Anita Malfatti

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Anita Malfatti
Retrato de Anita Malfatti aos 23 anos em 1912.
Nascimento 2 de dezembro de 1889
São Paulo, SP
Morte 6 de novembro de 1964 (74 anos)
São Paulo, SP
Nacionalidade  Brasil
Ocupação Pintora, professora
Movimento estético Modernismo brasileiro Expressionismo

Anita Catarina Malfatti (São Paulo, 2 de dezembro de 1889 — São Paulo, 6 de novembro de 1964) foi uma pintora, desenhista, gravadora e professora brasileira.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filha do engenheiro italiano Samuele Malfatti e de mãe norte-americana Betty Krug[1] , Anita Malfatti nasceu no ano de 1889, apenas 17 dias depois de proclamada a República, na cidade de São Paulo.[2] Quinta filha do casal, nasceu com atrofia no braço e na mão direita. Aos três anos de idade foi levada pelos pais à cidade de Lucca, na Itália, na esperança de corrigir o defeito congênito. Os resultados do tratamento médico não foram animadores e Anita teve que carregar essa deficiência pelo resto da sua vida. Voltando ao Brasil, teve a sua disposição Miss Browne, que a ajudou no desenvolvimento do uso da escrita e no aprendizado do desenho com a mão esquerda. Essa Miss Browne deve ter sido a educadora norte-americana Márcia P. Browne que assessorou Caetano de Campos na reforma que empreendeu no ensino primário e normal em São Paulo, nos primórdios da República. Miss Browne organizou e foi a primeira diretora da Escola Modelo anexa à Escola Normal [3] .

Iniciou seus estudos em 1897 no Externato São José de freiras católicas, situado na rua da Glória. Aí foi alfabetizada e, como boa aluna, ganhou as primeiras medalhas. Posteriormente passa a estudar em escolas protestantes: na Escola Americana, em 1903, e pouco depois no Mackenzie College onde, em 1906, recebe o diploma de normalista.

Surge a pintora[editar | editar código-fonte]

Nesse meio tempo morreu Samuele Malfatti, esteio moral e financeiro da família. Sem recursos para o sustento dos filhos, D. Betty passa a dar aulas particulares de idiomas e também de desenho e pintura.[4] Chegou a submeter-se à orientação do pintor Carlo de Servi para com mais segurança ensinar suas discípulas. Anita acompanhava as aulas e nelas tomava parte. Foi portanto sua própria mãe quem lhe ensinou os rudimentos das artes plásticas.

Na Alemanha[editar | editar código-fonte]

Anita pretendia estudar em Paris, mas sem a ajuda do pai parecia impossível, tendo em vista que sua avó vivia entrevada numa cama e sua mãe passava o dia dando aulas de pintura e de idiomas.

Anita tinha umas amigas, as irmãs Shalders, que estavam prestes a viajar à Europa para estudar música. Assim surgiu a ideia de acompanhá-las à Alemanha e seu tio e padrinho, o engenheiro Jorge Krug, aceitou financiar a viagem.

Anita e as Shalders chegaram a Berlim em 1910, ano marcante na história da Arte Moderna alemã. Berlim era então o grande centro musical da Europa. Acompanhando suas amigas às aulas no centro musical, ali recebeu a sugestão para estudar no ateliê do artista pintor Fritz Burger.

Fritz Burger era um retratista que dominava a técnica pontilhista ou divisionista. Foi o primeiro mestre de Anita. Nessa época ela ingressou na Academia de Belas Artes de Berlim.

Durante as férias de verão, Anita e as amigas foram às montanhas de Harz, em Treseburg, região frequentada por pintores. Continuando sua viagem, visitou a 4° Sonderbund, uma exposição que aconteceu em Colônia na Alemanha, na qual conheceu trabalhos de pintores modernos, incluindo-se o tão admirado Van Gogh.

Teve aulas também com Lovis Corinth nome bem mais conhecido do que seu primeiro mestre. Corinth, um tipo bem germânico, não tinha a menor paciência com seus alunos. Mas com Anita era diferente. Talvez porque se identificasse com ela. Alguns anos antes sofrera um acidente vascular cerebral (AVC) que, como sequela, tal como a aluna, lhe deixara alguma dificuldade motora na mão direita.

Anita estava cada vez mais interessada pela pintura expressionista, desejava aprender sua técnica. Em 1913, inicia aulas com o professor Ernest Bischoff Culm da mesma escola de Corinth.

