Corno de África

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Países constituintes.

Corno de África (português europeu) ou Chifre da África (português brasileiro), também conhecido como Nordeste Africano e algumas vezes como península Somali, é uma designação da região nordeste do continente africano, que inclui a Somália, a Etiópia, o Djibouti e a Eritreia. Tem uma área de aproximadamente 2 milhões de km² e uma população de cerca de 90,2 milhões de pessoas (Etiópia: 75 mi, Somália: 10 mi, Eritreia: 4,5 mi, e Djibouti: 0,7 mi).

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O nome Corno de África pode ter sido originado pela forma pontiaguda daquela parte do continente, ou provir da mitologia. A despeito dos possíveis significados vulgares da palavra corno no português e em outros idiomas, o termo alude, para os nativos da região, ao efeito afrodisíaco do corno de rinoceronte e, para muitos africanos, é um símbolo de poder, além de um importante meio de comunicação: tradicionalmente, o anúncio para as principais cerimónias tribais é feito soprando-se num corno de pala-pala ou cudo, dois dos antílopes mais “nobres”.

Corno de África vista de satélite.

Tal referência também é encontrada na cultura chinesa, no episódio mitológico da vitória de Huang Ti, o Imperador Amarelo, sobre Tche Yeu, "o de cabeça cornuda".[1]

Países constituintes[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Chevalier, Jean e Gheerbrant, Alain. Dicionário de Símbolos. Rio de Janeiro, José Olympio Editora, 1988, pp.233,234.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Chevelier, Jean e Gheerbrant, Alain. Dicionário de Símbolos. Rio de Janeiro, José Olympio Editora, 1988.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]