Emergência Malaia

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Emergência Malaia
Parte da(o) descolonização britânica e Guerra Fria
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Bombardeiro Australiano Avro Lincoln £ 500 soltando bombas em alvos comunistas nas selvas da Malásia. (Cerca de 1950)
Data Junho de 1948 – 12 de Julho de 1960
Local Sudeste da Ásia
Desfecho
  • Vitória da Commonwealth
  • Chin Peng exilado da Malásia
Combatentes
Forças Anti-Comunistas:
Reino Unido Reino Unido

Austrália Austrália
Nova Zelândia Nova Zelândia
Flag of Nepal.svgGurkhas

Forças Comunistas:
Partido Comunista da Malásia
Principais líderes
Reino Unido Harold Briggs
Reino Unido Roy Urquhart
Reino Unido Henry Gurney
Reino Unido Gerald Templer
Austrália Henry Wells
Chin Peng

A Emergência Malaia foi um conflito colonial que aconteceu na Malásia britânica; tratou-se de uma guerra de guerrilha travada entre as forças armadas da Commonwealth e o Exército de Libertação Nacional da Malásia (MNLA), o braço militar do Partido Comunista da Malásia, de 1948 a 1960.

A Emergência Malaia foi um termo do governo colonial para o conflito. O MNLA o denominou Guerra de Libertação Nacional Anti-Britânica. .[1] As plantações de borracha e indústrias de mineração de estanho tinha empurrado para o uso do termo "emergência", já que as perdas não teriam sido cobertas pela seguradoras Lloyd's se tivesse sido chamado de "guerra."[2]

No contexto da Guerra Fria, a Emergência foi um dos primeiros eventos de conflitos violentos, e ocorreu ao mesmo tempo da Guerra da Indochina, entre a França e os guerrilheiros do Vietminh. Na história do Império Britânico, a guerra foi uma parte do processo de desmantelamento do domínio imperial nas colônias, ocorrendo entre a concessão da independência da Índia em 1947 e a independência de Israel em 1948 até o discurso "Winds of Change" do primeiro-ministro Harold Macmillan. Em 1957, os ingleses começaram o processo para prepara-los para uma administração pública independente, quando permitiu a formação de um governo por Tunku Abdul Rahman. [3] Ao contrário do exemplo do Vietnã e do resto da Indochina, a insurgência na Malásia foi dirigida por uma minoria étnica, os Tusan, que são chineses do exterior nascidos na Malásia.

Apesar da derrota dos comunistas em 1960, o líder comunista Chin Peng renova a insurgência em 1967, que duraria até 1989, e ficou conhecida como a Segunda Insurreição Comunista. Embora as forças armadas australianas e britânicas tinham retirado-se totalmente no ano anterior da Malásia, a insurgência todavia fracassou.

Referências

  1. Mohamed Amin and Malcolm Caldwell (eds.), The Making of a Neo Colony, (1977), Spokesman Books, UK, footnote, p. 216.
  2. Peng, Chin My Side of History, Media Masters, 2003, p10
  3. "From playbody to Prime Minister of Malaya". The Straits Times, 31 de agosto de 1957