Bia Krieger

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Bïa Krieger (conhecida como Bïa), é uma cantora brasileira que divide a sua vida entre Brasil, Canadá e França.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Aos três anos de idade, Bïa fugiu da ditadura militar brasileira com os seus pais, o advogado catarinense Marcílio César Ramos Krieger e Helena Maria M. Barreto.

Durante sua infância morou no Chile e no Peru , onde se impregnou da cultura de língua espanhola. Após, esteve em Portugal, por cinco anos. Bïa retornou ao Brasil após a promulgação da Lei da Anistia em 1980. Na sua adolescência aprendeu violão com o professor Hiram. Bïa entrou na Universidade de São Paulo aos 18 anos no Departamento de Jornalismo.

Decepcionada com o ambiente acadêmico, ela decidiu viajar para a Europa antes de acabar seu curso. Era para Bïa ter ficado por um ano, mas acabou por se radicar na França. Então, começou profissionalização musical em bares e pequenas casas noturnas.

Em 1996, Bïa grava e lança, em 1997, seu primeiro disco La Mémoire du Vent ("A Memória do Vento"), com adaptações em francês de músicas de Chico Buarque. Em 1998, Bïa grava a música tema do filme Hasards et Coincidences, de Claude Lelouch, que conta também com a música "A Volta do Malandro", de Chico Buarque. O álbum recebeu o prêmio francês Grand Prix de l’Académie Charles-Cros da Academia Charles Cros.[1]

Em 1999, em seu disco Sources ("Fontes"), Bïa mostrou sua influência afro-brasileira em letras em espanhol, francês, português, italiano e inglês. Este disco deu espaço à virtuosidade dos instrumentistas que participaram dele.

Em 2003 lançou seu terceiro disco, "Carmin", no qual Bïa explorou muito mais seu universo de composições próprias, mas também assinou uma versão de "Terezinha", de Chico Buarque. Neste ano, também, no Brasil, fez participação especial no CD "A bossa sempre nova de Luiz Henrique", produzido por Luiz Meira, e gravou "Florianópolis" e "To be a lover".

Em 2006, o CD "Coeur vagabond" foi composto por metade de adaptações de músicas francesas em português, e por metade de canções brasileiras em francês. O álbum recebeu o prêmio Félix em 2006 e foi um dos nomeados para o prêmio canadense Juno (categoria: Álbum do Ano da Música do mundo, Juno Award for World Music Album of the Year).[2] [1]

Em 2008, lançou sua quinta obra, "Nocturno", de cunho mais intimista, "uma viagem ao coração da noite. Noite que é lugar de mistérios, melancolia, medo e silêncio, mas também de folia, loucuras, festa e desforra, fogo de artifício e fogo-fátuo, encontros e amores..."

Em 2010, fez um disco em parceria com o guitarrista canadense Yves Desrosiers, "Concert intime", com músicas brasileiras e latinas que foi lançado em janeiro de 2011.[3]

Discografia[editar | editar código-fonte]

  • 2011 : Concert Intime
  • 2008 : Nocturno
  • 2005 : Coeur vagabond
  • 2003 : Carmin
  • 2000 : Sources
  • 1997 : La memoire du Vent

Referências

  1. a b Le géant de la forêt | lamontagnesecrete.com thesecretmountain.com. Visitado em 8 de novembro de 2011.
  2. Canada News: Anglophones make mark in Quebec - singing en français - thestar.com thestar.com. Visitado em 8 de novembro de 2011.
  3. Nouvel Album disponible le 18 janvier 2011 | Impresaria impresaria.ca. Visitado em 8 de novembro de 2011.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]