Deus Ex

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Deus Ex
Desenvolvedora Ion Storm Inc.
Publicadora(s) Eidos Interactive
Designer Warren Spector, Harvey Smith
Compositor(es) Alexander Brandon, Dan Gardopée, Michiel van den Bos, Reeves Gabrels
Motor Unreal Engine 1
Plataforma(s) Microsoft Windows, Mac OS, PlayStation 2
Data(s) de lançamento Microsoft Windows
  • AN 26 de junho, 2000
  • EU 26 de junho, 2000
Mac OS
PlayStation 2
  • AN 25 de março, 2002
  • EU 7 de junho, 2002
Gênero(s) Ficção científica RPG de ação
Modos de jogo Single-player, multiplayer
Classificação Inadequado para menores de 18 anos i CERO (Japão)
Inadequado para menores de 17 anos i ESRB (América do Norte)
Inadequado para menores de 15 anos i OFLCA (Austrália)
Inadequado para menores de 16 anos i PEGI (Europa)
Inadequado para menores de 18 anos i USK (Alemanha)
Mídia CD-ROM (WIN)
DVD (PS2)
Steam download
Requisitos mínimos Processador com 300 MHz, 64 MB de RAM, Placa de vídeo de 4 MB RAM, drive 4X de CD-ROM, DirectX 7.0a, 150 MB de espaço livre no disco rígido, Windows 95 (WIN)
Controles Teclado e mouse, ou gamepad
Hardware
Versão 1.112fm

Deus Ex (abreviado DX[1] e play /ˌd.əs ˈɛks/ DAY-əs-eks) é um jogo de computador de RPG de ação com tema cyberpunk desenvolvido por Ion Storm Inc. e distribuido por Eidos Interactive em 2000, que combina elementos de jogabilidade de tiro em primeira pessoa com elementos de RPG. O jogo recebeu ampla aceitação dos críticos e da indústria de video games, sendo, inclusive, considerado o "Melhor jogo de computador de todos os tempos" na lista de Top100 jogos de computador da PC Gamer[2] e em uma pesquisa feita pela revista de jogos inglesa PC Zone.[3] O jogo foi um candidato e vencedor frequente de prêmios para o Jogo do Ano,[4] [5] [6] [7] recebendo elogios pelo seu design pioneiro nas escolhas dos jogadores e nos múltiplos caminhos da narrativa.[8] [9] O jogo vendeu mais de um milhão de cópias até 23 de abril de 2009.[10]

Ambientado em um mundo distópico durante o ano de 2052, a história central acompanha o agente novato da Coligação Anti-Terrorista das Nações Unidas JC Denton conforme ele sai para combater forças terroristas, que tem se tornado cada vez mais prevalentes em um mundo que caminha cada vez mais para o caos. No decorrer de sua jornada, Denton se envolveu em uma profunda e antiga conspiração, encontrando organizações como Majestic 12, Illuminati, e a Tríade de Hong Kong.

Lançado inicialmente para PCs rodando o Windows, Deus Ex foi posteriormente convertido para sistemas Macintosh, assim como para o console PlayStation 2 sob o nome Deus Ex: The Conspiracy. Loki Games trabalhou em uma versão para Linux, mas a empresa faliu antes de fazer o lançamento.[11] Uma sequência do jogo Deus Ex, chamada Deus Ex: Invisible War, foi lançada em 2 de dezembro de 2003, para Windows e Xbox.[12] Em 26 de novembro de 2007, foi confirmado que a Eidos Montreal estava desenvolvendo uma prequela, Deus Ex: Human Revolution,[13] que foi lançada em agosto de 2011.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

Deus Ex incorpora elementos de quatro gêneros de jogos: RPG, tiro em primeira pessoa, aventura, e "simulação imersiva", o último sendo um jogo que "nada te lembra que você está apenas jogando um jogo".[14] Por exemplo, o jogo usa uma câmera em primeira pessoa durante a sua ação e inclui a exploração de cenários e interação de personagens como principais características.[14]

O jogador assume o papel de JC Denton, um agente da Coalizão Anti-Terrorista das Nações Unidas (UNATCO) que recebeu habilidades através de nanotecnologia.[15] Essa nanotecnologia é um mecanismo central de jogabilidade, e permite ao jogador realizar feitos superhumanos.

