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| Batalha de Nicópolis |
| Guerra otomano-húngara |
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| Data |
25 de setembro de 1396 |
| Local |
Nicópolis, Bulgária |
| Resultado |
Vitória otomana decisiva |
| Combatentes |
Império Otomano |
Hungria,
Sacro Império,
França,
Valáquia,
Polônia,
Inglaterra,
Escócia,
Antiga Confederação Suíça,
República de Veneza,
República de Gênova,
Ordem Teutónica
e a Ordem dos Hospitalários |
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| Comandantes |
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| Forças |
| 20 a 25 000, possivelmente até 60 000, mais 5 000 cavaleiros pesados sérvios |
6 a 8 000 húngaros, 10 000 franceses, ingleses e burgúndios, 10 000 valáquios, 6 000 alemães e cerca de 15 000 holandeses, boêmios, espanhóis, italianos, poloneses, búlgaros, escoceses e suíços, com apoio naval de Veneza, Gênova e da Ordem dos Hospitalários; cerca de 47 a 49 000 no total |
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| Baixas |
| Pesadas, em especial no início da batalha |
16.000 |
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A batalha de Nicópolis (Битка при Никопол Bitka pri Nikopol, em búlgaro; Niğbolu Savaşı, em turco; Nikápolyi Csata, em húngaro; Bătălia de la Nicopole, em romeno) foi travada próximo à fortaleza danubiana de Nicópolis (hoje Bulgária), em 25 de setembro de 1396, entre o Império Otomano e forças aliadas de Hungria, Sacro Império, França, Valáquia, Polônia, Inglaterra, Escócia, antiga Confederação Suíça, República de Veneza, República de Gênova e a Ordem dos Hospitalários. Foi o resultado da última Cruzada em grande escala da Idade Média. Algumas fontes registram a data de 28 de setembro para a batalha.
A batalha resultou em vitória decisiva para os otomanos e desencorajou a formação de outras coalizões européias que lhe fossem contrárias. Os tucos mantiveram sua pressão sobre Constantinopla, que cairia em 1453, aumentaram o controle sobre os Bálcãs e tornaram-se uma grande ameaça para a Europa Central.