Baú da Felicidade
| Baú da Felicidade | |
|---|---|
| Tipo | Venda de carnês, para resgate de mercadorias |
| Sede | São Paulo,SP |
| Fundador(es) | Manuel da Nóbrega |
| Proprietário(s) | Manuel da Nóbrega Silvio Santos |
| Produtos | Carnê de Mercadorias |
| Holding | Grupo Silvio Santos |
| Encerramento | 31 de Julho de 2011 |
O Baú da Felicidade foi uma empresa brasileira pertencente ao empresário Senor Abravanel (o Silvio Santos).
O cliente do Baú adquiria um carnê, chamado Carnê de Mercadorias, e que deveria ser pago mensalmente (rigorosamente em dia), e concorria a sorteios de prêmios. Após um prazo determinado, o cliente poderia trocar o valor pago por mercadorias à sua escolha nas lojas do Baú.
O cliente também poderia ser sorteado para participar de programas do SBT,. Como Todos contra um, Roda a Roda, Festival da Casa Própria Para Ganhar é Só Rodar e Tentação, entre outros.
Dia 31 de Julho de 2011 foi Anunciado a venda das lojas do Baú da Felicidade para o Magazine Luiza por R$ 83 milhões.
Índice |
[editar] Extinção do Carnê do Baú
O processo de extinção do carnê, no qual os clientes pagavam mensalmente e concorriam a prêmios na TV e trocavam por mercadorias ao final do pagamento das mensalidades, teve início em 2007, quando sua comercialização foi suspensa e sua rede de vendedores espalhados por todo o país foi desativada. Porém, alguns compradores estocaram o produto e como o carnê é dividido em muitas prestações, ainda restam cerca de 700 carnês sendo pagos no mercado. A estimativa é de que até o final desse ano, os serviços sejam totalmente extintos.
Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, o diretor de Varejo do Grupo Silvio Santos, José Roberto Prioste, explicou o motivo que levou à extinção do produto. “O grupo decidiu acabar com o carnê porque com tanta oferta de crédito, parcelamentos e facilidades de comprar, não havia mais mercado para esse tipo de produto”, conta o executivo, que informa que, mensalmente, as Lojas do Baú ainda realizam cerca de três mil trocas de carnês por mercadorias.
Com o fim do carnê, Silvio Santos resolveu transformar as Lojas do Baú, em Lojas do Baú Crediário A partir daí, as lojas passaram a vender mercadorias, sem o intermédio do carnê, no modelo crediário, onde as pessoas levam as mercadorias, antes de pagá-las.[1]