Elementos de RPG[editar | editar código-fonte]

Conforme o jogador cumpre objetivos, o personagem recebe pontos de habilidade. Esses pontos são usados para melhorar as habilidades do personagem em onze diferentes áreas, e foram desenhados para permitir aos jogadores um modo de customizar seus personagens.[14] Um jogador pode criar um personagem focado em combate ao aumentar a proficiência com pistolas ou rifles, e um personagem furtivo pode ser criado focando lock picking e habilidades de hackear computadores. Há quatro níveis diferentes de proficiência em cada habilidade, com o custo de cada nível aumentando em relação ao anterior.[16]

As armas podem ser customizadas através de "modificações de armas", que podem ser encontradas ou compradas pelo jogo. O jogador pode adicionar mira telescópica, silenciadores, ou laser, aumentar o alcance ou precisão da arma, o tamanaho do cartucho de munição, ou reduzir o coice e tempo de recarga. Nem todas as modificações estão disponíveis para todas as armas. Por exemplo, um lança-mísseis não pode ser silenciado, e um lança-chamas não pode ter seu coice reduzido.

Jogadores são também incentivados a customizar seu personagem através de dispositivos de nanotecnologia que conferem ao personagem poderes superhumanos. Embora o jogo tenha dezoito tipos de poderes, o jogador só pode instalar no máximo nove pois cada um deve ser usado em uma parte do corpo: um nos braços, pernas, olho e cabeça, dois sob a pele, e três no torso.[17] Isso força o jogador a escolher entre os benefícios oferecidos por cada dispositivo. Por exemplo, para os dispositivos do braço o jogador deve escolher entre melhorar as habilidades de combate corpo-a-corpo ou aumentar a habilidade de erguer objetos pesados.

A interação com NPCs receberam um grande foco no design do jogo.[14] Quando um jogador interage com um NPC, o jogo entra em um modo de conversa similar a uma cena cinematográfica em que o jogador avança a conversa ao escolher as opções na lista de diálogo. As escolhas do jogador normalmente tem um impacto substancial na jogabilidade e na história pois os NPCs reagirão diferente dependendo das opções selecionadas (por exemplo, ser rude reduz a vontade deles de providenciar ajuda).

Elementos de combate[editar | editar código-fonte]

Deus Ex possui características de combate similar a jogos de tiro em primeira pessoa, com ação em tempo real, perspectiva em primeira pessoa, e jogabilidade baseada em reflexos.[14] Como o jogador irá frequentemente encontrar inimigos em grupo, o combate tende a ter um aspecto tático, incluindo o uso de cobertura, necessidade de esquivas e táticas de atirar e fugir. Um crítico do USA Today comentou sobre importância de usar habilidades de stealth no jogo.[18] Entretanto, através do sistema de RPG do jogo (seção acima), é possível desenvolver as habilidades e poderes do personagem para criar um especialista em combate com a habilidade de causar e absorver grande quantidade de dano.[19] NPCs irão elogiar ou criticar o personagem principal dependendo do uso da força, incorporando um elemento de moral na jogabilidade.[20]

Deus Ex apresenta um display de cabeça com uma cruz, cujo tamanho mostra onde os tiros vão atingir com base no movimento, mira, e na arma. A cruz aumenta enquanto o jogador está se movendo ou mudando sua mira, e aos poucos volta ao tamanho normal enquanto não é feita nenhuma ação.[15] A velocidade com que a cruz diminui de tamanho depende da proficiência do personagem com a arma equipada, as modificações de precisão feitas na arma, e o nível de "precisão" dos dispositivos de nanotecnologia.

Deus Ex possui 24 armas, variando de pé de cabra, arma de choque, e bastão, até foguete anti-tanque guiados por laser e rifle de assalto.[15] , incluindo armas letais e não letais. O jogador pode também usar várias armas de oportunidade, como extintor de incêndio.