Com a instabilidade política e social causada por uma guerra que se mostrava iminente, Anita Malfatti resolve deixar Berlim, antes passando por Paris.

Primeira exposição individual - 1914[editar | editar código-fonte]

São Paulo, 1914, Anita tinha 24 anos e, depois de quatro anos de estudo na Europa, finalmente voltava para o seio familiar. A cidade crescia, mas o ambiente artístico ainda era incipiente, o gosto predominante ainda era pela arte acadêmica. Ao mostrar suas obras - nada acadêmicas - Anita tentava explicar os avanços da arte na Europa, onde os jovens haviam levado às últimas consequências as conquistas vindas do impressionismo.

Anita ainda continuava firme no desejo de partir mais uma vez em viagem de estudos. Sem condições financeiras, tentou pleitear uma bolsa junto ao Pensionato Artístico do Estado de São Paulo. Por essa razão, montou no dia 23 de maio de 1914, uma exposição com obras de sua autoria, exposição essa que ficou aberta até meados de junho.

O senador José de Freitas Valle foi visitar essa exposição. Dependia dele a concessão da bolsa. Mas o influente político não gostou das obras de Anita, chegando a criticá-las publicamente. Entretanto, independentemente da opinião do senador, a bolsa não seria concedida. Notícias do iminente início da guerra na Europa, fizeram com que o Pensionato as cancelasse. Foi aí que, mais uma vez, financiada pelo tio, o engenheiro e arquiteto Jorge Krug, Anita embarca para os Estados Unidos.

Nos EUA[editar | editar código-fonte]

No início de 1915, Anita Malfatti já se encontrava em Nova York e matriculada na tradicional Art Student's League. Nessa escola, Anita ia de um professor a outro na tentativa de encontrar o caminho que sonhava para seus trabalhos. Após três meses de estudos, desistiu de qualquer curso de pintura ou desenho nessa instituição por demais conservadora, reservando-a apenas para os estudos de gravura. Trazendo em sua pintura a marcas do expressionismo, dificilmente Anita conseguiria adaptar-se a uma academia de ensino tradicional. Sobre sua experiência na instituição, escreveria de forma lacônica, mas muito claramente: "Fui aos Estados Unidos, entrei numa academia para continuar meus estudos, e que desilusão! O professor foi ficando com raiva de mim, e eu dele, até que um dia, a luz brilhou de novo. Uma colega me contou na surdina que havia um professor moderno, um grande filósofo, incompreendido e que deixava os alunos pintar à vontade. Na mesma tarde procuramos e professor, claro". O tal professor da Independent School of Art, era Homer Boss, artista hoje quase esquecido pelos estudiosos da arte norte-americana.

Nas férias de verão, Homer Boss levou os alunos para pintar na costa do Maine, na ilha de Monhegan. Esse Estado litorâneo mais ao nordeste, fronteira com o Canadá, tornara-se há muito o refúgio dos artistas. Foi nessa ilha que a ainda não famosa aluna de Boss pintou, entre outras, a paisagem intitulada O farol, uma de suas obras primas. Passado o verão, Anita voltou à Independent School of Art. Em meados de 1916, preparava-se para voltar ao Brasil.

De volta ao Brasil[editar | editar código-fonte]

Em 1916, Anita se encontrava de novo em casa.

Nada daquilo que Anita trazia dos Estados Unidos, se assemelhava à "pintura suave", nada daquilo esperado e imaginado por seus amigos e parentes. Sua força masculina, que causara estranheza na sua primeira individual em 1914, atingira o ponto máximo de exagero. Anita inconscientemente, "rompera" com as regras da pintura acadêmica tão apreciada por seus parentes. A surpresa e a incompreensão foram inevitáveis. As obras que a pintora trouxe dos Estados Unidos, deixaram em sua família uma sensação tão grotesca, que o mal estar durou por anos. É fato que o assunto tornou-se "tabu" entre os membros da família.

Depois, seria mais específica, dizendo: "Ficaram desapontados e tristes. Meu tio, Dr. Jorge Krug, que tanto interesse teve na minha educação, ficou muito aborrecido. Disse ele:'Isto não é pintura, são coisas dantescas'" A expressão " coisas dantescas", ficaria para sempre gravada na mente e no coração de Anita. A incompreensão foi geral. Anita logo se deu conta do quanto suas telas, que traduziam sua alma, estavam distantes das do ambiente acadêmico que a rodeava. No mesmo depoimento de 1951, a pintora lembraria:"Então, pela primeira vez em minha vida, comecei a entristecer-me pois estava certa de que meu trabalho era bom; tanto os modernos franceses como os americanos haviam dito espontaneamente, desinteressadamente. Só desejei esconder meus quadros, já que, para me consolar, ou outros acharam que eu podia pintar como quisesse. Eles estavam desconsolados, porque me queriam bem. Entretanto eu sabia que aquela crítica não tinha fundamento, especialmente porque estava dentro de um regime completamente emocional. Eu nunca havia imitado a ninguém; só esperava com alegria que surgisse, dentro da forma e da cor aparente a mudança; eu pintava num diapasão diferente e era essa música da cor que me confortava e enriquecia minha vida." Anita Malfatti.

Segunda exposição individual - 1917[editar | editar código-fonte]

A estudante (1915-1916), de Anita Malfatti. Acervo do Museu de Arte de São Paulo.

Em 1917 Anita resolveu promover sua segunda exposição .

Após a crítica de Lobato, publicada em O Estado de S.Paulo, edição da tarde, em 20 de dezembro de 1917, com o título de A propósito da exposição Malfatti, as telas vendidas foram devolvidas, algumas quase foram destruídas a bengaladas; o artigo gerou uma verdadeira catilinária em artigos de jornais, contra Anita. A primeira voz que se levantou em defesa da pintora, ainda que timidamente, foi a de Oswald de Andrade. Pela imprensa, ele elogiou o talento de Anita e parabenizou pelo simples fato dela não ter feito cópias. Pouco depois, jovens artistas e escritores, começando a entender aquele jeito diferente de pintar e possuídos pelo desejo de mudança que as obras de Anita suscitaram, uniram-se a ela, como: Mário e Oswald de Andrade, Menotti Del Picchia, Guilherme de Almeida.

Anita inicia estudos com o pintor acadêmico Pedro Alexandrino no ano de 1919, e também com o alemão George Fischer Elpons um pouco mais avançado do que o velho mestre das naturezas mortas. Foi nessa ocasião que conheceu Tarsila do Amaral [5] que tinha aulas com os mesmos professores. Depois do pai, o tio Jorge Krug, que a havia ajudado tanto, também faleceu e Anita precisou buscar caminhos para vender suas obras. Pedro Alexandrino já era um pintor de renome e vendia com muita facilidade seus trabalhos. Anita busca essa aproximação sendo sua aluna, embora muitas interpretações apontem para a versão de que ela o procurou para reestruturar o estilo da sua pintura. Seus biógrafos acreditam que o artigo de Monteiro Lobato foi agressivo e até maldoso e que deixou marcas profundas na vida e na obra da artista. Mas, essa versão é contestada por alguns poucos, pois ao ler na íntegra a crítica de Monteiro Lobato, verificamos que o título original nunca foi "Paranoia ou Mistificação" e sim, "A propósito da exposição Malfatti", e em muitos trechos Anita é elogiada pelo crítico. Mas o certo é que Anita ficou moralmente arrasada com a crítica de Monteiro Lobato. Ficou magoada pelo resto da vida, mas não o suficiente para destruir sua força de mulher destemida e ousada. Apesar da mágoa, Anita ilustrou livros de Monteiro Lobato e na década de 40 participou de um programa na Rádio Cultura chamado "Desafiando os Catedráticos", juntamente com Menotti Del Picchia e Monteiro Lobato. Os ouvintes telefonavam fazendo perguntas para que o trio respondesse.

A Semana de Arte Moderna de 1922[editar | editar código-fonte]

Mário de Andrade (sentado), Anita Malfatti (sentada, ao centro) e Zina Aita (à esquerda de Anita), em 1922.

Após a enorme confusão causada por Monteiro Lobato, a vida de Anita Malfatti começou a ter certa normalidade. O tempo que se seguiu após a exposição, foi de assimilação do novo, da percepção daquilo que até então não fora nem sonhado.

Após o período de recesso, a Semana de Arte Moderna, mais uma vez, movimentou a vida artística insípida de São Paulo. Anita participou dela com 22 trabalhos.

Anita estava feliz entre o círculo modernista, uma vez que ele vinha ao encontro de suas aspirações artísticas, entraria também para o comentado grupo dos cinco.

A Europa nos loucos anos 20[editar | editar código-fonte]

Anita embarcava mais uma vez, em viagem de estudos para a Europa, ou melhor dizendo, para Paris. Seriam cinco anos de estudos pela bolsa do Pensionato. Este seria o último e o seu mais longo período fora do Brasil. Em agosto de 1923, embarcando pelo vapor Mosella rumo à França, aquela jovem baixa, com o lenço displicentemente esquecido sobre a mão direita, tinha então 33 anos. Mário de Andrade que não conseguiu chegar a tempo da partida de Anita, ficou inconsolável, enviando-lhe um telegrama de desculpas onde demonstra todo o afeto que tinha pela pintora.

A guerra que perdurara por anos, pôs um ponto final nos hábitos e costumes da belle époque. Foi fatal também para o academismo. Agora seus antigos espaços eram ocupados pela arte moderna, que com grande vitória e sucesso se espalhara por todos os cantos e continuava em expansão acelerada nos salões, galerias e coleções. Há muito tempo, Paris atraia os artistas brasileiros - que eram e continuavam acadêmicos - mas agora, nesse 1923, o modernismo brasileiro estava em Paris, atualizando-se.

E Anita estava lá, na tentativa incansável de encontrar-se. Apesar das muitas dúvidas que ainda tinha em relação a que caminho seguir na sua arte, não deixou de trabalhar, de produzir. Logo no início do estágio francês, Anita parece ter se " aconselhado" com o pintor Maurice Denis, possivelmente atraída pelos aspectos da pintura religiosa. Nesse último estágio, uma das características mais fortes de Anita, era a busca por uma postura menos polêmica, em comparação com a época norte-americana. A impressão que se tem, é de que ela procurava por uma espécie de classicismo moderno. Na Escola de Paris, no pós-guerra, muitos pintores das mais diversas origens, passavam pela experiência da releitura da arte de séculos passados, como Picasso, por exemplo. Nessa fase, que se pode dizer, "um aprender de novo", Anita testou várias possibilidades, e frequentemente produzia obras interessantes. Estudou muito, aprendeu muito, mas perdeu um pouco da sua audácia, com aquela urgência constante de " se contar " à tela, agora se continha, obedecendo as ordens formais da pintura. Nesses cinco anos, a crítica francesa notaria o trabalho da pioneira. Algumas telas como Interior de Mônaco", A dama de azul, Interior de igreja e A mulher do Pará , seriam as obras mais destacadas pela crítica internacional nesses anos de estudo e apresentação. A crítica francesa seria unânime também nos elogios feitos aos desenhos : "Seja: mas os desenhos? Sua personalidade única torna impossível toda tentativa de apadrinhamento, mesmo suntuoso. [...] Quanto aos desenhos de nus, de uma fatura tão pessoal, tão nítida, poucos artistas de escola moderna podem apresentá-los tão notáveis. A crítica foi unânime a este respeito".

As telas interiores-exteriores, ocupados por uma figura feminina, e as exteriores-interiores, também com figuras femininas, seriam a produção mais válida e permanente da Anita do estágio francês, com suas " mulheres" solitárias, reclinadas ao balcão. Assim, Anita Malfatti entremostrava sua solidão.

Brasil 1928[editar | editar código-fonte]

Anita Malfatti, c. 1930.

No final de setembro de 1928, Anita já se encontrava no Brasil.

O ambiente artístico, encontrado por Anita na volta, era bem diferente do que deixara em 1923; o grupo inicial evoluíra muito, surgiam novos adeptos e novos movimentos. O número de artistas plásticos também crescera. Na chegada, Mário de Andrade - o maior e melhor amigo de Anita - noticiou imediatamente sua chegada, relembrando quem ela era:

Em 1929 abria em São Paulo, sua quarta individual. Depois de fechar sua exposição, até 1932, Anita dedicou-se ao ensino escolar. Retomou suas aulas na Escola Normal Americana e foi trabalhar também na Escola Normal do Mackenzie College. Em 1933, muda-se para a Rua Ceará, no bairro de Higienópolis, onde instala seu ateliê e dá aulas, inclusive para Oswald de Andrade Filho, onde permanece até 1952, com a venda da casa, com a morte de sua mãe.[6]

Podemos dividir as fases artísticas de Anita Malfatti em três: 1- a primeira seria quando define sua forma expressionista de pintar; 2- a segunda seria a das dúvidas de que caminho seguir na arte; 3- dos 20,30 e início dos anos 40, quando depois da morte de Mário de Andrade e de sua mãe, Dona Betty, seria transformada numa terceira Anita Malfatti, e recolhida na sua chácara em Diadema. Iria finalmente, em paz consigo mesma " pintar à vontade", " à seu modo". A individual de 1945, prova essa unidade na pintura de Anita. A artista estava decidida em seu caminho de paz, na sua reclusão.

Em 1964, na cidade de São Paulo, Anita Malfatti morre, mas deixa um precioso legado para a arte brasileira introduzindo um novo estilo de pintar que, rejeitado a princípio, foi aos poucos adotado por toda uma geração de artistas. Marco divisório entre o antigo e o novo, a obra de Anita constitui uma inestimável contribuição para a cultura brasileira.

Representações da artista em outras mídias[editar | editar código-fonte]

  • Na minissérie Um Só Coração (2004), de Maria Adelaide Amaral - Rede Globo, Anita Malfatti, foi representada pela atriz Betty Gofman.
  • Anita Malfatti - documentário - Premio Estímulo de Curta-metragem da Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo em 2001 - de Luzia Portinari Greggio.
  • Ilustrou o livro Cafundó da Infância, de Carlos Lébeis em 1936

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • MENDES DE ALMEIDA, Paulo. De Anita ao museu. São Paulo: Perspectiva, 1976.
  • AMARAL, Aracy (Org.). Artes plásticas na Semana de 22. São Paulo: Perspectiva, 1970.
  • ANDRADE, Mário de. Cartas a Anita Malfatti- Organização Marta Rossetti Batista. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1989.
  • ROSETTI BATISTA, Marta - Anita no tempo e no espaço: biografia e estudo da obra. São Paulo: Ed.34/EDUSP, 2006.
  • CHIARELLI, Tadeu. Um jeca nos vernissages: Monteiro Lobato e o desejo de uma arte nacional no Brasil. São Paulo: EDUSP, 1995.
  • PORTINARI GREGGIO, Luzia. Anita Malfatti – Tomei a liberdade de pintar a meu modo. São Paulo: Magma Cultural Ed. , 2007, 150 ilustrações.
  • PORTINARI GREGGIO, Luzia (curadora) - Catalogo da Exposição: "Anita Malfatti - 120 anos de nascimento - CCBB de Brasilia, 2010. 160 pg. 120 ilustrações.
  • LOBATO, Monteiro. Paranoia ou mistificação?. In: Ideias de Jeca Tatu, São Paulo: Monteiro Lobato & Cia., 3ª edição,1922.
  • BÉNÉZIT, E. Dictionnaire, etc.. Paris: Gründ, 1999.
  • TEIXEIRA LEITE, José Roberto. Dicionário crítico da pintura no Brasil. Rio de Janeiro: Artlivre, 1989.
  • PERRI CAMARGO, Ani. Anita Malfatti: a festa da cor. São Paulo: Editora Terceiro Nome, 2009.
  • MALFATTI, Doris. Minha tia Anita Malfatti. São Paulo: Editora Terceiro Nome, 2009.
  • PONTUAL, Roberto - Entre 2 séculos - arte brasileira na Coleção Gilberto Chateaubriand, Rio de Janeiro, Ed. JB, 1987
  • CAMARGOS, Márcia. Semana de 22 entre vaias e aplausos. São Paulo: Boitempo Editorial, 2003 (1ª reimpressão).
  • CARVALHO, Luiz Seráphico de Assis et alii. Do Modernismo à Bienal. São Paulo: Museu de Arte Moderna, s.d.(1982?)

Referências

  1. Sobre Betty Krug ou Elizabeth Eleonora Krug Malfatti veja-se Tarasantchi, Pintores paisagistas, São Paulo, Imprensa Oficial, 2002, p. 345
  2. Mercado Arte: Obras, biografia e acontecimentos de Anita Malfatti
  3. Marta Rossetti Bastista, Anita Malfatti no tempo e no espaço supra citada, vol I, p. 34
  4. Obras de Anita Malfatti
  5. Tudo sobre Tarsila do Amaral
  6. Acontecimentos na vida de Anita Malfatti

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre Anita Malfatti