Bistrô

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Quadro de Jean Béraud denominado 'Au Bistro'

Bistrô é um restaurante ou bar pequeno e simples, porém muito acolhedor. Muito populares em França, onde se servem bebidas alcoólicas, café e outras bebidas. Servem também comidas simples a preços acessíveis.

Origem[editar | editar código-fonte]

Acredita-se que se tornaram populares durante a Segunda Guerra Mundial, já que uma vez que os homens iam para a guerra, as mulheres muitas vezes precisavam trabalhar para conseguir complementar sua renda ou mesmo se sustentar, portanto abriam suas casas para o público, vendendo refeições caseiras para o público pagante.

A palavra "bistrô" tem origem francesa, embora exista uma lenda afirmando que ela seja de origem russa. A lenda surgiu devido à existência da palavra "bystro" no idioma russo, e afirma que o vocábulo teria se difundido em Paris durante a ocupação russa de 1815; soldados russos iriam aos restaurantes, gritando "bystro, bystro" ("быстро, быстро") que quer dizer "rápido, rápido".[1] Entretanto, a verdadeira origem da palavra é desconhecida, tendo sido usada para denominar os proprietários de pequenos comércios de vinho; posteriormente, a palavra passou a nomear o estabelecimento em si.

Hoje o termo é usado como sinônimo de pequenos e tradicionais restaurantes de inspiração francesa.

Em Portugal este termo é completamente desconhecido e em seu lugar usa-se o termo "tasca". Uma tasca é um local onde se vendem bebidas alcóolicas ao balcão e também onde se servem refeições populares.

É frequente confundir-se "tasca" com "taberna".

A diferença é simples: nas tabernas apenas se servem bebidas e no máximo, pequenos petiscos para acompanhar as bebidas.

Características[editar | editar código-fonte]

Nesse tipo de estabelecimento, a convivência e as relações pessoais têm tanta importância quanto a qualidade do serviço. Um bistrô não costuma ter cardápio, sendo o próprio chef que conversa com o cliente, sabendo das suas preferências e preparando a refeição ao seu exato gosto, o que a torna único e extremamente pessoal.

Referências[editar | editar código-fonte]

  1. KELLY, Ian. Carême: cozinheiro dos reis. Editora Jorge Zahar, 2005, p. 100.
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