Escolha do jogador[editar | editar código-fonte]

A jogabilidade em Deus Ex dá ênfase na escolha do jogador, na qual um crítico da GameSpot explica "Deus Ex é bem longo para um jogo cheio de ação em primeira pessoa", e diz "mas mesmo assim, a maioria das situações possuem duas ou três possibilidades de solução."[21] Os objetivos podem ser completados de vários modos, incluindo stealth, sniping, assalto frontal pesado, diálogo, ou engenharia e hackear computadores. Esse nível de liberdade requer que os níveis, personagens e quebra-cabeças sejam desenhados com uma significante redundância, pois se o jogador completar o jogo uma só vez, ele irá perder grandes seções de diálogo, áreas, e outros conteúdos. Em algumas missões o jogador é encorajado a evitar o uso da força, e em outros aspectos da história podem mudar dependendo de quão violento ou não-violento o jogador escolhe ser. O jogo é também diferente no sentido de que dois dos seus principais vilões podem ser matados na parte inicial do jogo, ou deixados vivos para serem derrotados posteriormente, e isso também afeta como outros personagens interagem com o jogador.

Por causa do focus nas escolhas do jogador durante o design, Deus Ex tem sido comparado com System Shock, um jogo que inspirou seu design.[22] [23] Juntos, esses fatores dão ao jogo um grande nível de rejogabilidade, já que o jogador terá experiências bem diferentes, dependnedo do método que usa para cumprir os objetivos.

Multiplayer[editar | editar código-fonte]

Deus Ex foi desenhado como um jogo para um jogador, e o lançamento inicial para as versões Windows e Macintosh não incluíam funcionalidades para múltiplos jogadores.[24] O suporte para os modos multiplayer foi posteriormente incorporado através de um patch.[25] O componente inclui três modos de jogo: deathmatch, deathmatch básica de times, e deathmatch avançada de times. Apenas cinco mapas, baseados em níveis de modo de um jogador do jogo, foram incluídos no patch multiplayer original, tendo posteriormente muitos mapas criados por usuários.[25] A versão para PlayStation 2 não oferece modo multiplayer.[26]

História[editar | editar código-fonte]

Ambientação[editar | editar código-fonte]

Deus Ex se passa em um futuro distópico em um mundo que se baseia fortemente nas teorias de conspiração do tempo atual. Essa ambientação sombria é ampliada pelo fato do jogo acontecer a noite, o que aumenta a atmosfera de conspiração e stealth. O jogo se contradiz em vários momentos em relação ao exato ano em que os eventos da história ocorrem, mas informações da sequência Deus Ex: Invisible War reconcilia essa inconsistência via continuidade retroativa, colocando os eventos de Deus Ex no ano de 2052.[27] A maior parte do jogo acontece em lugares que são versões ficcionalizadas de locais do mundo real, incluindo Nova Iorque, Hong Kong, Paris, Vandenberg Air Force Base, e Area 51.

O enredo de Deus Ex descreve uma sociedade que se dirige lentamente ao caos. Uma pandemia letal conhecida como "Morte Cinza" dizima a população do mundo, especialmente dentro dos Estados Unidos, e não possui cura. Uma vacina sintética, "Ambrosia", manufaturada pela companhia VersaLife, anula os efeitos do vírus, mas possui apenas poucas unidades. Ambrosia está disponível apenas para aqueles considerados "vitais para a ordem social", sendo usada principalmente para os oficiais do governo, pessoal militar, ricos e influentes, cientistas, e a elite intelectual. Sem esperança para as pessoas comuns do mundo, perturbações ocorrem ao redor do mundo, e algumas organizações terroristas foram formadas com a intenção proclamada de ajudar a queda do mundo, entre elas National Secessionist Force dos Estados Unidos e um grupo francês conhecido como Silhouette.

