Batalha de Poltava

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A batalha de Poltava, por Denis Martens, 1726.

A Batalha de Poltava talvez seja o mais famoso episódio da Grande Guerra do Norte (1700-21), conflito surgido do desejo de Pedro, o Grande de arrancar da Suécia seus territórios na margem sul do Báltico. Após derrotar a Saxônia, a Dinamarca e a Polônia, aliados de Pedro, o rei sueco Carlos XII tentou pôr fim à guerra, invadindo a Rússia em 1708. Mas a política de terra queimada de Pedro, e o terrível inverno de 1708-09 resultaram na morte de grande parte do exército sueco.

Em abril de 1709, Carlos XII, com o auxílio dos cossacos de Ivan Mazepa, investiu a rústica fortaleza de Poltava, na Ucrânia. Pedro para ali seguiu, para socorrê-la. No dia 8 de julho, 19.000 suecos atacaram o campo entrincheirado do czar, defendido por 45.000 soldados russos. A vitória destes foi total, destruindo totalmente o exército sueco e ucraniano, obrigando Carlos e Ivan Mazepa a fugir com 1.500 homens para o Império Otomano. A guerra, entretanto, se arrastaria por mais 12 anos.