personagens Principais

Mr. Phileas Fogg: um cavalheiro inglês rico, enigmático e fleumático, que morava em Londres. Ele tinha uma rotina inalterável: acordava 8h da manhã, fazia a barba às 9h 37min, e partia para o Reform Club para ler o jornal e jogar whist.

Jean Passepartout: criado francês recém contratado por Phileas Fogg, que o acompanha em sua volta ao mundo.

Detetive Fix: Inspetor de polícia britânico que, após ver que a descrição do autor de um assalto ao Banco da Inglaterra se enquadra com a de Phileas Fogg, vai continuar a persegui-lo por todos os países tentando capturá-lo.

Sra. Aouda (ortografia adotada na edição original): é uma jovem indiana de uma beleza muito agradável que foi salva por Phileas Fogg e por Passepartout da morte por costumes tribais. Ela segue com eles por toda a jornada.

James Forster: antigo criado de Mr. Fogg, despedido porque trouxe para a barba água em 84 graus Fahrenheit em vez de a 86

Andrew Stuart: parceiro de jogo de Mr. Fogg, com quem ele apostou que faria a volta ao mundo em oitenta dias

Gauthier Ralph: parceiro de jogo de Mr. Fogg e um dos diretores do Banco da Inglaterra

Senhor Albemarle: velho paralítico; único inglês que acreditava que Mr. Fogg conseguiria fazer a volta ao mundo em 80 dias

Francis Cromarty: general que acompanhou Mr. Fogg e Passepartout na viagem pela Índia

Capitão John Bunsby: piloto do barco Tankadère

Coronel W. Stamp Proctor: americano que tentou bater em Phileas Fogg durante um meeting em São Francisco

[editar] Enredo

Info Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo (spoilers).

Phileas Fogg é um cavalheiro inglês, um tanto quanto solitário e sereno, que mora em Londres e tem uma rotina inalterável: acorda pela manhã, faz a barba, desjejua e parte para o clube onde se encontra com os colegas todos os dias. No , Fogg almoça e vai ler os principais jornais da capital inglesa, numa rotina infalível, com a devida pontualidade britânica. À noite, reúne-se com os colegas para a tradicional partida de whist (jogo de cartas para duas duplas, ancestral do Bridge, jogo de cartas) e para comentar os assuntos do dia. À meia-noite, pontualmente, volta para casa. E assim se segue até o fatídico dia da aposta.

A aposta de Phileas Fogg
De Londres - a Suez - paquete e caminho-de-ferro 7 dias
De Suez a Bombaim - paquete 13 dias
De Bombaim a Calcutá - caminho-de-ferro 3 dias
De Calcutá a Hong Kong - paquete 13 dias
De Hong Kong a Yokohama - paquete 6 dias
De Yokohama a São Francisco - paquete 22 dias
De São Francisco a Nova Iorque - caminho-de-ferro 7 dias
Nova Iorque - Londres: paquete, caminho-de-ferro 9 dias

Total: - 80 dias

No dia 2 de Outubro de 1872, Fogg estava à mesa a jogar seu carteado com os outros membros do Reform Club, como de hábito. Eis que surge um assunto novo, acerca do roubo acontecido no Banco da Inglaterra, dias atrás. O ladrão havia levado 55 mil libras da casa bancária, e fugira sem deixar traços. Sentados à mesa, os jogadores especulam a respeito do paradeiro do ladrão. Fogg, até então quieto, comenta que o referido ladrão poderia estar em qualquer lugar do mundo, afinal este já se tornara suficientemente pequeno para que qualquer um lhe desse a volta em oitenta dias. Seus colegas dizem que tal façanha seria impossível, e que Fogg não estava levando em conta os possíveis imprevistos que tal empreitada traria consigo. Fogg não arreda o pé e, impassível, diz que ele mesmo o faria. Travam então uma aposta de 20 mil libras e Fogg decide partir no mesmo dia. Estaria de volta no dia 21 de Dezembro do mesmo ano.

Partem então ele e seu criado (um francês), que acabara de ser contratado e, atônito, seguia todas as orientações de seu amo. Pegam um trem para o sul da Europa, e de lá, um vapor para Suez, na África. No seu encalço, entretanto, segue um detective inglês, convicto de que havia sido ele quem roubara o banco londrino! O detective Fix segue Fogg e seu criado Passepartout até Suez, possessão inglesa, à espera de um mandado de prisão de Phileas Fogg, para garantir uma recompensa oferecida pela polícia inglesa. O mandado não chega e Fix é obrigado a segui-los até que consiga a ordem de prisão. Fogg e Passepartout pegam outro navio em Suez com destino a Bombaim, cidade na costa oeste da Índia. Fix continua a segui-los de perto, crente de que fora Fogg quem roubara aquele banco.

Já em Bombaim, os dois pegam um trem para Calcutá, na costa leste indiana. Surge um imprevisto, porém, visto que a ferrovia não estava acabada! Tiveram que descer na metade do caminho e improvisar um segundo meio de transporte até chegar ao outro ponto da rede, onde haveria outro trem. Fogg, um homem mais que remediado, compra para si um elefante, e seguem viagem, pois além do dinheiro da aposta, o que mais assusta Fogg é não honrar sua palavra ao dizer que daria a volta ao mundo em oitenta dias! Um guia é contratado para levá-los selva adentro até alcançarem a outra parte da ferrovia, e no caminho, presenciam um estranho ritual nativo que lhes dão calafrios: uma bela mulher era carregada para ser queimada viva junto ao corpo de seu viúvo, e isso não podiam aceitar! Fogg, que estava algumas horas adiantadas no seu intento, decide dar meia volta e resgatar a moça. Seu criado, Passepartout, entrementes, desenvolve um afeto profundo pelo seu amo, algo que irá perdurar até o fim da história.Conseguem resgatar a moça, graças à coragem de Passepartout, que se passara pelo morto viúvo e, ao levantar de seu leito fúnebre com a donzela nos braços, provocara arrepios nos que assistiam à cerimônia e consegue fugir.

Passepartout salva Aouda

Chegam por fim a Calcutá, os dois e a resgatada, tão inglesa quanto o senhor Fogg, e que lhes jura a mais eterna gratidão. De lá parte para Hong Kong em um navio, ainda seguidos por Fix, ansioso em pega-los. Em Hong Kong, Fix decide contar a razão de estar os seguindo para Passepartout, que não acredita em uma só palavra do detective. Este está tramando atrasar a viagem daqueles para que o mandado de prisão finalmente chegue e ele os consiga prender. Fix deixa Passepartout inebriado depois de uma ida a um bar da cidade, e seu amo Fogg acaba por perder o navio que os levaria a Yokohama, no Japão. Passepartout, desorientado, embarca para Yokohama, mas deixa seu amo para trás. Fogg não se faz de vencido e aluga um barco para levar ele, a senhorita Aouda (a donzela resgatada) e Fix (o qual pensa ser um amigo) para o porto de Xangai, na China. Lá, conseguem pegar um outro navio para Yokohama e seguir viagem para São Francisco, EUA.

Em território estadunidense, já não há como o detetive prender Fogg, já que se encontram fora de área sob jurisdição inglesa, e portanto Passepartout permite que este continue a viagem com os três, sem contar nada a seu amo. Em São Francisco os quatro pegam um trem para Nova Iorque, na recém-inaugurada ferrovia que corta os EUA de oeste a leste. No meio do caminho um bando de índios Sioux ataca o trem e leva Passepartout como refém. Seu dedicado amo não pensa duas vezes ao ir resgata-lo e prosseguir viagem. Chegam atrasados a Nova Iorque, tendo perdido o navio que partira de lá para Liverpool, mas Fogg consegue alugar um navio que os levaria até a costa inglesa. Quando chegam ao Reino Unido, ainda em tempo de Fogg ganhar a aposta, Fix dá ordem de prisão a Phileas Fogg, e leva-o para a prisão.