Para combater essas ameaças a ordem mundial, as Nações Unidas expandiram sua influenca governamental pelo mundo. A Coalizão Anti-Terrorista das Nações Unidas (no original em inglês, United Nations Anti-Terrorist Coalition, UNATCO) foi formada, com a intenção de manter a paz internacionalmente e combater o crescente número de grupos terroristas.[28] Seu quartel general se localiza próximo da cidade de Nova Iorque em um bunker abaixo da Ilha da Liberdade, posta ali após o ataque terrorista contra a Estátua da Liberdade.[29]

Sinopse[editar | editar código-fonte]

O jogador assume a identidade de JC Denton, um agente da UNATCO com poderes aumentados pela nanotecnologia. Após completar seu treinamento, JC recebe várias missões dadas pelo diretor Joseph Manderley para encontrar os membros da National Secessionist Forces (NSF) e a carga roubada da vacina "Ambrosia", a cura para o vírus Gray Death Através dessas missões, JC se encontra com seu irmão, Paul, também nano-aumentado. JC segue o rastro da carga de Ambrosia até um terminal privado no Aeroporto de LaGuardia. Paul encontra JC do lado de fora do avião, e explica que ele saiu da UNATCO e está agora trabalhando com a NSF após descobrir que Gray Death é um vírus criado pelo homem, com a UNATCO usando seu poder para garantir que apenas a elite receba a vacina.[30]

Alusão a literatura e a cultura popular[editar | editar código-fonte]

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O título "Deus Ex" é derivado da expressão latina deus ex machina, significando literalmente "deus surgido da máquina", que é usado no drama e literatura para descrever finais repetinos e insatisfatórios. Warren Spector, produtor executivo de Deus Ex, disse que o nome faz referência tanto às várias facções do jogo que aspiram poderes de deuses, como também ao enredo típico dos video games, que tende a usar artifícios "deus ex machina" e outras fraquezas técnicas de script.[31]

O que JC no codenome do protagonista, JC Denton, permanece sem explicação. A história não faz referências ao significado das iniciais. Harvey Smith, chefe de design de Deus Ex, disse que originalmente JC era suposto ser um descendente de Jesus Cristo; entretanto, Warren Spector disse que o nome "JC" foi escolhido pela sua qualidade unisex quando os desenvolvedores ainda estavam planejando deixar o jogador escolher o sexo do personagem, algo que foi usado na primeira sequência do jogo, Deus Ex: Invisible War, em que o jogador usava o nome unisex 'Alex D' e podia escolher o sexo do protagonista.[32] [33]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

A ideia inicial de Deus Ex foi feita por Warren Spector em 1994 enquanto ele trabalhava para Origin Systems.[34] Sua concepção original do que se tornaria Deus Ex foi chamada de Troubleshotter.[34] Após terminar o desenvolvimento de System Shock, Spector se cansou de simples fantasia e ficção científica e "ficou obcecado com esse tipo de esquisitices do milênio[35] levando a um enredopara o jogo focado em conspiração. Ele disse em abril de 2007 para a revista PC Zone:

I was a huge believer in the 'immersive simulation' game style, exemplified by games like Ultima Underworld, and I wanted to push the limits of that sort of game further. But I could never get the project off the ground at Origin or, later, at Looking Glass. (I think it was lack of interest at Origin/EA and it was mostly a lack of money at LG!) But then John Romero and Ion Storm came along and said, 'Make the game of your dreams. No limits.' It took me about two nanoseconds to say 'Yes!'[36]

Versões e mods[editar | editar código-fonte]

Deus Ex foi re-relançado várias vezes desde a sua publicação original, e também foi a base para inúmeros mods desenvolvidos pela comunidade de fãs.

Versões do jogo[editar | editar código-fonte]

A versão Deus Ex: Game of the Year Edition contém a última atualização do jogo e o Software Development Kit, um CD separado com OST, e uma página de um jornal fictício que aparece em Deus Ex chamado The Midnight Sun, que reconta os eventos recentes no mundo do jogo.[37] Entretanto, lançamentos posteriores dessa versão não incluíam mais o CD de música, e continha uma versão em PDF do jornal no disco do jogo.

A versão para Macintosh, lançada pouco após a versão para PC, possui as mesmas capacidades e pode também ser atualizada para habilitar suporte a multiplayer.[38] [39] Entretanto, a publicadora Aspyr Media não lançou nenhuma edição posterior do jogo nem nenhuma outra atualização. Assim, o jogo só roda no Mac OS 9, o ambiente "Clássico" do Mac OS X, nenhum dos dois sendo compatíveis com Macs baseados na Intel. A versão para PC pode rodar em um Mac baseado na Intel usando Crossover, Boot Camp ou outro programa que permita uma versão compatível do Microsoft Windows rodar no Mac.

Uma conversão do jogo para PlayStation 2, nomeada Deus Ex: The Conspiracy (mantida Deus Ex na Europa) foi lançada em 25 de março de 2002.

Sequências e prequelas[editar | editar código-fonte]

A sequência do jogo, chamada Deus Ex: Invisible War, foi lançada nos Estados Unidos em 2 de dezembro de 2003, e na Europa no início de 2004 para PC e Xbox.[12] Uma segunda sequência, Deus Ex: Clan Wars, foi criada originalmente como um terceiro jogo para a série, focado em multiplayer. Após o resultado comercial e a recepção do público em relação a Deus Ex: Invisible War falharem em alcançar as expectativas, foi tomada a decisão de ambientar o jogo em seu próprio universo, e foi eventualmente publicado sob o título Project: Snowblind.[40]

Adaptação para filme[editar | editar código-fonte]

Uma adaptação para filme baseada no jogo foi originalmente anunciada em maio de 2002 pela Columbia Pictures. O filme foi produzido por Laura Ziskin, com Greg Pruss escrevendo as cenas. Peter Schelessel, presidente de produção da Columbia Pictures, e Paul Baldwin, presidente de marketing da Eidos Interactive, estavam confidentes que a adaptação seria um desenvolvimento de sucesso tanto para o estúdios como para a franquia.[41]

Música[editar | editar código-fonte]

A trilha sonora de Deus Ex, composta por Alexander Brandon, Dan Gardopée, Michiel van den Bos, e Reeves Gabrels,[42] foi parabenizada pelos críticos por complementar a atmosfera predominante do jogo com uma música ambiente e melódica incorporando vários gêneros, incluindo techno, jazz, e música clássica.[43] [44] [45]

  • 1. "Main Title" – 02:24
  • 2. "Intro Sequence" – 02:23
  • 3. "Liberty Island" – 05:26
  • 4. "UNATCO" – 05:12
  • 5. "Battery Park" – 04:42
  • 6. "NYC Streets" – 04:15
  • 7. "Lebedev's Airfield " – 03:14
  • 8. "Airfield Action " – 01:10
  • 9. "Enemy Within" – 01:48
  • 10. "Desolation" (Hong Kong Canal) – 02:26
  • 11. "The Synapse" (Hong Kong Streets) – 04:37
  • 12. "Hong Kong Action" – 00:59
  • 13. "Majestic 12 Labs" – 01:50
  • 14. "Versalife" – 03:48
  • 15. "Naval Base " – 04:59
  • 16. "Paris Streets" – 01:18
  • 17. "DuClare Château " – 06:42
  • 18. "Paris Action" – 01:24
  • 19. "Return to NYC" – 01:34
  • 20. "Ocean Lab" – 01:35
  • 21. "Ocean Action" – 01:24
  • 22. "Ocean Lab Complex" – 01:48
  • 23. "Vandenberg" – 03:46
  • 24. "Begin the End" (Bunker) – 01:41
  • 25. "Area 51" – 02:22
  • 26. "Ending 1" – 01:15
  • 27. "Ending 2" – 01:18
  • 28. "Ending 3" – 01:50
  • 29. "The Illuminati" – 02:38
  • 30. "DX Club Mix" – 03:00
  • 31. "Training Room" – 02:03
  • 32. "NYC Bar" – 05:10
  • 33. "Hong Kong Helipad" – 03:30
  • 34. "Hong Kong Club 1" – 04:56
  • 35. "Hong Kong Club 2" – 02:57
  • 36. "The Nothing" – 03:17
  • 37. "Paris Club 1" – 02:49
  • 38. "Paris Club 2" – 04:31
  • 39. "Paris Cathedral" – 03:36
  • 40. "Conspiravision" – 05:38
  • 41. "Paris Cathedral Conversation" – 00:54

Recepção[editar | editar código-fonte]

Resposta dos críticos[editar | editar código-fonte]

 Recepção
Pontuação geral
Agregador Pontuação
GameRankings 91%
Metacritic 90/100
Resultados das análises
Publicado por Resultado
GamePro 5.0/5.0[46]
Game Revolution A-[47]
GameSpot 8.2/10[21]
GameSpy 88/100[48]
IGN 9.4/10.0[49]
PC Gamer UK 95%
PC Gamer US 94%
Prêmios
Entidade Prêmio
BAFTA "PC Game of the Year" (2000)[6]
Gamasutra "Top 12 Games of the Decade"
#2 (2009)[50]
GameSpy "Game of the Year" (2000)[51]
"Hall of Fame" (2003)[52]
IGN "Top 25 Modern PC Games"
#4 (2010)[53]
PC Gamer "Game of the Year" (2000)[54]
"Top 100 PC Games of All Time"
#1 (2010)[55]
#2 (2008)[56]
#2 (2007)[57]
PC Zone "101 Best PC Games Ever"
#1 (2007)[36]

Deus Ex recebeu numerosas críticas positivas, alcançando uma média de 92% e 9.0/10.0 nos agregadores de notas Metacritic e MobyGames.[4] [5] Muitos críticos parabenizaram a aptidão do jogo para usar diferentes gêneros, jogabilidade bem variada, enormes ambientes, um enredo ambicioso e cheio de camadas, e seu alto nível de rejogabilidade. Os críticos ficaram impressionados com a narrativa do jogo, e muitas vezes mencionaram o uso do diálogo e história de fundo para melhorar a experiência em geral.

The title has a great storyline, full of intrigue, back-stabbing, secret agendas, political struggles, and social commentary that is so powerful that it will surely overpower the free time of its players. It doesn't matter what style of game you prefer — action, RPG, or tactical combat — since Deus Ex has enough of each of those to please even the most prejudiced user.
Chris Harding, The Adrenaline Vault[58]

Ainda assim, o jogo não é considerado perfeito, e muitos críticos notaram falhas na jogabilidade. O crítico Greg Kasavin da GameSpot, se mostrou desapontado com os mecanismos de segurança e arrombamento, considerando-as não interativas. "Você apenas fica ali e gasta uma quantidade de itens até que a porta abra ou a segurança baixe."[21] Kasavin fez reclamações parecidas sobre a interface de hackear, notando que, "Mesmo com as habilidades básicas de hackear, você ainda consegue passar a criptografia e a proteção da senha... ao apertar o botão 'hack' e esperar alguns segundos."

Os gráficos e sons do jogo também foram recebidos de forma neutra. Kasavin reclamou dos gráficos abaixo do normal de Deus Ex, colocando a culpa nos ambientes industriais escuros. Chris Patterson, da GamePro, comentou que apesar de ser bom acusticamente, Deus Ex tem momentos de fraqueza.[46]

Prêmios e lista dos melhores jogos[editar | editar código-fonte]

Deus Ex recebeu vários prêmios e nomeações, incluindo 40 premiações para "Jogo do Ano" e/ou "Melhor da Classe" em revistas e websites.[59] Isso inclui os prêmios da British Academy of Film and Television Arts, IGN, GameSpy, PC Gamer, Computer Gaming World, e The Adrenaline Vault, além de muitos outros.[6] [51] [60] Deus Ex também foi premiado nas categorias "Excelência em Game Design" e "Game Innovation Spotlight" no Game Developers Choice Awards de 2000 e nas categorias "Inovação em jogo para computador" e "Jogo de ação/aventura para computador" no Interactive Achievement Awards.[7] [61] [62] Recebeu muitas vezes o prêmio de "Melhor história", incluindo o primeiro prêmio "Quantum Leap" de 2006 do site Gamasutra específico para enredo de video game.[63] [64]

Referências

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  30. Paul: The Gray Death is a man-made virus. Everyone up to the President is at UNATCO's mercy as long as UNATCO controls the supply of Ambrosia. / JC: You believe that? / Paul: We have proof. We need to get the Ambrosia to Hong Kong. Heard of Tracer Tong? He can help us synthesize it ourselves. Deus Ex. Ion Storm Inc.. (Eidos Interactive). PlayStation 2. (2002-03-25)
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