Demografia da Jamaica

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Evolução demográfiaca da Jamaica entre 1961 e 2003.

A demografia da Jamaica tem características peculiares determinadas pela colonização. Aos habitantes originais misturaram-se escravos africanos, os latinos marrons ou selvagens, do espanhol cimarrones.

Os grupos étnicos africanos mais comuns trazidos para a Jamaica foram os Akan, provenientes da atual Gana, assim como africanos da etnia Igbo, oriundos da Nigéria.[1]

Em dois séculos de monocultura colonial a sociedade jamaicana estruturou-se em dois grupos: os muito ricos e os muito pobres. Grandes fazendeiros ingleses dominavam a política e a economia; enquanto isso, os escravos que trabalhavam nas lavouras, nada possuíam, não tinham qualquer direito civil. Porém, os marrons resistiam. A comunidade sobrevivia refugiada nas altas montanhas.

A persistência dos cimarrones foi recompensada em 1793, quando o governo britânico reconheceu a emancipação definitiva dos descendentes dos escravos espanhóis; aqueles que eram escravos em fazendas, somente foram libertados em 1833. Estes, espalharam-se pelos campos e se transformaram em uma classe rural que, hoje, representa a maior parte da população jamaicana com uma intensa participação política e econômica.

  • Língua: inglês e dialeto do inglês
  • Religiões: maioria anglicana e minoria rastafari

Referências

  1. Richardson, David; Tibbles, Anthony; Schwarz, Suzanne (2007). Liverpool and Transatlantic Slavery. Liverpool University Press. p. 141. ISBN 1-84631-066-0

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • CONHECER, enciclopédia, vol. V. São Paulo: Victor Civita, 1970.
  • ATLAS GEOGRÁFICO MUNDIAL. Folha da Manhã: São Paulo, 1997