O trajeto

Descobre-se que o verdadeiro ladrão já havia sido preso há três dias, e após algumas horas Fogg é solto. Partem em correria os três, Fogg, Passepartout e Aouda para Londres, mas chegam cinco minutos atrasados e nem passam pela frente do clube. Fogg, no outro dia, profundamente abatido, vai conversar com Aouda, e ela acaba pedindo-o em casamento. Marcam a cerimônia para o dia seguinte, e acabam descobrindo que ainda havia tempo para ganhar a aposta! Ao contornar o mundo indo sempre para leste, Fogg havia ganhado um dia de vantagem, o que não havia notado! Seus colegas ainda o esperavam no salão no Reform Club no horário combinado, quando Phileas Fogg chega, faltando poucos segundos, e ganha a aposta!

[editar] Sugestões

[editar] Resumo

O livro “A Volta ao Mundo em 80 Dias” conta a história de um inglês bem-educado, culto e rico chamado Phileas Fogg. No início do livro, o Sr. Fogg recebe em sua casa o seu novo criado particular, o francês Passepartout. Nesse mesmo dia, enquanto jogava whist com outros membros do Reform Club e discutiam o recente assalto ao Banco de Inglaterra, Fogg afirmou que seria possível ao ladrão em fuga dar a volta ao mundo em em oitenta dias. Esta afirmação causou uma acesa discussão entre os jogadores que acabam por fazer uma aposta com Phileas Fogg: Stuart, Fallentin, Sullivan, Flanagan e Ralph apostaram quatro mil libras contra vinte mil libras de Fogg em como este não conseguiria dar a volta ao mundo em oitenta dias. Feita a aposta, Phileas partiria nessa mesma noite, dia 2 de Outubro, e regressaria a Londres dia 21 de Dezembro, quando faltassem exactamente quinze minutos para as nove da noite. E foi assim que, acompanhado pelo jovem Passepartout, o nosso herói iniciou uma grande aventura. Após ter ultrapassado Paris, Turim e Brindisi, foi em Suez que Fogg se tornou suspeito do teimoso detective da Scotland Yard, Sr. Fix, que encontrou várias semelhanças entre o Phileas e o assaltante do Banco de Inglaterra. O detective imediatamente pediu um mandado de captura para Londres. A partir daqui, Phileas Fogg foi permanentemente perseguido pelo detective Fix. Os dois companheiros seguem viagem desde o Egipto à Índia, depois a China, o Japão, os Estados Unidos e, finalmente regressam a Inglaterra. Na sua jornada usam diferentes meios de transporte da época - vapores, comboios, carruagens , e até mesmo um elefante. São também várias as personagens com quem se cruzam e criam amizade. É o caso de Aouda, uma bela indiana que é salva pelos nossos heróis e dois novos amigos, Sir Francis e um jovem persa, de ser sacrificada. Os sentimentos entre Fogg e Aouda vão crescendo ao longo da viagem. Desconhecendo que o verdadeiro assaltante do Banco de Inglaterra, um certo James Strand, fora preso a 17 de Dezembro em Edimburgo, o detective Fix prende Fogg quando este chega ao cais deLiverpool. Este acontecimento acaba por atrasar o nosso herói que, após ter sido libertado, ter esmurrado o nariz do detective e ter apanhado um comboio especial para Londres, acaba por verificar que perdera a aposta por cinco minutos. Seguiu para casa com Aouda e Passepartout. No dia seguinte, Passepartout dirige-se ao Reverendo Samuel Wilson para marcar o casamento de Fogg e Aouda. É então que descobre que era Sábado e não Domingo, logo não tinham perdido a aposta. Como a viagem fora feita sempre em direcção a Oriente, isto é, contra o sol, os dias diminuiram tantas vezes que acabaram por ganhar um dia. Fogg reclama a sua vitória e assim termina o livro

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