Amaranto (corante)

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Amaranto (corante)
Alerta sobre risco à saúde
Amaranth new.png
Amaranth Na-Salz.svg
Nome IUPAC trisodium (4E)-3-oxo-4-[(4-
sulfonato-1-
naphthyl)hydrazono]naphthalene-
2,7-disulfonate
Outros nomes FD&C Red No. 2,
E123,
C.I. Food Red 9,
Acid Red 27,
Azorubin S,
C.I. 16185
Identificadores
Número CAS 915-67-3
PubChem 6093196
ChemSpider 21169821
SMILES
Propriedades
Fórmula molecular C20H11N2Na3O10S3
Massa molar 604.47305
Aparência Sólido vermelho escuro
Ponto de fusão

120 °C (decompõe-se)

Riscos associados
Frases R R36/37/38
Frases S S36/37/39
Compostos relacionados
Azocompostos e ácidos sulfônicos relacionados Amarelo crepúsculo (sem um dos grupos sulfonato de sódio)
Ponceau 4R (isômero)
Azul de hidroxinaftol (mais uma hidroxila)
Exceto onde denotado, os dados referem-se a
materiais sob condições normais de temperatura e pressão

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Amaranto, Vermelho FD&C No. 2, E123, C.I. Vermelho para Alimentos 9, Vermelho Ácido 27, Azorubina S ou C.I. 16185, chamado comercialmente no Brasil como Vermelho Amaranto, é um corante azo vermelho escuro a púrpura que foi usado como corante alimentício e para colorir cosméticos, mas desde 1976 foi banido dos Estados Unidos pela Food and Drug Administration (FDA) como uma substância suspeita de ser um carcinógeno.[1] Usualmente é comercializado como um sal trissódico. Possui a aparência de um pó castanho avermelhado, vermelho escuro a púrpura, solúvel em água que decompõe-se a 120 °C sem fundir-se. Sua solução aquosa tem absorção máxima a aproximadamente 520 nm.[2] Amaranto é um corante aniônico. Pode ser aplicado a fibras naturais e sintéticas, couro, papel e resinas fenol-formaldeído. Como um aditivo alimentar tem número E E123. Como todos os corantes azóicos, amaranto foi, durante a metade do século XX, obtido a partir do alcatrão da hulha; modernos produtos sintéticos são mais facilmente produzidos de subprodutos do petróleo.[3] [4] O uso de Amarano ainda é legal em alguns países, notavelmente no Reino Unido, onde é mais comumente usado para dar ao glacê de cerejas sua cor característica. Seu nome foi tirado do grão de amaranto, uma planta que distingue-se pela sua cor vermelha e sementes comestíveis ricas em proteínas.

História[editar | editar código-fonte]

Após um incidente em 1954 envolvendo Laranja Número 1 FD&C,[5] [6] o FDA retestou corantes limentícios. Em 1960 o FDA produziu jurisdição sobre aditivos corantes, limitando as quantidades que poderiam ser adicionadas a alimentos e obrigando os produtores de alimentos coloridos a garantir a segurança e rotulagem adequada da adiçõ usada de corantes. A permissão para usar aditivos alimentares foi dada em caráter provisório, o que pode ser retirado no caso de surgirem questões de segurança.[6] A FDA concedeu um grau "generally recognized as safe" (GRAS, genericamente reconhecido como seguro) provisiório a substâncias já em uso, e estendeu o status provisório do Vermelho No. 2 por 14 vezes.

Em 1971 um estudo russo relacionou o corante o câncer.[6] Em 1976 mais de 450 toneladas do corante no valor de US$ 5 milhões foi usado em US$ 10 bilhões em alimentos, drogas e cosméticos.[7]


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Referências

  1. "The following color additives are not authorized for use in food products in the United States: (1) Amaranth (C.I. 16185, EEC No. E123, formerly certifiable as FD&C red No. 2);" FDA/CFSAN Food Compliance Program: Domestic Food Safety Program
  2. Druglead
  3. Amaranth E123
  4. Craftsman Style
  5. Google Books News
  6. a b c Stanley T. Omaye. Food and nutritional toxicology. [S.l.: s.n.].
  7. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas time