Aquae Flaviae

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A ponte romana de Trajano sobre o rio Tâmega construída no final do século I, está ladeada por suas colunas com inscrições latinas

Aquae Flaviae[1] (lit. "Águas Flávias", em latim), também conhecida como Água Flávia[2] (actual Chaves), foi um importante centro urbano da província romana da Galécia, centro administrativo de um vasto território que ia do Douro até às nascentes do Tâmega e dominava a exploração de importantes jazidas de ouro.

A cidade terá sido fundada a partir de uma mansio da via XVII do Itinerário de Antonino que ligava Bracara Augusta (actual Braga) a Astúrica Augusta (actual Astorga), tendo-se desenvolvido em torno de um importante balneário termal e centro religioso dedicado às Ninfas.

Vestígios do balneário termal foram recentemente encontrados no Largo do Arrabalde, que demonstram pela sua monumentalidade, a importância deste centro religioso e terapêutico, que terá persistido até aos finais do século IV

A ponte de Trajano sobre o rio Tâmega é um monumento romano que persiste. Foi construída no final do século I e início do século II. A ponte romana possui um tabuleiro, com 140 mt de comprimento e apoiada em 12 arcos de volta redonda visíveis, e em quatro soterrados pelo casario e aluviões.

A ponte tem no meio duas colunas cilíndricas epigráficas que testemunham ter sido edificada no reinado do imperador Trajano a expensas dos Flavienses. E, é até hoje, o principal símbolo da cidade de Chaves. Quando a vila recebeu o foral de D. Manuel I, a ponte estava representada no brasão de armas.

Do período romano, para além da ponte, foram descobertos numerosos achados arqueológicos. epigráficos e numismáticos.

O fórum da cidade estaria implantado na zona hoje correspondente ao largo de Camões. A actual Rua Direita poderia corresponder, por outro lado ao decúmano.

Referências

  1. Fornecido pelo Google Docs. Docs.google.com. Página visitada em 9-11-2011.
  2. Schlesinger 1986, p. 676

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Schlesinger, Hugo; Humberto Porto. Líderes religiosos da humanidade, Volume 1. [S.l.]: Edições Paulinas, 1986.

Ver também[editar | editar código-fonte]